por João Marcos Rosa em 25 de junho de 2013
Semana passada, fui convidado pelo professor Sérvio Ribeiro, biólogo da Universidade Federal de Ouro Preto, para apresentar alguns trabalhos em uma reunião do Clube de Ciência, em Belo Horizonte. O projeto reúne pesquisadores da região para falar, em ambiente mais informal, de estudos a respeito do dossel, como é chamado o estrato superior da floresta tropical.
Acalorados em discussões sobre os protestos que acontecem pelo Brasil, lembramos do nosso primeiro encontro no parque estadual Rio Doce, leste de Minas Gerais. Na ocasião, Sérvio organizava um Curso de Pesquisa em Dossel e eu produzia uma reportagem para um jornal. Aproveitei que estava no parque e propus ao editor Ronaldo Ribeiro o que seria a minha primeira reportagem para a revista National Geographic Brasil.
Além das portas abertas para a publicação que sempre admirei, minha fotografia, a partir dessa viagem, teve seus horizontes renovados: o dossel, o topo das florestas.
Apesar do medo de altura que sempre me acompanhou, foi paixão à primeira vista. Literalmente. A partir do dia em que alcancei o topo de uma árvore, foram milhares de horas passadas naquele ambiente, em alturas que ultrapassaram os 50 metros. De lá, pude observar a beleza da floresta e suas espécies de um ponto de vista especial.
Curioso para conhecer um pouco mais sobre o dossel? Confira as imagens abaixo e visite os links com reportagens dos fotógrafos de National Geographic Tim Laman (Aves-do-paraíso: paraíso encontrado) e Michael Nichols (As superárvores), produzidas também no alto das árvores.
Vale o esforço para ter a vista do alto da Floresta Nacional de Carajás, Pará.
O escalador Olivier Jaudoin se aproxima de um ninho de harpia. Carajás, Pará.
O pesquisador Benjamin da Luz relaxa em sua rede na Mata Atlântica baiana.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
A revolução das árvores na Turquia
Os últimos acontecimentos de Istambul, Turquia relatados por uma blogueira turca:
"Estou escrevendo para que entendam o que está acontecendo em Istambul nos últimos 5 dias. Pessoalmente, eu tenho que escrevê-lo porque a maioria dos meios de comunicação são calados pelo governo e o boca-a-boca e a internet foram as únicas maneiras que nos restaram para nos explicarmos e gritarmos por ajuda e suporte.
Há quatro dias (28/05/2013) um grupo de pessoas alheias a qualquer organização ou ideologia específica se juntaram no Istanbul's Gezi Park (um importante parque central da cidade). Seus motivos eram simples: prevenir e protestar contra a demolição agendada de todo o parque para a construção de um shopping bem no centro da cidade. Existem numerosos shoppings em Istambul, pelo menos um em cada bairro! O corte das árvores estava programado para iniciar na quinta-feira (28) pela manhã. As pessoas foram até lá: mulheres com seus lenços, pessoas com seus livros, famílias com crianças. Ocuparam a praça com suas barracas e passaram a noite sob as árvores. Na manhã seguinte, quando os tratores começaram a destruir algumas árvores centenárias, as pessoas se puseram no caminho dos operários para interromper a demolição.

Eles não fizeram nada além de manter-se parados frente às máquinas.
Nenhum jornal, nenhum canal de televisão, ninguém estava lá para cobrir o protesto. Houve um completo blecaute da informação por parte da mídia.
Mas a polícia chegou: com seus veículos com canhões de água e spray de pimenta a jato, eles perseguiram a todos em volta do parque.
À noite, o número de protestantes se multiplicou. O mesmo aconteceu com a força policial. Enquanto isso, o governo local de Istambul desabilitou todas as formas de entrada para a Taksim Square, aonde o Gezi Park está localizado. O metrô foi bloqueado, assim como todos os transportes coletivos e inclusive algumas ruas.
Ao contrário do que se queria, mais e mais pessoas marchavam a pé rumo ao centro de Istambul.
Eles vinham de toda parte. Vinham com diferentes passados, diferentes ideologias, diferentes religiões. Todos se reuniram para prevenir a demolição de algo maior do que o parque: O direito de viver como cidadãos honrados de seu país.
Eles se reuniram e marcharam. A polícia os perseguiu com spray de pimenta e muito gás lacrimogênio. Avançavam com seus tanques sobre todos que se colocavam no caminho. Dois jovens foram atropelados e mortos pelos tanques. Outra jovem, uma amiga minha, foi atingida na cabeça por uma lata de gás lacrimogênio. A polícia atirava à queima-roupa e a acertou em cheio, resultando num traumatismo craniano. Ela se encontra em estado grave no hospital.

Estas pessoas são minhas amigas. Meus alunos, meus parentes. Não existe uma <> como o Estado gosta de afirmar. Sua agenda está aí, e está muito clara. O país inteiro está sendo vendido pelo governo às grandes corporações, para a construção de shoppings, condomínios de luxo, rodovias, plantas nucleares. O governo está procurando (e criando quando necessário) qualquer desculpa para atacar a Síria contra a vontade de seu povo.
Acima de tudo isso, o controle do governo sobre a vida das pessoas tem se tornado insuportável nos últimos tempos. O Estado, sob sua agenda conservadora, passou muitas leis e regulamentações relativas ao aborto, à venda e ao uso de álcool e até mesmo restrições sobre a cor do batom das aeromoças das linhas aéreas da Turquia.
As pessoas que estão marchando no centro de Istambul estão demandando o direito de viver livremente e receber justiça, proteção e respeito de seu Estado. Eles demandam envolvimento nas decisões de interesse público do lugar onde vivem.
O que eles receberam além de força excessiva e numerosas quantidades de gás lacrimogênio direto em seus rostos?
Apesar das duas mortes, dos feridos, ou até das duas pessoas que perderam a visão, ainda estão todos lá. Milhares de pessoas se juntando a cada dia.
Escolas, hospitais e até mesmo hotéis 5 estrelas ao redor da Taksim Square abriram suas portas às pessoas feridas. Médicos encheram salas de aula para prover primeiros socorros. Alguns policiais se recusaram a jogar spray em pessoas inocentes e se demitiram.
Ao redor da praça, a polícia colocou bloqueadores de sinal para impossibilitar as pessoas de se comunicarem com seus sinais 3G. Residentes e comerciantes da área disponibilizaram zonas de wireless para que as pessoas conseguissem acesso. Restaurantes estão provendo comida e água sem custo.
Pessoas em Ankara e Izmir se reuniram nas ruas para apoiar a resistência de Istambul.
E os meios de mídia continuam mostrando a Miss Turquia e o gato mais estranho do mundo."
Texto original: http://goo.gl/w37Xr
"Estou escrevendo para que entendam o que está acontecendo em Istambul nos últimos 5 dias. Pessoalmente, eu tenho que escrevê-lo porque a maioria dos meios de comunicação são calados pelo governo e o boca-a-boca e a internet foram as únicas maneiras que nos restaram para nos explicarmos e gritarmos por ajuda e suporte.
Há quatro dias (28/05/2013) um grupo de pessoas alheias a qualquer organização ou ideologia específica se juntaram no Istanbul's Gezi Park (um importante parque central da cidade). Seus motivos eram simples: prevenir e protestar contra a demolição agendada de todo o parque para a construção de um shopping bem no centro da cidade. Existem numerosos shoppings em Istambul, pelo menos um em cada bairro! O corte das árvores estava programado para iniciar na quinta-feira (28) pela manhã. As pessoas foram até lá: mulheres com seus lenços, pessoas com seus livros, famílias com crianças. Ocuparam a praça com suas barracas e passaram a noite sob as árvores. Na manhã seguinte, quando os tratores começaram a destruir algumas árvores centenárias, as pessoas se puseram no caminho dos operários para interromper a demolição.

