sexta-feira, 18 de novembro de 2011

GLOBO REPÓRTER NOS CÉUS DO BRASIL

Parabéns a TV Globo especialmente a equipe do programa GLOBO REPÓRTER que na edição de hoje nos brindou com uma matéria muito interessante sobre a biodiversidade na Mata Atlântica! O que nos deixa mais contente é constatar que o Brasil tem demonstrado crescimento nos estudos de dossel e o programa mostrou várias opções de se registrar essa última fronteira do conhecimento. Foi possível verificar o uso de diferentes estratégias para se alcançar o dossel como o balonismo, escalada de árvores, grua com aproximadamente 30m e também o uso de torres para coleta de dados!


Pesquisador Christopher Blum escalando a copa de uma árvore em meio a um jardim de epífitas.


Balão utilizado pelo programa Globo Repórter para documentar a movimentação por diferentes unidades de conservação dentro do bioma Mata Atlântica.


Torre utilizada pelos pesquisadores para coleta de dados sobre a floresta! Um verdadeiro laboratório a serviço da ciência nas alturas.

O Programa terminou chamando a atenção para o grande desafio da atualidade que é a compatibilização de crescimento urbano e expansão das fronteiras agrícolas com a preservação/conservação de nossas florestas! Resta saber até quando teremos a chance de poder pensar em assumir esse desafio antes que seja tarde... Ao ritmo e estilo do homem moderno não é difícil descobrir novas espécies e já adicioná-las a listas de "espécies em risco de extinção". 2011 é o ano Internacional das Florestas, passou tão rápido, tão tímido, uma pena...

Saudações à todos!! Salvem as nossas florestas!!!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Natural High - Tree climbing is no longer kids' stuff. With the right equipment and training, a killer view (and workout) can be yours

By WILLIAM L. HAMILTON

John Clark for The Wall Street Journal
Recreational tree climbing is now largely "technical tree climbing," or climbing with ropes, as professional arborists do.


Read more: http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204394804577009982178326496.html#ixzz1dIjViR41

Everyone should feel on top of the world at least once. Even if you have to haul yourself up. And climbing a tree's not a bad way of getting there. It's available to anyone with a modicum of equipment. Including, of course, a tree. I went up in a 120-year-old red oak at the New York Botanical Garden in the Bronx a couple of weeks ago, with the help of two of its climber/pruners, Corey Link and Zev Reuter. Like most adults, I hadn't climbed a tree in years. My first thought upon getting back down on the ground was to go back up. It's that good. Recreational tree climbing is now largely "technical tree climbing," or climbing with ropes, as professional arborists do. "Free climbing"—what you did as a kid—is discouraged as a sport, because of the danger it represents to the tree. "Rec" tree climbing has its heroes, like Peter "Treeman" Jenkins and his wife, Patty, who established Tree Climbers International, the activity's primary organization. It has its Boswells, like the author Richard Preston, whose book "The Wild Trees"—an ascent into the world's tallest trees—was a result of Mr. Preston's own interest in climbing. It has its Einsteins, like Margaret Lowman, who pioneered the science of canopy research, and calls the vast realm of tree tops the "eighth continent." There's James Cameron's "Avatar," which did for life in the boughs what "Titanic" did for the bottom of the ocean. To get started, it's probably not a great idea to throw a bunch of new gear into a shopping bag and march into the woods by yourself—you need the right instruction. Schools and informal clubs are scattered across the country (see sidebar for a few suggestions). Learning to tie the right knots—the basic technology that takes you up the rope and lets you back down (at a reasonable speed)—is not something you want to master from watching a DVD. And fitting yourself to your gear safely shouldn't be second-guessed. The pleasure of being up in a tree is the lack of cares and the escape from gravity, not the fear. That's why you'll feel like you're seven again. Next, you'll need a tree. Tree-climbing is illegal in national parks, but not national forests. Check rules in local city parks. "A good climbing tree has fairly simple access and lots of relatively evenly spaced branches," Mr. Reuter said. "You have to stand back and view the entire tree as one organism that you're dealing with, as you would in seeing if a ladder is safe."


