domingo, 15 de novembro de 2009

IDÉIA BOA QUE PODE SER SEGUIDA POR OUTRAS PREFEITURAS NESSE PAÍS

Sexta feira passada (13/11/09) o Globo Repórter na TV Globo apresentou uma matéria sobre o cerrado brasileiro. Num dado momento do programa me chamou a atenção uma iniciativa da prefeitura de Campo Mourão, cidade a Centro-oeste do Estado do Paraná. Esta cidade incentiva seus moradores a plantarem árvores com diminuição de impostos. Veja um trecho extraído do site do Globo Repórter:

"O esforço para preservação também conta com incentivo oficial. Em Campo Mourão, moradores que mantêm espécies de cerrado no quintal e que se cadastraram na prefeitura até 2003 têm direito a desconto no IPTU.

Para cada árvore de pé, 5% menos de imposto. Mas só valem espécies tombadas, como angico, pequi e barbatimão. O desconto máximo é de 30% no valor do tributo. Com quatro angicos no quintal, o montador industrial José Carlos Oliveira está economizando cerca de R$ 50 no IPTU. Mas esse nem é o maior benefício da preservação. "Não precisamos de passarinhos na gaiola para ouvir o canto deles. É só preservar a árvore que vamos ter passarinhos sempre por perto", diz."

Essa é uma excelente iniciativa e que deve ser modelo para outras prefeituras, como a própria Prefeitura Municipal de Uberlândia! Fica aí a sugestão!!

FONTE: http://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1378831-16619,00-PARANA+PRESERVA+CERRADO+DO+TAMANHO+DE+UM+CAMPO+DE+FUTEBOL.html
ACESSO: 15/11/09

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Árvore centenária do Bosque da Ciência está comprometida

2009-11-03 - 14:47:11

A ‘tanimbuca’, árvore que batiza a Ilha existente na área do Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), precisa de intervenção por conta dos abalos sofridos ao longo dos seus mais de 600 anos de vida. Pesquisadores do Instituto vão estudar alternativas para assegurar estabilidade ao exemplar.

Por Mário Bentes

A árvore de mais de 600 anos de idade que batiza a ‘Ilha da Tanimbuca’, no Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), está com quase metade de sua estrutura física comprometida pela ação do tempo.

A constatação é do consultor alemão Frank Rinn, que esteve em Manaus na última sexta-feira (30) a pedido do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Madeiras da Amazônia, do Inpa.

A avaliação, resultante de uma técnica criada pelo próprio consultor, em 1999, apontou que 45% da estrutura da árvore está comprometida, principalmente na área mais interna do tronco, onde há, inclusive, partes completamente ocas ou danificadas possivelmente pela ação de fungos – o que é considerado normal por conta da elevada idade alcançada pela árvore.

Para chegar ao resultado, Rinn utilizou pequenos sismógrafos – aparelhos usados para medir tremores de terra – instalados envolta do tronco da árvore, formando uma espécie de anel nas proximidades da base.

Cada aparelho – onze, no caso da avaliação da tanimbuca (Buchenavea huberi) – estava ligado a um computador com um software especialmente desenvolvido para analisar os dados.

O consultor explica que os aparelhos são instalados nas proximidades da base do tronco (a cerca de um metro do nível do solo) por esta área sofrer a maior tensão física quando da ação das correntes de vento e da gravidade, diferente de áreas do tronco situadas mais acima.

partir de, no mínimo, seis sismógrafos – o que garante, segundo ele, fidelidade aos resultados.

Vibrações indicam saúde da árvore

A partir daí, Rinn aplicou pequenos golpes de martelo em cada um dos onze sismógrafos usados na avaliação, de modo que todos eles, paralelamente, emitiam e recebiam as informações referentes às vibrações dos choques no interior da árvore.

As vibrações de cada golpe variavam conforme a estrutura interna da tanimbuca, fazendo com que as informações chegassem em maior ou menor tempo aos outros sismógrafos.