Eles não fizeram nada além de manter-se parados frente às máquinas.
Nenhum jornal, nenhum canal de televisão, ninguém estava lá para cobrir o protesto. Houve um completo blecaute da informação por parte da mídia.
Mas a polícia chegou: com seus veículos com canhões de água e spray de pimenta a jato, eles perseguiram a todos em volta do parque.
À noite, o número de protestantes se multiplicou. O mesmo aconteceu com a força policial. Enquanto isso, o governo local de Istambul desabilitou todas as formas de entrada para a Taksim Square, aonde o Gezi Park está localizado. O metrô foi bloqueado, assim como todos os transportes coletivos e inclusive algumas ruas.
Ao contrário do que se queria, mais e mais pessoas marchavam a pé rumo ao centro de Istambul.
Eles vinham de toda parte. Vinham com diferentes passados, diferentes ideologias, diferentes religiões. Todos se reuniram para prevenir a demolição de algo maior do que o parque: O direito de viver como cidadãos honrados de seu país.
Eles se reuniram e marcharam. A polícia os perseguiu com spray de pimenta e muito gás lacrimogênio. Avançavam com seus tanques sobre todos que se colocavam no caminho. Dois jovens foram atropelados e mortos pelos tanques. Outra jovem, uma amiga minha, foi atingida na cabeça por uma lata de gás lacrimogênio. A polícia atirava à queima-roupa e a acertou em cheio, resultando num traumatismo craniano. Ela se encontra em estado grave no hospital.