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What's Your Workout: Go Climb a Tree(08/16/11)

Mr. Reuter checked our red oak at the ground, walking around the trunk to inspect its general health: Severed roots could compromise the root plate that tethers it firmly to the ground and mushrooms could indicate decay. Then he eye-balled the trunk up to the top, looking for large wounds, cracks and deadwood in the canopy. With the throw weight and line, we set my rope at about 50 feet. I stepped into my harness and Mr. Link suited me up, secured me to the rope, did a spot inspection on all points of potential breach and left me to lift myself off the ground. It's hard. "You've got to have a good strength-to-weight ratio," Mr. Link said. "The initial ascent is the hardest. But once you're in the tree it's a lot easier." And fun. A liberating fun that seems like the best sort of travel—to a place that doesn't seem to exist until you enter it. Ms. Lowman's eighth continent above, around and below you. Full of wonder. Mr. Reuter's last piece of advice: "Always have a cellphone." Just in case. And you'll want to get a picture anyway.

Tree-climbing Essentials

In addition to gloves, rope and some muscle, you'll need to gear up to climb properly. Arborist supply sites like SherrillTree (sherrilltree.com), WesSpur (wesspur.com) and TreeStuff (treestuff.com) offer basic packaged kits. Here's some of the stuff you'll get.

Carabiners
These super-strength metal clasps secure your rope and gear to your harness. Rock Exotica Pirate, $17,wesspur.com



Helmet and Goggles
Wear an arborist's helmet, not a bike one. They're rated for strength at the top of your head for falling branches. The goggles protect your eyes from debris and insects. Kask Super Plasma helmet, $135, kaskstore.com; Bug-Eyez mesh goggles, $23, wesspur.com




Saddle Harness
Designed to sit in comfortably, this is your ride up into the tree. Elevation tree-climbing harness, from $221,sherrilltree.com



Throw Weight
Attach this to a lightweight rope called a throwline, then toss it into the tree towards the branch you want to suspend from. When the weight goes over and comes down, you can attach the rigged throwline to your hauling rope and pull it up and over your branch. 12-ounce HighBall throw weight, $17,sherrilltree.com



School Trip: Learn the Ropes

You may have scrambled up trees like a squirrel when you were a kid, but adult climbing is "technical" climbing, involving lots of equipment. A professional should show you the ropes -- literally -- before you swing yourself 60 feet up in the air. You can find instructors and classes across the country, including:

New York Botanical Garden (nybg.org) The Bronx garden has weekend recreational tree-climbing workshops in November; the last one is on the 19th.

Pacific Tree Climbing Institute (pacifictreeclimbing.com). The Eugene, Ore., outfit offers guided tree-climbing expeditions in tall forests in the Pacific Northwest, for all age groups and levels of physical ability. (And yes, the trees are bigger out there.)

Tree Climbers International (treeclimbing.com) The Atlanta-based organization offers a variety of classes for beginners and advanced climbers.
—Dan Neil's Rumble Seat column will return next week.

FONTE: THE WALL STREET JOURNAL http://online.wsj.com

sábado, 8 de outubro de 2011

COLHEITA DE SEMENTES NATIVAS GARANTE A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E A RENDA PARA FAMÍLIAS DO EXTREMO SUL