“As vibrações que partiam de cada área golpeada percorrem áreas diferentes do interior do tronco. O tempo que a vibração leva para percorrer a massa da árvore até os outros medidores, na superfície do tronco, indicam a qualidade da estrutura. Se as vibrações percorrem o interior em pouco tempo, significa que a estrutura está em boas condições, se for o contrário podem haver parte ocas ou áreas danificadas”, explica Frank Rinn.

O mesmo procedimento é repetido algumas vezes em cada sismógrafo até que o software tenha informações suficientes para calcular uma média entre todas as medidas captadas. Rinn explica que o software avalia outros possíveis resultados a partir da “suposição” das condições existentes na área onde a árvore avaliada fica situada.

“O software aponta a estimativa da saúde de uma árvore a partir do terreno ao redor. Se uma árvore, por exemplo, tem abalos no interior do tronco e fica localizada em um descampado, o procedimento vai diminuir o percentual de integridade, porque a árvore estará mais suscetível às forças do vento.

O mesmo não acontece se a árvore está protegida da ação do vento e da chuva pela presença de outras árvores”, explica o consultor.

Inpa vai tomar providências

No caso da tanimbuca do Inpa, avalia Fran Rinn, a estimativa do percentual do que se chama de “insanidade” – problemas de saúde – pode ser menor porque o exemplar fica situado em local de pouco movimento e protegido da ação do vento e da chuva. De qualquer forma, pesquisadores do Inpa já estudam meios para garantir mais estabilidade à árvore.

“Vamos estudar alternativas em dois aspectos: o de engenharia e o biológico. A meta é fazer um equilíbrio entre as formas possíveis de melhorar as condições físicas e a estrutura da tanimbuca como um todo”, explica o coordenador de Ações Estratégicas do Inpa, Estevão Monteiro de Paula.

O trabalho que visa identificar as possíveis alternativas de recuperação da árvore será organizado pela Coordenação de Extensão do Inpa.

Foto: Mário Bentes – No detalhe, o consultor Frank Rinn analisa os dados dos sismógrafos (ao fundo, instalados no tronco da árvore) no computador.

Fonte: http://www.inpa.gov.br/

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

NATIONAL GEOGRAPHIC APRESENTA MATÉRIA SOBRE SEQUÓIAS

A edição de outubro da National Geographic apresenta uma super matéria sobre sequóias nos EUA. Na matéria de capa entitulada "Terra de Gigantes" o explorador Mike Fay percorre 2,9 mil km pela floresta de sequóias da Califórnia para salvá-las.


A caminho do topo da árvore e 106 metros de altura, a botânica Marie Antoine (à esquerda) entrega uma amostra do cerne - 750 anos de biografia, no caso - a Giacomo Renzullo, especialista na ecologia do dossel. Quanto mais velha a árvore, mais madeira ela produz.

Foto: Michael Nichols

Fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/

FIM DE SEMANA PRESTANDO SERVIÇO NA ÁREA DE ESPORTES RADICAIS...





Esse fim de semana as atividades foram relacionadas com esportes radicais variados: rapel, bóia cross, banana bolt, caiaque, tirolesa e o que acho mais interessante, o arvorismo. As atividades fizeram parte da "Semana Jovem" (dias 24 e 25 de outubro de 2009) no Praia Clube (Uberlândia - MG), evento realizado pela Savana Venture.


UM POUCO SOBRE O ARVORISMO...

Chamado também de arborismo ou verticália, o arvorismo é a passagem de uma copa de árvore à outra. A travessia é feita numa montagem de trilhas, passarelas, redes, tirolesas (é a maneira que alpinistas utilizam para transpor vales, canyons e obstáculos elevados e distantes entre si. A pessoa faz a travessia presa a cintos tipo cadeirinha, que desliza por um cabo de aço através de roldanas) e outras atividades suspensas, através de cordas e cabos de aço.