Estas pessoas são minhas amigas. Meus alunos, meus parentes. Não existe uma <
Acima de tudo isso, o controle do governo sobre a vida das pessoas tem se tornado insuportável nos últimos tempos. O Estado, sob sua agenda conservadora, passou muitas leis e regulamentações relativas ao aborto, à venda e ao uso de álcool e até mesmo restrições sobre a cor do batom das aeromoças das linhas aéreas da Turquia.
As pessoas que estão marchando no centro de Istambul estão demandando o direito de viver livremente e receber justiça, proteção e respeito de seu Estado. Eles demandam envolvimento nas decisões de interesse público do lugar onde vivem.
O que eles receberam além de força excessiva e numerosas quantidades de gás lacrimogênio direto em seus rostos?
Apesar das duas mortes, dos feridos, ou até das duas pessoas que perderam a visão, ainda estão todos lá. Milhares de pessoas se juntando a cada dia.
Escolas, hospitais e até mesmo hotéis 5 estrelas ao redor da Taksim Square abriram suas portas às pessoas feridas. Médicos encheram salas de aula para prover primeiros socorros. Alguns policiais se recusaram a jogar spray em pessoas inocentes e se demitiram.
Ao redor da praça, a polícia colocou bloqueadores de sinal para impossibilitar as pessoas de se comunicarem com seus sinais 3G. Residentes e comerciantes da área disponibilizaram zonas de wireless para que as pessoas conseguissem acesso. Restaurantes estão provendo comida e água sem custo.
Pessoas em Ankara e Izmir se reuniram nas ruas para apoiar a resistência de Istambul.
E os meios de mídia continuam mostrando a Miss Turquia e o gato mais estranho do mundo."
Texto original: http://goo.gl/w37Xr
terça-feira, 28 de maio de 2013
Mais um curso básico de acesso ao dossel em Uberlândia neste último fim de semana (25 e 26 de maio de 2013)
É com satisfação que neste fim de semana (25 e 26 de maio) conduzimos mais um curso básico de acesso vertical ao dossel em Uberlândia! Excepcionalmente dessa vez o curso ocorreu em dois lugares diferentes, no Condomínio e Clube Morada do Sol (primeiro dia) e no Centro de Estudos Terra Brazilis (segundo dia). Isso aconteceu porque no dia 26 de maio a chácara da Morada do Sol, onde normalmente utilizo ocorrem os cursos, foi utilizada para outro evento. A despeito do uso de dois lugares diferentes, não tivemos prejuízo quanto à programação e a carga horária do curso. Nesta edição participaram:
Jorge de Oliveira Vitorino – Diretor Presidente do Grupo de Escoteiros São Sebastião em Uberlândia (56o - MG);
Raissa de Almeida Vitorino – estudante do ensino médio, escoteira e filha do Jorge Vitorino;
Baptiste Benoide-Lizon – francês, estudante de horticultura, aluno de intercâmbio na UNESP, campus de Botucatu – SP;
Antoine Quéro - francês, mestrando em Horticultura, aluno de intercâmbio na UNESP, campus de Botucatu – SP;
Da esquerda para direita: Antoine, Baptiste, Jorge, Raissa, Alexandre e Francisco Schimdt.
Turma recebendo as primeiras instruções de manuseio dos blocantes de punho, no primeiro dia do curso.
Merece destaque neste curso o perfil dos alunos, pois tivemos o prazer de receber pela primeira vez alunos estrangeiros (os franceses Antoine e Baptiste) e alunos escoteiros (o Jorge e sua filha Raissa). Falando um pouco sobre cada aluno vamos começar pelo Antoine e pelo Baptiste que são alunos de intercâmbio franceses (convênio entre Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES - e Ministério da Agricultura Francês) pelo Programa Brasil/França Agricultura – Brafagri. O Brafagri é um programa bilateral entre Brasil e França para a troca de estudantes de graduação nas áreas de ciências agronômicas, agroalimentares e medicina veterinária. Antoine e Baptiste são alunos do curso de Horticultura, no Agrocampus Ouest, na cidade de Angers, na França. Quando questionado porque procurou o curso Antoine nos declarou: “Fiquei interessado por esta formação para subir nas árvores, isso porque eu gosto e durante minha vida (estágio, cortar árvores, coletar amostras, estudo ecológico) vou usar essas diferentes técnicas e acho que vou continuar a me formar sobre as diferentes técnicas de escalada nas árvores”. Sobre o curso Antoine nos falou o seguinte: “A formação foi muito boa, interessante, técnica e muito interativa. Não tenho perguntas agora e comecei a entender bem a técnica de SRT. Parabéns a vocês, o método que vocês usam é completo. Obrigado!”
Antoine durante ascensão em corda simples (SRT).
O Baptiste companheiro de intercâmbio do Antoine nos disse que procurou o curso porque sempre foi apaixonado por plantas e principalmente por epífitas e que gosta de escalada. O Baptiste achou o curso bem legal, muito interessante devido aos seguintes motivos: “foi orientado para ecologia e serviços ambientais”; “prático e teórico, achei resposta a todas minhas perguntas”; “instrutores bons!”. Baptiste nos falou ainda que pretende comprar os equipamentos e continuar a escalar árvores porque gostou muito do que conheceu no curso! Já no final do segundo dia, no momento em que estávamos recolhendo o material para finalizar o curso o Baptiste me falou que pretende viajar para Madagascar e escalar árvores por lá com objetivo de pesquisa, o que nos deixou muito felizes e orgulhosos.
Baptiste durante ascensão em corda simples (SRT)quase chegando no galho alvo para sua ancoragem.
Quanto a Raissa ela nos informou que é escoteira, e que desde criança gosta de natureza e de subir em árvores! No seu depoimento ela disse: “meu pai ficou sabendo do curso e me chamou, de última hora resolvi fazer”. Sobre o curso ela afirmou “Gostei muito do curso, pois aprendi como escalar com segurança e como escalar corretamente, foi bom a equipe do curso no todo. Agradeço aos instrutores por todo conhecimento repassado”.
Raissa já estabilizada, após ascensão em corda simples no ponto indicado pelos instrutores, para para fotografia.
E por fim o Jorge nos disse: “O curso foi bom, com bom desempenho e linguagem adequada, tive oportunidade de adquirir as técnicas adequadas para desenvolver atividades com segurança”. Por ser escoteiro o Jorge nos disse que aceitou com alegria o convite para fazer o curso afinal ele gosta muito de atividades ao ar livre, arvorismo, rapel e principalmente por em prática os conhecimentos sobre segurança que utiliza nas atividades escoteiras.
Jorge após executar a técnica de passagem para a rede de dormir, simulando um pernoite na copa.
Foi motivo de muita alegria ter dois escoteiros e dois alunos franceses na turma fazendo o curso com a gente. A França tem muita tradição na área de atividades verticais, e para nós é no mínimo inusitado receber alunos franceses. Eles terão chance de atuar nessa área na França especialmente pela facilidade de aquisição de equipamentos, com preços mais acessíveis que no Brasil. Além disso, há grupos de treeclimb muito experientes por lá e a arboricultura é uma área muito desenvolvida, assim como o paisagismo e a jardinagem. Enfim, estamos torcendo por vocês Antoine e Baptiste, esperamos que vocês possam se profissionalizar nessa área.
Antoine recebendo treinamento de nó blocante em freio descensor enquanto Baptiste na copa realiza a foto.
Mais uma vez utilizamos a formatação 4 alunos e 2 instrutores e a exemplo de outros cursos com essa formação o desempenho das atividades seguiu conforme planejado, com bastante eficiência e segurança. Entretanto sempre peço que os alunos escrevam os pontos positivos e negativos sobre o curso para que possamos avaliar suas observações em reuniões de planejamento dos próximos cursos para melhorarmos o nível e a qualidade das atividades nas futuras turmas. Nesse sentido me chamou a atenção a opinião do Baptiste quanto aos pontos negativos. Ele destacou dois pontos:
1 – ele gostaria de ter feito o curso em uma área de mata primária para ter contato com mais plantas e mais árvores;
2 – achou que 4 alunos é um número alto para a turma pois limita muito o tempo de prática;
Bom quanto ao primeiro ponto nós (instrutores) decidimos escolher árvores dentro do ambiente “urbano” para o curso por questão de segurança, afim de preservar os alunos. Dessa forma em caso de imprevistos ou acidentes, é possível obter atendimento com maior rapidez. Outro motivo dessa escolha é a facilidade da logística para uso de banheiros ou mesmo acesso a refeição, o que acaba não prejudicando a agenda de atividades e o cronograma do curso.
Em relação ao segundo ponto decidimos limitar a turma até 4 alunos para que possa haver maior interação entre as duplas de escaladores, garantia da qualidade e segurança. A ideia é o aluno estar o tempo todo aprendendo, pois o referencial muda constantemente. Você consegue enxergar determinadas coisas quando está escalando e outras quando está vendo seu amigo escalar. Essa é a ideia, mudar o referencial, mas aprender durante todas as atividades do curso em conjunto, interagindo com seus colegas. A despeito disso, e diante de sua observação, nós ficaremos mais atentos para que os alunos não tenham, de forma alguma, essa sensação de “estou praticando pouco porque tenho que acompanhar a turma”! Agradecemos sua contribuição Baptiste!
Alunos no momento da recapitulação dos nós que foram utilizados durante o curso.
Baptiste e Jorge em momento de descontração na copa.
Pessoal mais uma vez agradecemos aos alunos pela escolha do nosso curso! Obrigado ao meu irmão Ronaldo Coletto da Silva e minha cunhada Maria José Floresta e também a bióloga Neiva Beatriz Antunes por cederem mais uma vez suas chácaras para que esse curso pudesse ocorrer. Sem a ajuda de vocês nada disso é possível. Obrigado ao parceiro de atividades verticais Francisco Schimdt pela ajuda em mais um curso. Se você curtiu essa matéria compartilhe com seus amigos, venha nos conhecer e fazer nosso curso também! O agendamento é realizado durante todo o ano, sempre aos fins de semana e/ou feriados e condicionado a disponibilidade de vagas. Entre em contato conosco e tire suas dúvidas! Boa semana, saudações verticais!! SELVA!
Jorge de Oliveira Vitorino – Diretor Presidente do Grupo de Escoteiros São Sebastião em Uberlândia (56o - MG);
Raissa de Almeida Vitorino – estudante do ensino médio, escoteira e filha do Jorge Vitorino;
Baptiste Benoide-Lizon – francês, estudante de horticultura, aluno de intercâmbio na UNESP, campus de Botucatu – SP;
Antoine Quéro - francês, mestrando em Horticultura, aluno de intercâmbio na UNESP, campus de Botucatu – SP;
Da esquerda para direita: Antoine, Baptiste, Jorge, Raissa, Alexandre e Francisco Schimdt.
Turma recebendo as primeiras instruções de manuseio dos blocantes de punho, no primeiro dia do curso.
Merece destaque neste curso o perfil dos alunos, pois tivemos o prazer de receber pela primeira vez alunos estrangeiros (os franceses Antoine e Baptiste) e alunos escoteiros (o Jorge e sua filha Raissa). Falando um pouco sobre cada aluno vamos começar pelo Antoine e pelo Baptiste que são alunos de intercâmbio franceses (convênio entre Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES - e Ministério da Agricultura Francês) pelo Programa Brasil/França Agricultura – Brafagri. O Brafagri é um programa bilateral entre Brasil e França para a troca de estudantes de graduação nas áreas de ciências agronômicas, agroalimentares e medicina veterinária. Antoine e Baptiste são alunos do curso de Horticultura, no Agrocampus Ouest, na cidade de Angers, na França. Quando questionado porque procurou o curso Antoine nos declarou: “Fiquei interessado por esta formação para subir nas árvores, isso porque eu gosto e durante minha vida (estágio, cortar árvores, coletar amostras, estudo ecológico) vou usar essas diferentes técnicas e acho que vou continuar a me formar sobre as diferentes técnicas de escalada nas árvores”. Sobre o curso Antoine nos falou o seguinte: “A formação foi muito boa, interessante, técnica e muito interativa. Não tenho perguntas agora e comecei a entender bem a técnica de SRT. Parabéns a vocês, o método que vocês usam é completo. Obrigado!”