“A natureza cada dia que passa nos surpreende”, disse o coletor de sementes David Souza, conhecido como Marola, durante a participação no curso de Treinamento em Colheita e Manejo de Sementes Nativas, realizado de 28 a 30 de setembro, na RPPN Estação
Marola é do assentamento Gildázio Barbosa, em Itabela, e trabalha na coleta de sementes desde 2000. Ele conta que participou do curso procurando se atualizar sobre a legalização da atividade, novas técnicas e equipamentos de segurança existentes para a colheita de sementes. “Comecei sozinho, fazia a colheita das sementes e produzia mudas na minha casa. Hoje tenho 16 famílias de agricultores trabalhando comigo e vendo as sementes para viveiros da região. O mercado de compra de sementes nativas é muito bom”, contou Marola destacando também a viabilidade econômica e a sustentabilidade da profissão.
O curso promovido pelo Instituto BioAtlântica (IBio), pelo Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e pela Veracel Celulose teve o objetivo de fortalecimento e capacitação dos atores locais que trabalham com a cadeia produtiva de restauração da Mata Atlântica, explicou o biólogo Alessandro Moraes.
Cerca de quarenta pessoas ligadas a viveiros e a assentamentos participaram dos três dias de curso, quando foram apresentadas informações sobre a Sustentabilidade da Colheita, a legalização da produção e marcação de matrizes, o manejo de equipamentos de colheita, as técnicas de colheita em árvores, a colheita de sementes e o manejo de sementes e produção de mudas.
Preservar e gerar renda – O curso teve o objetivo ainda de apresentar também mais uma alternativa de fonte de renda. “Queremos mostrar que com a colheita de sementes nativas eles têm uma renda extra ou alguns casos eles não necessitam investir em desmatamento para a agricultura. Sendo a coleta de sementes a única atividade deles. Numa estatística inicial, levantamos que a colheita de sementes chega a gerar uma renda média de 700 reais, mas tem épocas que é mais”, revelou Moraes.
Segundo Marola, a atividade garante uma produção anual, diferente das culturas agrícolas e não há a necessidade de se realizar desmatamento de áreas e investir para garantir a produção. “A produção de sementes é permanente, diferente de culturas agrícolas que são sazonais”, destacou.
Acostumado a utilizar a peia feita com três cordas para subir em árvores, Marola conheceu durante o curso, os equipamentos de segurança e aprendeu o manejo adequado desses equipamentos e a utilização de técnicas como o alpinismo, a peia, a escalada, escada, o blocante ao tronco e roldanas, que garantem mais segurança ao profissional no momento da colheita. “Ele preferiu continuar utilizando a peia, mas utilizando os equipamentos de segurança como o blocante ao tronco e o capacete, que lhe dão mais agilidade e segurança durante a colheita”, afirmou o biólogo.
Outra orientação repassada durante o curso foi sobre o manejo sustentável das matrizes de sementes nativas. “A colheita feita de forma inadequada nas árvores nativas, pode acarretar em doenças nas árvores, em desequilíbrio na oferta de alimentos para a fauna e, no futuro, na baixa oferta de sementes dos fragmentos de mata nativa que estão sendo utilizados para a colheita”, alerta Moraes sobre a importância de se adquirir orientação e conhecimento sobre a legislação antes de se começar a atuar na área.
A iniciativa do curso foi do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, Instituto BioAtlântica e Veracel Celulose, com o apoio da Alstom e Storaenso, e com a parceria da Conservação Internacional (CI – Brasil), Embrapa Agroecologia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Universidade Federal de São Carlos – Campus Sorocaba (UFSCar).

FONTE: http://www.veracel.com.br

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

TREINAMENTO DE ESCALADA REALIZADO EM UBERLÂNDIA

Nos dias 17 e 24 realizei treinamento juntamente com um ex aluno, Oscar Perdomo, em duas árvores na Universidade Federal de Uberlândia - Campus Umuarama. As árvores escaladas foram o pau de balsa ou pau balsa (Ochroma pyramidale) e uma espécie de eucalipto (Eucalyptus sp). Seguem algumas fotos do treinamento:







quarta-feira, 21 de setembro de 2011

21 DE SETEMBRO - DIA DA ÁRVORE

Não quero flores no meu enterro, pois sei que vão arrancá-las da floresta.
(Chico Mendes)


Árvore bendita nasceu bem concebida!
Com certeza é a rainha da natureza,
Ninguém duvida, é o exemplo à vida!!!
Árvores plantadas, natureza assegurada...

(Manuel de Almeida)




"Olá, hoje vocês humanos comemoram o nosso dia! Tenho visto muitos de meus irmãos sucumbirem em chamas ou tombados por sua ganancia. Muitos irmãos se tornando móveis ou utensílios para alimentar seu modo de vida efêmero e imediatista! Estamos de olho em vocês... o preço de suas ações poderá ser alto!"

