quinta-feira, 14 de abril de 2011

17º Congresso Brasileiro de Sementes

A Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes (Abrates) promoverá, com apoio da Embrapa, o 17º Congresso Brasileiro de Sementes entre os dias 15 e 18 de agosto. O evento, a ser realizado no Centro de Convenções de Natal, no Rio Grande do Norte, tem como objetivo divulgar resultados de pesquisas recentes, além de proporcionar a troca de experiências entre profissionais e pesquisadores a respeito de novidades para o setor de sementes. Sob o tema "A Semente no Contexto da Inovação e da Sustentabilidade", a programação do evento abrangerá palestras e painéis. O congresso irá abrigar também o 11º Simpósio Brasileiro de Patologia de Sementes e o 6º Simpósio Brasileiro de Tecnologia de Sementes Florestais. Ambos acontecerão no último dia do evento. A data limite para o envio dos resumos é 20 de maio de 2011. Mais informações: www.abrates.org.br/cbsementes.


FONTE: Informativo Eletrônico do CRBio (4a região)

quinta-feira, 31 de março de 2011

OPORTUNIDADE PARA TRABALHAR COM ESCALADA DE ÁRVORES NO EXÉRCITO BRASILEIRO

Atenção escaladores de árvores do Brasil, especialmente da região Norte! O Ministério da Defesa por meio do Departamento de Engenharia e Construção do Exércíto Brasileiro está com edital aberto para processo simplificado com objetivo de captação de mão de obra temporária para prestação de serviços ambientais no Rio de Janeiro - AM, Porto Velho - RO e alguns municípios do Estado do Amazonas, entre eles Manaus. São diversas vagas que podem ser conferidas no link:
http://www.dec.eb.mil.br/editais/mot2011/06.pdf
O interessante desse edital é que há uma demanda para escaladores de árvores na pág. 20 (anexo B; vagas 99, 100 e 101) para Humaitá, Lábrea e Manaus, respectivamente. O salário é de R$ 1251,00 e pode ser uma boa oportunidade para ganho de experiência profissional. Maiores detalhes sobre essas oportunidades estão no link para o pdf acima! Este blog apoia incondicionalmente oportunidades que venham estimular, desenvolver ou simplesmente promover a escalada de árvores em nosso País! Por esse motivo espero que alguém possa ler essa postagem e participar pleiteando uma dessas três vagas! Boa sorte e boas escaladas.

OBSERVAÇÃO: As inscrições deverão ser postadas no período de 24 de março a 11 de abril de 2011, devendo a documentação ser enviada por intermédio da Empresa de Correios e Telégrafos!!!

segunda-feira, 28 de março de 2011

SUCESSO TOTAL EM MAIS UM CURSO DE ESCALADA DE ÁRVORE (26 E 27 DE MARÇO DE 2011)

Este fim de semana foi realizado mais um curso de escalada de árvores no CETB (Centro de Estudos Terra Brazilis). Dessa vez os alunos foram:

Anderson Pafume – graduando em biologia pelo Centro Universitário do Triangulo (UNITRI) e prestador de serviços ambientais, escolheu o curso para aperfeiçoar suas coletas durante trabalhos na área ambiental.

Aluno Anderson Pafume, com segurança oferecida pela equipe de solo, realizando simulação de coleta de amostras botânicas com auxílio de uma colheitadeira aérea.

Breno Robertson – graduando em Tecnologia de Gestão Ambiental pela Faculdade Católica de Uberlândia, também escolheu o curso com o objetivo de começar a atuar na área de prestação de serviços ambientais.

Aluno Breno Robertson em ascensão se preparando para passar para o galho utilizando para isso a base de apoio com as pernas.

Mansueto A. Sousa Jr – engenheiro do grupo ALGAR Telecom decidiu fazer o curso como forma de laser, pois desde criança mantém uma relação de admiração pelo aspecto lúdico de subir em árvores e também como possibilidade de coleta de sementes para produção de mudas e manutenção de árvores (poda controlada).

Aluno Mansueto A. Sousa Jr preparando equipamento para descensão.