Antoine durante ascensão em corda simples (SRT).
O Baptiste companheiro de intercâmbio do Antoine nos disse que procurou o curso porque sempre foi apaixonado por plantas e principalmente por epífitas e que gosta de escalada. O Baptiste achou o curso bem legal, muito interessante devido aos seguintes motivos: “foi orientado para ecologia e serviços ambientais”; “prático e teórico, achei resposta a todas minhas perguntas”; “instrutores bons!”. Baptiste nos falou ainda que pretende comprar os equipamentos e continuar a escalar árvores porque gostou muito do que conheceu no curso! Já no final do segundo dia, no momento em que estávamos recolhendo o material para finalizar o curso o Baptiste me falou que pretende viajar para Madagascar e escalar árvores por lá com objetivo de pesquisa, o que nos deixou muito felizes e orgulhosos.
Baptiste durante ascensão em corda simples (SRT)quase chegando no galho alvo para sua ancoragem.
Quanto a Raissa ela nos informou que é escoteira, e que desde criança gosta de natureza e de subir em árvores! No seu depoimento ela disse: “meu pai ficou sabendo do curso e me chamou, de última hora resolvi fazer”. Sobre o curso ela afirmou “Gostei muito do curso, pois aprendi como escalar com segurança e como escalar corretamente, foi bom a equipe do curso no todo. Agradeço aos instrutores por todo conhecimento repassado”.
Raissa já estabilizada, após ascensão em corda simples no ponto indicado pelos instrutores, para para fotografia.
E por fim o Jorge nos disse: “O curso foi bom, com bom desempenho e linguagem adequada, tive oportunidade de adquirir as técnicas adequadas para desenvolver atividades com segurança”. Por ser escoteiro o Jorge nos disse que aceitou com alegria o convite para fazer o curso afinal ele gosta muito de atividades ao ar livre, arvorismo, rapel e principalmente por em prática os conhecimentos sobre segurança que utiliza nas atividades escoteiras.
Jorge após executar a técnica de passagem para a rede de dormir, simulando um pernoite na copa.
Foi motivo de muita alegria ter dois escoteiros e dois alunos franceses na turma fazendo o curso com a gente. A França tem muita tradição na área de atividades verticais, e para nós é no mínimo inusitado receber alunos franceses. Eles terão chance de atuar nessa área na França especialmente pela facilidade de aquisição de equipamentos, com preços mais acessíveis que no Brasil. Além disso, há grupos de treeclimb muito experientes por lá e a arboricultura é uma área muito desenvolvida, assim como o paisagismo e a jardinagem. Enfim, estamos torcendo por vocês Antoine e Baptiste, esperamos que vocês possam se profissionalizar nessa área.
Antoine recebendo treinamento de nó blocante em freio descensor enquanto Baptiste na copa realiza a foto.
Mais uma vez utilizamos a formatação 4 alunos e 2 instrutores e a exemplo de outros cursos com essa formação o desempenho das atividades seguiu conforme planejado, com bastante eficiência e segurança. Entretanto sempre peço que os alunos escrevam os pontos positivos e negativos sobre o curso para que possamos avaliar suas observações em reuniões de planejamento dos próximos cursos para melhorarmos o nível e a qualidade das atividades nas futuras turmas. Nesse sentido me chamou a atenção a opinião do Baptiste quanto aos pontos negativos. Ele destacou dois pontos:
1 – ele gostaria de ter feito o curso em uma área de mata primária para ter contato com mais plantas e mais árvores;
2 – achou que 4 alunos é um número alto para a turma pois limita muito o tempo de prática;
Bom quanto ao primeiro ponto nós (instrutores) decidimos escolher árvores dentro do ambiente “urbano” para o curso por questão de segurança, afim de preservar os alunos. Dessa forma em caso de imprevistos ou acidentes, é possível obter atendimento com maior rapidez. Outro motivo dessa escolha é a facilidade da logística para uso de banheiros ou mesmo acesso a refeição, o que acaba não prejudicando a agenda de atividades e o cronograma do curso.
Em relação ao segundo ponto decidimos limitar a turma até 4 alunos para que possa haver maior interação entre as duplas de escaladores, garantia da qualidade e segurança. A ideia é o aluno estar o tempo todo aprendendo, pois o referencial muda constantemente. Você consegue enxergar determinadas coisas quando está escalando e outras quando está vendo seu amigo escalar. Essa é a ideia, mudar o referencial, mas aprender durante todas as atividades do curso em conjunto, interagindo com seus colegas. A despeito disso, e diante de sua observação, nós ficaremos mais atentos para que os alunos não tenham, de forma alguma, essa sensação de “estou praticando pouco porque tenho que acompanhar a turma”! Agradecemos sua contribuição Baptiste!
Alunos no momento da recapitulação dos nós que foram utilizados durante o curso.
Baptiste e Jorge em momento de descontração na copa.
Pessoal mais uma vez agradecemos aos alunos pela escolha do nosso curso! Obrigado ao meu irmão Ronaldo Coletto da Silva e minha cunhada Maria José Floresta e também a bióloga Neiva Beatriz Antunes por cederem mais uma vez suas chácaras para que esse curso pudesse ocorrer. Sem a ajuda de vocês nada disso é possível. Obrigado ao parceiro de atividades verticais Francisco Schimdt pela ajuda em mais um curso. Se você curtiu essa matéria compartilhe com seus amigos, venha nos conhecer e fazer nosso curso também! O agendamento é realizado durante todo o ano, sempre aos fins de semana e/ou feriados e condicionado a disponibilidade de vagas. Entre em contato conosco e tire suas dúvidas! Boa semana, saudações verticais!! SELVA!
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Jardim Botânico promove curso de poda e escalada em árvores
O Jardim Botânico, em Porto Alegre, sediará nos dias 27 e 28 de julho o curso Manutenção de Árvores: técnicas de poda e treinamento de escalada em árvores. O custo é de R$ 500,00 e o participante receberá certificado da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana. As vagas são limitadas e a inscrição deve ser solicitada aqui.
"A poda de uma árvore pode significar o melhor ou o pior desenvolvimento da planta ou, dependendo da intervenção, a morte de um exemplar", diz Walmir Schinoff, engenheiro agrônomo do Jardim Botânico. Schinoff também alerta que os aspectos de segurança são fundamentais para a realização deste tipo trabalho.
A programação prevê fundamentos de teoria e prática de técnicas de poda, corte em altura com segurança, análise de risco da área de trabalho e da árvore, técnicas de escalada, deslocamento na copa e resgate aéreo. A capacitação também vai tratar sobre a segurança que engloba os equipamentos para a escalada, sinalização, ancoragem e outros procedimentos.
Mais informações pelo telefone/fax (51) 3320-2024 ou pelo e-mail jbotanico@fzb.rs.gov.br. O evento é uma realização do Jardim Botânico da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul , conjuntamente com a Associação de Parceiros do Jardim Botânico (APJB).
Texto: Assessoria FZB
Edição: Redação Secom (51) 3210.4305
FONTE: http://www.estado.rs.gov.br/
"A poda de uma árvore pode significar o melhor ou o pior desenvolvimento da planta ou, dependendo da intervenção, a morte de um exemplar", diz Walmir Schinoff, engenheiro agrônomo do Jardim Botânico. Schinoff também alerta que os aspectos de segurança são fundamentais para a realização deste tipo trabalho.
A programação prevê fundamentos de teoria e prática de técnicas de poda, corte em altura com segurança, análise de risco da área de trabalho e da árvore, técnicas de escalada, deslocamento na copa e resgate aéreo. A capacitação também vai tratar sobre a segurança que engloba os equipamentos para a escalada, sinalização, ancoragem e outros procedimentos.
Mais informações pelo telefone/fax (51) 3320-2024 ou pelo e-mail jbotanico@fzb.rs.gov.br. O evento é uma realização do Jardim Botânico da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul , conjuntamente com a Associação de Parceiros do Jardim Botânico (APJB).
Texto: Assessoria FZB
Edição: Redação Secom (51) 3210.4305
FONTE: http://www.estado.rs.gov.br/
domingo, 21 de abril de 2013
AULA DE CAMPO "RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS" NO PARQUE ESTADUAL DO PAU FURADO - UBERLÂNDIA - MG
No último sábado (20/04/2013) realizei uma aula de campo no Parque Estadual do Pau Furado (PEPF), uma unidade de conservação do SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação) situada no município de Uberlândia - MG. Trata-se de uma unidade de conservação de proteção integral com algumas importantes fitofisionomias representativas do cerrado! O parque possui uma área total de 2.186,85 hectares e abrange também o município de Araguari. Participaram desta aula de campo alunos da Faculdade Católica (especialização em Paisagismo e Plantas Ornamentais) e da UNIUBE (Engenharia Ambiental). Gostaria de agradecer a atenção e as explanações realizadas pelo gerente do parque, geógrafo Bruno Rosa Alves e também pelos monitores Guilherme de Oliveira Bueno (geógrafo) e Renata Leandra de Almeida Castro (bióloga), todos funcionários do IEF (Instituto Estadual de Florestas). Também gostaria de registrar e agradecer a participação dos professores Edivane Cardoso da Silva e Flávia Alice. A aula de campo foi muito proveitosa porque foi possível visitarmos diferentes áreas dentro do parque que estão sendo alvo de projetos de recuperação. Nessas áreas, embora com características (relevo, solo, etc) e estágios de recuperação diferentes, notamos que há o predomínio das técnicas de plantio direto. Entretanto foi possível constatar no bate papo entre alunos, professores e monitores do parque que há a necessidade de se estudar e testar com mais ênfase, as técnicas de nucleação. O PEPF tem um potencial incrível para a pesquisa e ecoturismo e o Bruno Rosa Alves nos afirmou que a unidade está a disposição para receber projetos de pesquisa, especialmente aqueles que utilizem ferramentas com vistas a preservação e manutenção da fauna e flora local. É importante que a população de Uberlândia e da região conheça nossas unidades de conservação e entenda a importância da preservação de áreas como essa. Já participei de alguns eventos no parque demonstrando as técnicas básicas de escalada em árvores e eventualmente participo de coletas de sementes como voluntário do parque e vou confessar, trata-se de um espaço incrível para laser e para pesquisa. Recomendo à todos que conheçam o PEPF, que inclusive oferece periodicamente cursos muito interessantes (brigadista de incêndio, primeiros socorros, etc) e para obter maiores informações sobre as atividades desenvolvidas lá, o internauta pode acessar o blog oficial do PEPF, muito bacana por sinal, pelo link: http://paufurado.blogspot.com.br/. Fiquem com o registro dessa aula nas fotos abaixo:












terça-feira, 16 de abril de 2013
Encontros com harpia gigante da Venezuela - BBC
Embora o vídeo seja antigo, filmado provavelmente em 2009 e veiculado na TV em 2010, vale a pena conferir o trabalho de uma equipe de filmagem da BBC que documentou a vida íntima de uma das maiores e mais poderosas águias do mundo, a harpia da América Central e América do Sul. Durante os trabalhos de filmagem desse documentário, a equipe de produção sofreu um ataque de sobrevoo da harpia. A matéria original no site da BBC pode ser conferida no link http://news.bbc.co.uk/earth/hi/earth_news/newsid_8774000/8774926.stm e o vídeo documentário também pode ser encontrado em http://www.youtube.com/watch?v=R8ce1TvnXIo.
Recomendo que observem os equipamentos do cineasta de vida selvagem Fergus Beeley, considerado por alguns como o substituto do renomado naturalista David Attenborough.
Espero que gostem dessa dica de documentário e reportagem da BBC. Grande abraço e boas escaladas!
Alexandre Coletto da Silva
Recomendo que observem os equipamentos do cineasta de vida selvagem Fergus Beeley, considerado por alguns como o substituto do renomado naturalista David Attenborough.
Espero que gostem dessa dica de documentário e reportagem da BBC. Grande abraço e boas escaladas!
Alexandre Coletto da Silva
segunda-feira, 25 de março de 2013
Saiba quais são as árvores mais antigas do planeta
As árvores estão entre os organismos que possuem maior tempo de vida no planeta. Existem registros de, ao menos, 50 exemplares que já ultrapassaram o primeiro milênio, no entanto, o número de árvores tão antigas assim pode ser ainda maior. Existem algumas razões para que as árvores sobrevivam por tanto tempo assim. Uma das explicações está relacionada ao sistema vascular destas espécies, que permitem que parte das árvores morra, enquanto outras partes ganham vida. Além disso, muitos exemplares são capazes de desenvolver sistemas altamente eficientes no combate a bactérias e parasitas. O vigor das árvores é muito diferentes dos animais, por exemplo. Com três mil anos elas são capazes de continuar a crescer como se estivesse com cem anos. As mutações genéticas também não são acumuladas, permitindo maiores chances de um crescimento saudável.
Abaixo estão algumas das árvores mais antigas do planeta:
Pando
Esta não é apenas uma árvore, trata-se de uma colônia em Utah, nos Estados Unidos. Ela ocupa uma área de 105 hectares, com árvores geneticamente idênticas, conectadas por um sistema de raiz. A estimativa é de que a colônia exista há, pelo menos, 80 mil anos, mas é possível que o início desta floresta esteja datado há um milhão de anos.