As primeiras práticas de Arvorismo foram registradas na Europa em meados dos anos 90, que inicialmente era feita por pesquisadores com a intenção de estudar espécies encontradas nas copas das árvores como pássaros, bromélias, entre outras. com isso, praticantes de esportes verticais foram aperfeiçoando as técnicas, fazendo com que o esporte hoje se tornasse uma modalidade ecológica bastante apreciada.

O Arvorismo atualmente faz sucesso no Mundo todo, essa modalidade consiste em atravessar percursos acrobáticos feitos através de pistas montadas próximas à copa das árvores com utilização de técnicas de rapel e tirolesa. O esportista precisa percorrer os diferentes circuitos suspensos que ficam a cerca de 7 m do chão, bem no alto das árvores, na medida em que se ultrapassa o percurso, a dificuldade vai aumentando em cada trajeto o que também permite uma adaptação gradual à altura e a prática.

Além de estimular o contato do homem com a natureza e a conscientização para sua preservação, o praticante melhora suas habilidades em termos de equilíbrio, coordenação, confiança e principalmente concentração. O Arvorismo pode ser feito por crianças a partir de doze anos e adultos de qualquer idade, sendo exigido somente altura mínima de 1,40m, que para a segurança os esportistas estão sempre amarrados a cabos de aço para que não haja nenhum risco.

Fonte: http://www.terranossa.com & http://www.portalsaofrancisco.com.br

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

FORMAÇÃO DE DUPLAS PARA COMPOR TURMAS

Atenção pesquisadores, alunos, amantes da natureza e da escalada! Estou formando turmas/duplas para os cursos de escalada em árvores que irão acontecer até o fim do ano! Aproveite e entre em contato para saber os detalhes (valores, carga horária, etc).

Grande abraço

Alexandre

sábado, 10 de outubro de 2009

RECEBI POR E-MAIL!! GOSTEI DA IDÉIA!!!

Essa é para a turma que não diferentemente de mim, vive acessando o google.
Gostei e adotei a idéia. Agora toda consulta que faço é nesse site.
A google lançou um novo site de busca na internet, chamado eco4planet, com a mesma tecnologia e qualidade de busca. A cada 50.000 consultas uma árvore será plantada, e fica disponível no portal o número de mudas atingido. O fundo preto da tela, que a princípio gera estranhamento, acaba por descansar os olhos e economizar 20% da energia do monitor (as práticas responsáveis quase sempre acumulam vantagens).
A iniciativa é nova (a contagem das árvores começou mês passado), e vale a pena divulgar.
O site é... http://www.eco4plan et.com/pt/
Divulguem!

OBS: Se você não consulta assunto algum, não não gosta da internet e não tá nem aí pra Google, pelo menos plante árvores!!!!

Abraços, bom fim de semana!!

Alexandre

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Incêndio invade área de preservação e destrói 160 pequizeiros

Um incêndio destruiu mais de 160 pequizeiros, em Grão Mogol, no norte de Minas. A árvore é protegida por lei e considerada símbolo de Minas Gerais. Segundo o Instituto Estadual de Florestas, o fogo começou em um terreno particular e se espalhou para uma área de preservação permanente.

A empresa responsável pela fazenda foi multada em mais de R$ 970 mil, mas pode recorrer. O supervisor florestal da empresa se comprometeu a plantar mais de três mil mudas na área até o fim do ano.

Funcionários de uma empresa de limpeza de estofados em Belo Horizonte receberam, nessa quarta-feira, uma visita inusitada no meio do expediente. Um funcionário passava pelo quintal da empresa e se surpreendeu com uma arara azul no alto de uma árvore. A espécie está ameaçada de extinção e é uma das principais vítimas dos traficantes de animais silvestres.

Uma caixa de papelão foi usada pelos empregados na captura. Em seguida, eles chamaram a Polícia de Meio Ambiente e entregaram a arara. O animal foi encaminhado para receber os cuidados de um veterinário.