O curso durou aproximadamente 20 horas e foi incluída uma programação de escalada noturna! Os alunos ficaram satisfeitos com o que apreenderam e empolgados com a possibilidade de criarmos um grupo para escalar aos fins de semana, treinando e aperfeiçoando o que foi apreendido e quem sabe desenvolvendo novas técnicas.

Alunos Breno e Anderson realizando escalada noturna!

Acreditem se quiser mas o instrutor Alexandre Coletto está demonstrando o uso da rede de dormir ancorada na copa das árvores como forma de posicionamento mais confortável para coleta de dados científicos (estudos de comportamento animal por exemplo).

Da esquerda para a direita: Alexandre, Breno, Mansueto e Anderson e ao fundo o pau d'óleo utilizado no treinamento.


Venha também fazer o curso básico de escalada de árvores no CETB. Estamos montando turmas com no máximo 3 alunos para os próximos meses (abril, maio e junho). Oferecemos estrutura para hospedagem, alimentação, camping e certificado. Fiquem atentos ao calendário de outros cursos não convencionais oferecidos no CETB acessando http://ceterrabrazilis.blogspot.com/. Boas escaladas!!!!

sexta-feira, 25 de março de 2011

CURSO PARA ALUNOS DO INSTITUTO PASSO 1 - 19/03/2011

No último dia 19 de março foi realizado no Centro de Estudos Terra Brazilis mais um curso de técnicas verticais de acesso ao dossel para alunos do Instituto Passo 1 de Uberlândia. Diferentemente do publico que já estou acostumado a trabalhar (biólogos, gestores ambientais, geógrafos, prestadores de serviços ambientais, etc) dessa vez recebi uma turma de pós graduação latu sensu (FISIOLOGIA DO ESPORTE, TREINAMENTO E PERFORMANCE E EXERCÍCIOS FÍSICOS PARA GRUPOS ESPECIAIS)composta em sua maioria por educadores físicos. Havia também psicólogas e fisioterapeutas nessa turma! Dessa vez o curso teve um enfoque mais técnico, ressaltando a função de cada equipamento e os cuidados na manutenção como forma de garantir mais segurança! Fiquei bastante entusiasmado com a receptividade dos alunos e interesse pelo tema (TREE CLIMB), uma novidade mesmo para aqueles com algum nível de conhecimento ou experiência com rapel. A programação da aula foi praticamente toda desenvolvida com demonstrações de escalada na árvore pau d'óleo! Também tivemos a participação do Prof. Marcus Vinícius Patente Alves que finalizou o curso com uma palestra no laboratório do CETB onde o mesmo trabalhou vários assuntos relacionados com os esportes de aventura (histórico da relação homem-natureza-esportes, esportes de ação, esportes de aventura, equipamentos, tipos de nós, etc).

Turma da especialição em FISIOLOGIA DO ESPORTE, TREINAMENTO E PERFORMANCE E EXERCÍCIOS FÍSICOS PARA GRUPOS ESPECIAIS do Instituto Passo 1 - Uberlândia.

Foi interessante a oportunidade de apreender com um outro colega novas abordagens e podermos ensinar juntos aos alunos as várias possibilidades de se trabalhar com "tree climb" seja como esporte, atividade física, educação ambiental, pesquisa ou prestação de serviços.

Neste fim de semana (26 e 27 de março) mais um curso será realizado! Em breve postarei fotos! Grande abraço e boas escaladas!!!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Max Fercondini escala árvore de 15 metros para o 'Globo ecologia'

Max Fercondini, que voltará à TV em “Morde & assopra”, teve de escalar uma árvore de 15 metros, no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, em Teresópolis, para o “Globo ecologia”. O desafio deve ir ao ar num dos primeiros episódios da nova temporada do programa, prevista para estrear em abril.





- Queríamos mostrar as copas das árvores de cima, então, topei a aventura, não tive medo - conta Max.

O ator - que usou equipamento de segurança - não fez feio, como se pode comprovar nestas fotos. Em 2011, o "Globo ecologia" terá 24 episódios, todos com as florestas como tema.