Methuselah
O nome desta árvore é uma referência ao homem mais velho registrado na Bíblia. Ela está localizada em uma reserva californiana e tem 4.765 anos de idade. De acordo com o Wired, ela já tinha cem anos de idade quando as pirâmides do Egito foram construídas. Para protegê-la de vandalismos, o serviço florestal norte-americano mantém a localização exata em segredo.

Zoroastrian Sarv
É um cipreste gigante, localizado em Abarkooh, no Irã. Não se tem o ano certo de quanto a árvore começou a brotar, mas a idade varia entre quatro mil e quatro mil e quinhentos anos. Ela tem atualmente 24,6 metros de altura e uma circunferência de 11,3 metros, suficientes para torná-la um símbolo nacional no país oriental.

Jomn Sugi
É a maior conífera do Japão com 24,9 metros de altura e 16 metros de circunferência. Ela cresce na floresta da montanha mais alta da ilha de Yakushima. Os anéis desta árvore sugerem que ela tenha ao menos dois mil anos de idade. Porém, existem estimativas de que ela tenha até sete mil anos.

Kongeegen
Este carvalho, todo retorcido, está localizado na floresta de Jaegerspris, na Dinamarca. Ela disputa o título de árvore mais antiga da Europa, com idade entre 1.500 e dois mil anos. Tanto tempo de crescimento está em risco, devido às árvores que crescem ao redor e têm sufocado o Kongeegen.

Te Matua Ngahere
Com aproximadamente dois mil anos, o Te Matua Ngahere é um majestoso Kauri, considerado a árvore mais grossa da Nova Zelândia, com 15 metros de circunferência. O nome vem da língua maori e significa “Pai da Floresta”. Em 2007 ela foi severamente danificada por uma tempestade.

Alerce
Foi descoberto em 1993, situado na Cordilheira dos Andes, Chile. Os cientistas que analisaram os anéis calcular que o Alerce tenha 3.620 anos de idade. Ela é a mais antiga a ter sua idade exata calculada.

FONTE: http://www.revistaamazonia.com.br
Abaixo estão algumas das árvores mais antigas do planeta:
Pando
Esta não é apenas uma árvore, trata-se de uma colônia em Utah, nos Estados Unidos. Ela ocupa uma área de 105 hectares, com árvores geneticamente idênticas, conectadas por um sistema de raiz. A estimativa é de que a colônia exista há, pelo menos, 80 mil anos, mas é possível que o início desta floresta esteja datado há um milhão de anos.

Methuselah
O nome desta árvore é uma referência ao homem mais velho registrado na Bíblia. Ela está localizada em uma reserva californiana e tem 4.765 anos de idade. De acordo com o Wired, ela já tinha cem anos de idade quando as pirâmides do Egito foram construídas. Para protegê-la de vandalismos, o serviço florestal norte-americano mantém a localização exata em segredo.

Zoroastrian Sarv
É um cipreste gigante, localizado em Abarkooh, no Irã. Não se tem o ano certo de quanto a árvore começou a brotar, mas a idade varia entre quatro mil e quatro mil e quinhentos anos. Ela tem atualmente 24,6 metros de altura e uma circunferência de 11,3 metros, suficientes para torná-la um símbolo nacional no país oriental.

Jomn Sugi
É a maior conífera do Japão com 24,9 metros de altura e 16 metros de circunferência. Ela cresce na floresta da montanha mais alta da ilha de Yakushima. Os anéis desta árvore sugerem que ela tenha ao menos dois mil anos de idade. Porém, existem estimativas de que ela tenha até sete mil anos.

Kongeegen
Este carvalho, todo retorcido, está localizado na floresta de Jaegerspris, na Dinamarca. Ela disputa o título de árvore mais antiga da Europa, com idade entre 1.500 e dois mil anos. Tanto tempo de crescimento está em risco, devido às árvores que crescem ao redor e têm sufocado o Kongeegen.

Te Matua Ngahere
Com aproximadamente dois mil anos, o Te Matua Ngahere é um majestoso Kauri, considerado a árvore mais grossa da Nova Zelândia, com 15 metros de circunferência. O nome vem da língua maori e significa “Pai da Floresta”. Em 2007 ela foi severamente danificada por uma tempestade.

Alerce
Foi descoberto em 1993, situado na Cordilheira dos Andes, Chile. Os cientistas que analisaram os anéis calcular que o Alerce tenha 3.620 anos de idade. Ela é a mais antiga a ter sua idade exata calculada.

FONTE: http://www.revistaamazonia.com.br
segunda-feira, 18 de março de 2013
Mais um curso básico de acesso ao dossel em Uberlândia neste último fim de semana (16 e 17 de março de 2013)
Final de semana com mais um prazeroso curso de acesso vertical ao dossel (escalada de árvores) neste início de 2013. Como de praxe o curso ocorreu no Condomínio e Clube Morada do Sol em Uberlândia - MG. Para este curso a turma foi composta pelos seguintes alunos:
José Randi de Jesus – técnico administrativo (auxiliar de saúde no hospital escola da Universidade Federal de Uberlândia -UFU).
Danielle Cristina dos Santos Cosac – bióloga, consultora no Ministério da Saúde em Brasília - DF.
Pedro Alvarenga Cavalcante – biólogo, servidor da Secretária de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Uberlândia.
Karlaine Guimarães Severino – farmacêutico com especialização em etnofarmacologia, psicanalista clínico com mestrado em Ciências da Religião (ênfase em estados alterados de consciência e xamanismo), doutorado em Ciências da Religião (ênfase em estados alterados de consciência e xamanismo).
O destaque nesta edição vai para o Sr. José Randi de Jesus por ser o “mais experiente” aluno até hoje a passar por meu curso. Prestes a completar 60 anos o Sr. José esbanjou disposição e determinação durante o curso. Ele sempre procurou um curso semelhante a esse, mas não sabia que em Uberlândia havia curso na área. Ao passar pelos corredores dos Blocos da Universidade Federal de Uberlândia viu o folder de divulgação do curso e prontamente entrou em contato comigo solicitando maiores informações. O Sr. José nos confessou que quase desistiu do curso no primeiro dia mas no segundo ele considerou que evolui bastante, superou seus medos e rompeu barreiras. Sobre essa ruptura com as barreiras ele disse: “Mas o primeiro passo foi dado e eu vou ser mais um a não ser vencido”. É muito legal ver a determinação de pessoas como o Sr. José mostrando que a treeclimb é uma atividade dos “8 aos 88”. O Pedro já possui uma experiência com escalada de árvores por conta do treinamento que foi oferecido pela SBAU (Sociedade Brasileira de Arborização Urbana) para o V Campeonato Brasileiro de Escalada (ocorido em Uberlândia no ano passado) embora ele não tenha competido neste evento. O Pedro nos relatou que procurou o curso para se familiarizar mais com as técnicas de acesso vertical com vistas a conhecer melhor a fauna e flora do dossel. O Pedro se mostrou bem dinâmico e com amplo conhecimento sobre espécies de aves e também plantas do Cerrado, bem como seus nomes científicos. Sua avaliação do curso foi: “O curso é prático, bem ministrado sendo que os instrutores realizam um trabalho interessante e complementar.”. O Karlaine nos relatou que procurou o curso com objetivo recreacional, mas também porque trabalha com coleta botânica e pretende treinar e aprimorar mais as técnicas para aplica-las in locu no campo. Sobre sua impressão acerca do curso o Karlaine afirmou: “Gostei muito da didática e sequência dos tópicos abordados. Os instrutores são bem preparados e prestativos”. Já a Danielle, que possui experiência com ornitologia, pretende futuramente utilizar as técnicas para voltar a estudar aves. A Danielle em seu depoimento afirmou: “O curso foi muito proveitoso, espero ter a oportunidade de aprimorar a técnica e recomendo o curso. Os instrutores são muito atenciosos, a escalada é bastante segura, uma experiência marcante!”.
Mais uma vez testei a formatação 4 alunos e 2 instrutores e a exemplo do último curso o desempenho das atividades seguiu conforme planejado, com bastante eficiência e segurança no transcorrer das etapas e técnicas que compõem esse curso básico. Creio que poderei manter essa nova formatação (com 4 alunos) como definitivamente implantada. Entretanto manterei as reuniões de avaliação e treinamento dos instrutores/monitores, afim de sempre melhorarmos o nível dos cursos nas futuras turmas. Nós instrutores agradecemos aos 4 alunos da turma “março de 2013” pela confiança e escolha do nosso curso. Mais uma vez podemos afirmar que vocês proporcionaram nosso crescimento e esperamos que a amizade e a comunicação entre nós não cesse. Mais uma vez obrigado Schimdt pela colaboração no curso e pelas válidas instruções. Fiquem com algumas fotos do curso:
Da esquerda para a direita: Sr. José Randi, Franscisco Schimdt, Karlaine, Pedro e Danielle. Agachado: Alexandre Coletto da Silva.