FONTE: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Noticias/BomDiaMinas/0,,MUL1333953-9077-35219,00.html)

SEMENTES PELO AR - Pilotos de vôo livre fazem ato simbólico para incentivar reflorestamento

Pilotos que disputam os campeonatos Mineiro e Brasileiro de voo livre, em Araxá, no Alto Paranaíba, aproveitaram as provas para dar um exemplo de preservação do meio ambiente. Lá de cima, eles jogaram sementes de plantas nativas para ajudar no reflorestamento da região.

FONTE: Globo Minas (http://globominas.globo.com/GloboMinas/Noticias/BomDiaMinas/0,,MUL1334083-9077-2863,00.html)

PARABÉNS A ESSES ATLETAS POR ESSA INICIATIVA!!!!
Alexandre

domingo, 27 de setembro de 2009

IPAM põe fogo em floresta no final de agosto

FONTE: IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia)
Oswaldo de Carvalho Junior, do IPAM

Fogo é um importante agente de transformação da paisagem da Amazônia. Anualmente fogos rasteiros de baixa intensidade queimam milhares de quilômetros quadrados de floresta desta região. Para estudar os efeitos desse fogo nessas florestas, uma equipe de pesquisadores do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) e The Woods Hole Research Center (WHRC) vão queimar 50 hectares (ha) de floresta em uma área de transição entre o Cerrado e a Floresta Amazônica no final do mês de agosto. Este é o maior experimento com fogo experimental em áreas tropicais do mundo e acontecerá em uma Fazenda do grupo Maggi, no município de Querência, Mato Grosso.

A pesquisa foi iniciada em 2004, com o objetivo de identificar e quantificar variáveis que controlam o comportamento do fogo em florestas de transição da Amazônia. Além disso, o experimento tem como objetivo identificar qual a intensidade e a frequência de incêndios que poderiam causar a transformação das florestas da Amazônia em florestas secundárias empobrecidas, de maneira permanente.

O experimento está sendo conduzido em uma área de 150 ha, divididas em três parcelas onde 50 ha não sofrem queimadas – área controle -, 50 ha são queimadas anualmente e outros 50 ha são queimados a cada três anos. Nessas parcelas, são coletados diversos tipos de informações como: espécies de árvores, seu tamanho e abundância, estrutura da floresta (abertura de copa), número de plântulas, medidas do material combustível no chão (galhos e folhas) e também alguns grupos de animais.

Após o fogo, todas essas informações são coletadas novamente de forma a avaliar como este ambiente está reagindo ao fator de degradação. A temperatura e a umidade locais também são monitoradas antes e depois do fogo, para detectar mudanças no microclima da floresta, e a umidade de solo é medida para verificar como essas mudanças estão afetando a disponibilidade de água no solo.

Para realizar o experimento, várias medidas de segurança são tomadas, tanto para garantir a segurança dos pesquisadores e suas equipes como para que o fogo não escape para áreas adjacentes ao experimento.

Os resultados atuais mostram que as florestas de transição são extremamente vulneráveis a incêndios recorrentes. A mortalidade de árvores e cipós aumentou 80% e 120%, respectivamente, em relação ao controle. Além disso, os incêndios florestais acarretaram uma diminuição na quantidade de espécies de 50% em relação a florestas não afetadas pelo fogo. Mais ainda, essas áreas tornam-se mais suscetíveis à invasão de gramíneas não nativas, dificultando a regeneração natural da vegetação.

Saiba mais: Experimento Savanização (http://www.climaedesmatamento.org.br/pesquisas/item/id/4)

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Proteja as arve do nosso Brasil!

" Arve é planta que dá em pé
Pé-de-planta que dá no pau
Trepa-trepa de curumim
Casa santa dos animal
Monstro-serra anuncia a má-fé
Da ganância do capital
Esperança sozinha não é
Solução pra vencer tanto mal

Proteja as arve do nosso Brasil!"
(Luiz Salgado / Marco Aurélio Querubim)

Comemore você também a chegada da estação das flores e o Dia da Árvore!

Ouça a música "Arve" no www.myspace.com/emcantar
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