(Um Ent amigo meu da Terra Média)


FELIZ DIA DA ÁRVORE À TODOS... SE É QUE PODEMOS COMEMORAR ALGO...

sábado, 10 de setembro de 2011

EXPEDIÇÃO À NOVA GUINÉ MOSTRA ESCALADA DE ÁRVORES EM NOME DA CIÊNCIA

O programa Globo Repórter (TV Globo) mostrou nesta ultima sexta feira (9/9/2011) uma expedição à Nova Guiné realizada por uma equipe de cientistas e produzido pela BBC. Neste programa vários pesquisadores de diversas áreas investigam a fauna e a flora de Nova Guiné, uma ilha do outro lado do mundo, perto da Austrália, que possui animais raríssimos e até mesmo desconhecidos pela ciência. Durante mais de nove meses, cientistas, cinegrafistas e aventureiros conquistaram as matas virgens e encontraram criaturas entre as mais belas e estranhas da Terra.
O destaque dessa aventura é que alguns dos pesquisadores mostrados no programa utilizaram técnicas de escalada de árvores e também de exploração de cavernas (espeleologia) em aventuras de tirar o fôlego com o objetivo de aumentar o conhecimento sobre a ecologia do local.


Gordon Buchanan - cinegrafista de vida selvagem preparando para escalar uma árvore para documentar uma espécie de ave do paraíso.


Gordon Buchanan durante escalada de uma árvore.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Curso de Produção de Mudas

Quando? 24 setembro 2011 o dia inteiro
Onde? Viveiro Florestal IBF
Rua: Contorno Norte, Km 1,5 a 500 m. do CTG Mate Amargo
Cidade: Apucarana/PR

Site ou Mapa: http://www.clickmudas.com.br/…
Telefone: (43)3324-7551
Tipo de evento: curso, técnico


Descrição do evento:
O Instituto Brasileiro de Florestas - IBF - promove o Curso de Produção de Mudas - Melhores Práticas a ser realizado no mês de setembro de 2011, tendo como palestrantes o Diretor Presidente, Sr. Solano Aquino e o Diretor de Desenvolvimento, Sr. Higino Aquino.

Inscrições on-line:

http://www.clickmudas.com.br/curso-de-produc-o-de-mudas-1.html

Objetivo Geral:

- Expor as técnicas e modos de produção de mudas florestais nativas em viveiros.

Objetivos Específicos:

- Capacitar interessados quanto à produção de mudas florestais em em viveiros;
- Expor as tecnologias existentes quanto à produção de mudas florestais;
- Promover a preservação e conservação ambiental.

Público Alvo:

- Viveiristas;
- Acadêmicos das áreas biológicas e agrárias;
- Pessoas identificadas com questões ambientais.
Obs. Não é necessário conhecimento aprofundado acerca da temática.

O curso abordará de forma prática e dinâmica, em 6 horas/aula, temas como:



- Identificação de espécies nativas;
- Demarcação de matrizes arbóreas;
- Coleta e beneficiamento de sementes;
- Desenvolvimento das mudas e controle fitossanitário;
- Controle de irrigação e fertirrigação;
- Seleção e expedição de mudas;
- Custos para a implantação de viveiro;
- Informações quanto ao mercado;
- Tipos de viveiro;
- Espécies nativas com finalidade comercial;
- Informações sobre fornecedores/ matéria-prima; e
- Exposição do negócio (know - how) do IBF.
O participante receberá um Referencial Teórico para acompanhamento e Certificado.


FONTE: Instituto Brasileiro de Florestas

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

UMA CONTRIBUIÇÃO PARA AS TÉCNICAS DE ESCALADA DE ÁRVORES - VARIAÇÃO DO NÓ DUPLO PESCADOR

Olá amigos escaladores!! Gostaria de dividir uma pequena contribuição para a escalada de árvores, mais especificamente às técnicas de DRT. No último sábado tive a honra de escalar com o Sidney Brasil e com o Carlos Llanos e resolvi mostrar-lhes algo que tinha feito a pelo menos uns 3 anos atras... uma variação do NÓ DUPLO PESCADOR! Ao mostrar para os dois amigos escaladores eles apontaram um interessante uso dessa variação para uma das técnicas de DRT que eles utilizam. Abaixo segue o passo a passo para a montagem da variação e sua aplicação!