FONTE: http://www.globo.com/

quinta-feira, 3 de março de 2011

CURSO NO FIM DE SEMANA DEMONSTROU O USO DA ESCALADA EM ÁRVORE PARA COLETA BOTÂNICA

Nos dias 26 e 27 de fevereiro foi realizado mais um curso no CENTRO DE ESTUDOS TERRA BRAZILIS. Dessa vez foi o curso "Coleta, Herborização e Identificação de Famílias Botânicas". Na manhã do segundo dia foram demonstradas técnicas verticais de acesso ao dossel e uso de instrumentos para coleta botânica como tesoura de alta poda (podão) e colheitadeira aérea. Também foi demonstrada a possibilidade de ascensão de uma pessoa sem conhecimento/domínio nenhum das técnicas de escalada envolvidas no acesso ao dossel. Para isso uma aluna foi escolhida como voluntária, foi suspensa até a copa do pau d'óleo (Copaifera langsdorffii) e lá executou o manejo da colheitadeira aérea, capturando amostras de folhas! Essa demonstração, como parte da programação de um curso de coleta botânica, foi extremamente importante na medida em que mostrou aos alunos/pesquisadores novas perspectivas que se abrem de exploração do dossel, seja na prestação de serviços ambientais (poda, coleta de sementes, etc), seja no desenvolvimento de pesquisas científicas.

Alunos do curso de Coleta, Herborização e Identificação de Famílias Botânicas.

Conheça o CETB e solicite informações sobre outros cursos oferecidos! O blog ESCALADAS NO CERRADO mantem parceria com o CETB e também realiza cursos de técnicas verticais de ascensão ao dossel para pesquisa, ensino ou prestação de serviços ambientais.

quarta-feira, 2 de março de 2011

INTERNATIONAL ARBORICULTURE SUMMIT - HONG KONG

國際樹木會議(香港)
A gathering to acquire knowledge to protect and preserve Asia’s trees
www.IAS.hk


IASHK: INTERNATIONAL ARBORICULTURE SUMMIT - HONG KONG
APRIL 2011 ARBORICULTURE EDUCATION (CEU) OPPORTUNITIES:

TRACE
TREE RISK ASSESSMENT COURSE & EXAM
This course may not be offered again in Hong Kong for quite some time. We strongly urge you to sign up for this opportunity today!
Download the registration form here

Details of this program can be viewed at the PNWISA website here.

2 Complete Programs, 10 CEUs per program
APRIL 6th–7th & 8th-9th 2011
As of Feb.26 there are now approximately 8 seats available for APRIL 6-7 & 8 seats available for APRIL 8-9 TRACE.

Become a Certified Tree Risk Assessor. This program is offered by friends at the Pacific Northwest Chapter of the ISA (PNW ISA) www.pnwisa.org
Location: Suen Douh Camp, Fanling, New Territories
Two Day Event with Lecture Workbook and Exam: 8:30-5:30 each day
Price: HK$4500 per person, (includes full attendance with breaks and lunch)
DEADLINE Registration: March 8; due to popular demand only a few seats remain

Prerequisite: Must be an ISA Certified Arborist to register.
REGISTER TODAY
info@IAS.hk
Download the registration form here

TRACE EXAM RETAKE
It may be quite some time before this examination retake is available in Hong Kong!
APRIL 13th 2011
Location: To Be Announced at Convenient Location
Time: 9:30-12:30
Price: HK$2000 per person (payment for exam retakes are required by PNWISA)
DEADLINE Registration: March 16, 2011
Download the registration form here

REPORT WRITING
Developing Arborist Assessment/Consultation Report Documents
(For those who must produce technically sound quality reports)
Professor Bill Fountain; University of Kentucky
Date: April 11, 2011
Time: 9:00-5:00
Registration Cost: HK$1280 if you register by March 11, 2011, HK$1450 after March 11
Location: Suen Douh Camp, Fanling, New Territories
Dr. Fountain has developed a professional college-level course which takes the Arborist, or any person who must produce sound and quality reports, through a successful step by step process:
Group discounts may also be considered
Register Today!
Download the registration form here