Alunos preparando e inspecionando os equipamentos do kit individual para o início das atividades.

Francisco Schimdt dando instruções para o Pedro se preparar para a troca de equipamentos de ascensão para descensão.

Alexandre Coletto dando instruções sobre a montagem básica do descensor ou freio em 8 para os alunos.

Francisco Schimdt explicando diferentes tipos de nós e suas aplicações para os alunos.

Daniella Cosac em ascensão com colheitadeira aérea em punho pra coleta de amostras botânicas.

Francisco Schimdt em ascensão por meio de DRT inspecionando uma via instalada previamente para uso dos instrutores como forma de garantir segurança aos alunos.
José Randi de Jesus – técnico administrativo (auxiliar de saúde no hospital escola da Universidade Federal de Uberlândia -UFU).
Danielle Cristina dos Santos Cosac – bióloga, consultora no Ministério da Saúde em Brasília - DF.
Pedro Alvarenga Cavalcante – biólogo, servidor da Secretária de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Uberlândia.
Karlaine Guimarães Severino – farmacêutico com especialização em etnofarmacologia, psicanalista clínico com mestrado em Ciências da Religião (ênfase em estados alterados de consciência e xamanismo), doutorado em Ciências da Religião (ênfase em estados alterados de consciência e xamanismo).
O destaque nesta edição vai para o Sr. José Randi de Jesus por ser o “mais experiente” aluno até hoje a passar por meu curso. Prestes a completar 60 anos o Sr. José esbanjou disposição e determinação durante o curso. Ele sempre procurou um curso semelhante a esse, mas não sabia que em Uberlândia havia curso na área. Ao passar pelos corredores dos Blocos da Universidade Federal de Uberlândia viu o folder de divulgação do curso e prontamente entrou em contato comigo solicitando maiores informações. O Sr. José nos confessou que quase desistiu do curso no primeiro dia mas no segundo ele considerou que evolui bastante, superou seus medos e rompeu barreiras. Sobre essa ruptura com as barreiras ele disse: “Mas o primeiro passo foi dado e eu vou ser mais um a não ser vencido”. É muito legal ver a determinação de pessoas como o Sr. José mostrando que a treeclimb é uma atividade dos “8 aos 88”. O Pedro já possui uma experiência com escalada de árvores por conta do treinamento que foi oferecido pela SBAU (Sociedade Brasileira de Arborização Urbana) para o V Campeonato Brasileiro de Escalada (ocorido em Uberlândia no ano passado) embora ele não tenha competido neste evento. O Pedro nos relatou que procurou o curso para se familiarizar mais com as técnicas de acesso vertical com vistas a conhecer melhor a fauna e flora do dossel. O Pedro se mostrou bem dinâmico e com amplo conhecimento sobre espécies de aves e também plantas do Cerrado, bem como seus nomes científicos. Sua avaliação do curso foi: “O curso é prático, bem ministrado sendo que os instrutores realizam um trabalho interessante e complementar.”. O Karlaine nos relatou que procurou o curso com objetivo recreacional, mas também porque trabalha com coleta botânica e pretende treinar e aprimorar mais as técnicas para aplica-las in locu no campo. Sobre sua impressão acerca do curso o Karlaine afirmou: “Gostei muito da didática e sequência dos tópicos abordados. Os instrutores são bem preparados e prestativos”. Já a Danielle, que possui experiência com ornitologia, pretende futuramente utilizar as técnicas para voltar a estudar aves. A Danielle em seu depoimento afirmou: “O curso foi muito proveitoso, espero ter a oportunidade de aprimorar a técnica e recomendo o curso. Os instrutores são muito atenciosos, a escalada é bastante segura, uma experiência marcante!”.
Mais uma vez testei a formatação 4 alunos e 2 instrutores e a exemplo do último curso o desempenho das atividades seguiu conforme planejado, com bastante eficiência e segurança no transcorrer das etapas e técnicas que compõem esse curso básico. Creio que poderei manter essa nova formatação (com 4 alunos) como definitivamente implantada. Entretanto manterei as reuniões de avaliação e treinamento dos instrutores/monitores, afim de sempre melhorarmos o nível dos cursos nas futuras turmas. Nós instrutores agradecemos aos 4 alunos da turma “março de 2013” pela confiança e escolha do nosso curso. Mais uma vez podemos afirmar que vocês proporcionaram nosso crescimento e esperamos que a amizade e a comunicação entre nós não cesse. Mais uma vez obrigado Schimdt pela colaboração no curso e pelas válidas instruções. Fiquem com algumas fotos do curso:
Da esquerda para a direita: Sr. José Randi, Franscisco Schimdt, Karlaine, Pedro e Danielle. Agachado: Alexandre Coletto da Silva.

Alunos preparando e inspecionando os equipamentos do kit individual para o início das atividades.

Francisco Schimdt dando instruções para o Pedro se preparar para a troca de equipamentos de ascensão para descensão.

Alexandre Coletto dando instruções sobre a montagem básica do descensor ou freio em 8 para os alunos.

Francisco Schimdt explicando diferentes tipos de nós e suas aplicações para os alunos.

Daniella Cosac em ascensão com colheitadeira aérea em punho pra coleta de amostras botânicas.