Figura 1 - nó duplo pescador (há vídeos no youtube demonstrando sua montagem pra quem se interessar). Aqui ainda não fiz nada, apenas fotografei o nó feito em um cordim circular.
Figura 2 - começa a variação que criei, ao invés de montar o nó sobre apenas o cordim superior eu pego a parte inferior do círculo e monto o nó incluindo essa parte inferior também.
Figura 3 - já está pronto o nó duplo pescador modificado e dessa forma é possível observar 2 alças reguláveis.
Figura 4 - agora é só fazer o ajuste puxando uma das alças até uma das extremidades possuir o diâmetro/espaço suficiente para conexão apenas do mosquetão que irá conectado na cadeirinha ou sela de escalada.
Figura 5 - mostra aplicação do nó duplo pescador modificado agora conectado na corda de escalada.

Bom é isso pessoal, espero que seja útil! Vou providenciar um vídeo pra postar no YOUTUBE pra facilitar a aprendizagem passo-a-passo. Boas escaladas!

sábado, 27 de agosto de 2011

CURSO DE ESCALADA EM ÁRVORES PARA MANEJO DE ARBORIZAÇÃO URBANA EM UBERLÂNDIA

No último dia 25 de agosto (quinta-feira) foi realizado o curso "Escalada em árvores para Manejo de Arborização Urbana" pelo Engenheiro Florestal Sidney Sebastião da Silva Brasil - secretário Regional Norte da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana. O curso contou com uma parte teórica ministrada no período da manhã na UNIUBE e uma parte prática realizada no Parque do Sabiá. Valeu a pena conhecer o trabalho do Sidney Brasil que nos brindou com vários conhecimentos sobre diferentes técnicas de escalada (DRT), tipos de nós, noções de segurança, acessórios utilizados para passagem e proteção da corda de escalada entre outros. Felizmente a cidade de Uberlândia e a região do Triângulo Mineiro tem se preocupado com o assunto, tanto que no ano que vem seremos sede do 16o Congresso Brasileiro de Arborização Urbana onde ocorrerá simultaneamente o Campeonato Brasileiro de Escalada de Árvores. Gostaria de aproveitar para agradecer ao Sidney Brasil pelos ensinamentos passados durante o curso. Foi um prazer participar de seu curso como aluno e poder acrescentar mais conhecimento que será certamente utilizado nos meus cursos. Tive o prazer de escalar com o amigo Sidney e também o Carlos Llanos (arboricultor da Colômbia) hoje pela manhã e trocamos algumas figurinhas sobre tipos de nós, diferentes técnicas, etc. Fico feliz de ver pessoas tão simples, dedicadas e sérias trabalhando pela divulgação da escalada de árvores e aplicando seus conhecimentos na arte da arborização urbana. Amigo Sidney estamos de portas abertas para ações futuras. Abaixo algumas fotos do curso e também da escalada de hoje pela manhã:

Sidney Brasil ministrando a etapa teórica na parte da manhã na UNIUBE.

Sidney Brasil ministrando a etapa prática na parte da tarde no Parque do Sabiá.

Sidney demonstrando uma das técnicas (DRT) com movimentação na copa.

O pessoal que fez o mini curso e o instrutor Sidney Brasil... Valeu demais galera!! SELVA!!!

Em breve estarei postando mais fotos!!

Parabéns as diferentes instituições (UNIUBE, Husqvarna, Vermeer, ISA, SBAU, FIEMG, Secretaria de Meio Ambiente - Uberlândia e Governo de Minas) e em especial à CEMIG e à Prefeitura Municipal de Uberlândia pela iniciativa de organizar um evento de extrema importância para nosso Município. Instituições como a OMS (Organização Mundial de Saúde) e a OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde) vem nos últimos anos trabalhado com os conceitos de "espaços saudáveis" e também "cidades saudáveis" e a arborização urbana pode constituir-se importante ferramenta para se atingir as metas dessas instituições para tornar o ambiente urbano algo mais agradável para se viver.