Management of Mature Trees in the Urban Environment
(Unique Educational Opportunity with Two Experts in Tree Management)
Trainers: Professor Bill Fountain &Terry Flanagan
Date: April 12, 2011
Time: 9:00-5:00 (Includes Field Trip to view some OVTs)
Registration Cost: HK$1280 if you register by March 11, 2011, HK$1450 after March 11
Location: Suen Douh Camp, Fanling, New Territories
Group discounts may also be considered
Register Today!
Download the registration form here


園藝花藝業技能提升計劃ATP, Ltd. Tree Climbing Course
第三期課程大綱(園藝一般類別課程) (final course offer)
Tree Climbing & Work in Trees
課程名稱﹕ 攀樹及樹上操作技巧
修讀時間﹕ 40小時
To Be Scheduled for要排定:
課程E班﹕3月 2011 (12 & 17-18 & 25-26) tentative dates are flexible for attendees
Some seats are still available
DEADLINE for signup is March 4, 2011
Call either: 6825-1809 OR 2669-5126
每班人數 8人
學費HK$2200
(the lowest price for top-quality training in HK)
register@atptree.com


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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Índios coletam sementes usadas para recuperar as nascentes do Rio Xingu

Fazendeiros e ambientalistas plantam florestas de árvores nativas da região. Os técnicos trabalham com 160 espécies florestais.

O trabalho de recuperação das nascentes do Rio Xingu, em Mato Grosso, conta com a ajuda dos índios ikpengs, que coletam sementes de espécies nativas para vender aos agricultores da região. Os agricultores e ambientalistas também utilizam a técnica muvuca, pela qual é usada a plantadeira de soja para semear florestas.
A tribo ikpeng tem 400 índios, na maioria são jovens que trabalham na coleta de sementes. “Uma marca indica que no local tem um recurso importante para nós. Agora, eu vou colher esta fruta que nós consumimos como sucos ou a própria polpa”, explicou.
O nome da fruta em português é pitomba, uma frutinha muito doce típica da zona de transição entre o cerrado e a Amazônia. Como ela fica no alto, não é fácil coletar as sementes. Oremé Ikpeng orienta o Wayge, que foi escolhido para escalar a árvore. Eles comem a polpa e guardam os caroços em sacos plásticos.
Depois o grupo muda de área. A caminhada é longa até o centro da floresta, onde estão as árvores maiores. No meio do caminho uma nascente brota da terra, com água limpa para matar a sede.
Após duas horas de caminhada mata a dentro, o grupo chega à área da coleta. A árvore é um angelim saia. As sementes, que ficam dependuradas no alto, surgem em pencas presas nos cipós. De novo o pessoal, tem de escalar a árvore para fazer a coleta. Mas Waygé desistiu da empreitada.
O engenheiro florestal Marcos Schmidt do Instituto Sócioambiental coordenou o treinamento dos índios para este tipo de situação. A técnica usada é o rapel. A chegada se deu bem no meio dos cachos de sementes.
Com a ajuda de um alicate de poda, ele começa o serviço. O restante do pessoal vai juntando o material que cai no chão. Marcos Schmidt disse que o preço pago para os índios pela coleta varia de R$ 0,50 a R$ 500 o quilo.
“O quilo de uma semente grande são poucas sementes. O quilo de uma semente bem miudinha são milhares. Então, esta questão também influencia no preço. Além do valor monetário, eu acho que a experiência e o reconhecimento deles nesta luta de recuperação esta região, que foi muito desmatada, eu acho que isso é o maior benefício para eles também”, disse Schmidt.
Quando a missão cumprida, o índio Oremé recebe o aplauso do pessoal. Na sombra do barracão construído no meio da aldeia os índios ikpenges armazenam as sementes coletadas na floresta. Ao ar livre, elas passam por um processo natural de secagem.
Para transportar o produto até a cidade de Canarana o pessoal pega a única estrada da reserva: o Rio Xingu. A viagem leva um dia inteiro. Waengué e Oremé são os responsáveis pela comercialização do produto na cidade. Eles vendem tudo para a Rede de Sementes, coordenada pelo Instituto Sócioambiental.
Os técnicos trabalham com 160 espécies florestais e, em parceria com a prefeitura de Canarana, instalaram um viveiro. O agricultor Anderlei Goldoni comprou sementes e mudas de 40 espécies diferentes para reflorestar três hectares no entorno do rio que corta a fazenda. O plantio tem dois anos e meio e muitas árvores já estão com três metros de altura.
Para o reflorestamento de pequenas áreas, como do Anderlei Goldoni, os pesquisadores recomendam o plantio de mudas. Mas para lugares maiores, a técnica que está sendo testada é a muvuca de sementes. Foram selecionadas 41 espécies nativas que serão plantadas de uma vez só.
A receita para plantar em meio hectare leva dois sacos de 60 quilos de terra e um saco de areia. A primeira semente da muvuca é o feijão de porco, uma leguminosa que não é nativa do Brasil.
“Ela é fundamental nos primeiros seis meses a um ano da floresta porque é uma espécie rasteira, mas que faz um sombreamento muito rápido. Ela tem a função também de descompactar o solo com as suas raízes e de levar nitrogênio para o solo através das suas folhas que vão caindo e decompondo em cima da terra. Ela vai melhorando as propriedades físicas e químicas do solo”, explicou Marcos Schmidt, engenheiro Florestal do Instituto Socioambiental.
Em seguida, começa uma verdadeira salada de sementes de espécies florestais nativas. Tem até isca para formiga. “A gente não mata a formiga dos reflorestamentos. A gente coloca comida para elas. O tamarindo é uma semente que a gente consegue fácil. Então, a gente usa bastante porque germina bem e a formiga adora cortar”, completou Schmidt.
A muvuca é colocada na caixa de adubo da plantadeira de soja. Na área experimental os técnicos do Instituto Sócioambiental testam o plantio das sementes florestais com a plantadeira, a mesma máquina do plantio direto da soja e do milho. Ela rasga o solo e coloca a semente na cova. Para completar o serviço, homens espalham as sementes que não podem ser enterradas. São espécies que só germinam na flor da terra, como o tingui e os ipês. Na área onde as sementes já germinaram, as folhas largas do feijão de porco sombreiam outras mudinhas.
A fazenda Bang Bang, que cria gado de corte, plantou 200 hectares de florestas usando a muvuca. Ao invés de terra, eles usam serragem e adubo químico. O gerente da fazenda Anderson Araújo disse que o sistema é muito prático porque economiza a mão de obra da produção de mudas e também do plantio.
A máquina que espalha as sementes é o tornado, a mesma usada para plantar capim. Atrás do equipamento tem uma grade leve que vai cobrindo as sementes. “É impressionante a germinação rápida. Na nossa planilha, o custo maior é o da cerca. Embora este processo seja muito mais barato, a cerca é muito cara”, comparou o agricultor Luiz Castelo.
Quem não lida com pecuária pode dispensar a cerca. É o que acontece na fazenda em Canarana, onde os alunos da escola municipal estão plantando mudas ao redor do Rio Queixada. A ideia de fazer o reflorestamento é do garoto Igor Trovo, que convenceu o pai, Sebastião Trovo, a fazer o serviço.
O engenheiro florestal Rodrigo Junqueira, do Instituto Sócioambiental, disse que a junção das florestinhas ao longo dos rios acabou estabelecendo corredores que no futuro ligarão as áreas das fazendas com a floresta do Parque Indígena do Xingu.
“Ele vai permitir que a água que corre para dentro do Xingu possa correr com uma qualidade melhor e que não tenha nenhum risco de contaminação”, explica Rodrigo Junqueira.
Hoje, o Igor Trovo tem 16 anos. Se o pessoal cuidar bem das mudinhas, quando ele tiver o dobro da idade, poderá caminhar dentro da floresta que ajudou a plantar.

FONTE: http://gazetaweb.globo.com

sábado, 19 de fevereiro de 2011

15o CONGRESSO BRASILEIRO E 1o CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE ARBORIZAÇÃO URBANA




Maiores informações visite o site da SOCIEDADE BRASILEIRA DE ARBORIZAÇÃO URBANA - SBAU pelo link http://www.sbau.org.br