Francisco Schimdt em ascensão por meio de DRT inspecionando uma via instalada previamente para uso dos instrutores como forma de garantir segurança aos alunos.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
II JORNADA DE PAISAGISMO PLANTARUM
JARDINS TEMÁTICOS
Dia 18 de maio de 2013 (sábado) - Jardim Botânico Plantarum - Nova Odessa – SP.
Encontro técnico com ciclo de palestras destinado a paisagistas, viveiristas, estudantes, interessados e demais profissionais das áreas relacionadas à jardinagem e ao paisagismo. Aproveite esta valiosa oportunidade de aprendizado e intercâmbio sobre a seleção criteriosa de espécies vegetais e demais exigências técnicas para a construção eficiente de jardins temáticos.
PROGRAMAÇÃO
9h - Credenciamento e café de boas vindas (incluso) no Centro de Eventos JBP.
9h45min – Palestra Jardins Coloridos – Engenheiro agrônomo Harri Lorenzi
11h – Palestra Jardins de Gramíneas – Engenheiro agrônomo Adriano Alves de Souza
12h30min - Almoço (incluso) no Centro de Eventos e tempo livre para percorrer a área de visitação do JBP com 80 mil m2 de jardins temáticos e mais de 3700 espécies vegetais.
14h – Palestra Jardins de Suculentas- Engenheiro agrônomo Gerardus Olsthoorn
15h15min – Palestra Jardins Litorâneos - Engenheiro agrônomo Danilo Viana Lima
17h - Lançamento do livro Plantas para Jardins no Brasil - Harri Lorenzi e sessão de autógrafos com o autor.
JARDINS TEMÁTICOS
Dia 18 de maio de 2013 (sábado) - Jardim Botânico Plantarum - Nova Odessa – SP.
Encontro técnico com ciclo de palestras destinado a paisagistas, viveiristas, estudantes, interessados e demais profissionais das áreas relacionadas à jardinagem e ao paisagismo. Aproveite esta valiosa oportunidade de aprendizado e intercâmbio sobre a seleção criteriosa de espécies vegetais e demais exigências técnicas para a construção eficiente de jardins temáticos.
PROGRAMAÇÃO
9h - Credenciamento e café de boas vindas (incluso) no Centro de Eventos JBP.
9h45min – Palestra Jardins Coloridos – Engenheiro agrônomo Harri Lorenzi
11h – Palestra Jardins de Gramíneas – Engenheiro agrônomo Adriano Alves de Souza
12h30min - Almoço (incluso) no Centro de Eventos e tempo livre para percorrer a área de visitação do JBP com 80 mil m2 de jardins temáticos e mais de 3700 espécies vegetais.
14h – Palestra Jardins de Suculentas- Engenheiro agrônomo Gerardus Olsthoorn
15h15min – Palestra Jardins Litorâneos - Engenheiro agrônomo Danilo Viana Lima
17h - Lançamento do livro Plantas para Jardins no Brasil - Harri Lorenzi e sessão de autógrafos com o autor.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
PRIMEIRO CURSO DO ANO 2013 - 19 E 20 DE JANEIRO
É com satisfação que registro o primeiro curso de ascensão vertical ao dossel (escalada de árvores) neste ano de 2013. Novamente o curso ocorreu no Condomínio e Clube Morada do Sol em Uberlândia - MG. Para este curso a turma foi composta pelos seguintes alunos:
João Ferreira Neto - aluno de graduação em Sistemas de Informação no Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM).
Eudes Leandro da Silva – técnico em mecânica de veículos automotivos.
Anderson Esteves Fonseca – técnico em segurança do trabalho e empresário na área de serviços verticais (limpeza e manutenção predial).
André Luiz Mendes Barcelos – aluno de graduação em Engenharia Ambiental pela UNIUBE.
Os alunos João, Eudes e André são prestadores de serviço na área de esportes verticais e turismo de aventura da empresa Curupira Turismo, cujo proprietário é o nosso amigo Wesley Anastácio e que está sediada aqui na cidade mesmo. Eles procuraram o curso basicamente para ampliarem seus conhecimentos sobre técnicas de acesso vertical como alternativa para explorarem novas formas de hobbie/laser, desenvolverem habilidades na execução de seus trabalhos ou até mesmo como forma de partirem para um camping diferente e alternativo com acampamento na copa das árvores. Cumpre-me lembrar que os serviços ligados ao ecoturismo constituem um campo muito promissor para prestadores de serviços verticais e na Amazônia por exemplo, há empresas especializadas em levar turistas para as copas das árvores por meio de técnicas de escalada, para que esses turistas possam realizar atividades como: safári fotográfico ou pernoite na floresta. O Anderson possui uma experiência com trabalhos verticais em Angola pela Construtora Oderbrecht e procurou o curso como uma nova oportunidade para desenvolver habilidades que serão aplicadas nas atividades verticais de sua futura empresa. Desde já, desejamos sucesso em seus empreendimentos Anderson.
A novidade desse primeiro curso do ano foi o aumento de mais um aluno e mais um instrutor, ou seja a turma ficou composta por quatro alunos e dois instrutores. O objetivo dessas alterações foi promover uma melhor interação entre os alunos estimulando seu trabalho em dupla (escalador – segurança em terra) e o aumento da segurança com a orientação/fiscalização das atividades por dois instrutores. Ainda em fase de adaptação essa nova formatação, para que seja definitivamente implantada, dependerá de reuniões de avaliação e treinamento dos instrutores, compatibilidade das nossas agendas e também da disponibilidade de 4 alunos para composição das futuras turmas. Agradecemos, eu e o Francisco Schimit, aos 4 alunos da turma “janeiro de 2013” pela confiança e escolha do nosso curso. Vocês proporcionaram nosso crescimento e esperamos que fique a amizade e a possibilidade de encontros futuros, para desfrutarmos desse empolgante mundo que a escalada de árvores nos proporciona. Obrigado Schimit pela colaboração no curso e pelas válidas instruções que somarão e enriqueceram o curso. Espero que possamos continuar oferecendo essa nova formatação de curso! Fiquem com algumas fotos do curso:
Da esquerda para direita: João, Anderson, Eudes, Alexandre, Schimit e André.
Na esquerda André e na direita Eudes realizando ambos ascensão. Opnião do André: "Achei o curso muito proveitoso e muito organizado!"
A direita Eudes e João ajustando o peso na corda para o início de ascensão do André e a direita Schimit dando as últimas instruções e checando equipamentos para ascensão do Anderson.
Eudes começando ascensão! O depoimento de Eudes sobre o curso: "Muito bom o curso, muita prática, demonstração de muitos equipamentos e organização!"
João sobre a roda de madeira iniciando o procedimento de descensão com freio em oito. O depoimento do João sobre o curso: "Gostei muito da presença dos dois instrutores, pois dividem a atenção entre os alunos. Aprendi muita coisa com equipamentos interessantes!"
Anderson em ascensão! "Sobre o curso o mesmo foi bastante produtivo e proveitoso, ambos instrutores aptos e pacientes. Gostei do curso e de sua organização."
Eudes na rede instalada na copa da árvore curtindo a paisagem e aproveitando para dar uma descansadinha após a escalada!
Se você curtiu esse curso compartilhe com seus amigos, venha nos conhecer e fazer nosso curso! O agendamento é feito durante todo o ano, sempre aos fins de semana e/ou feriados e condicionado a disponibilidade de vagas. Entre em contato conosco e tire suas dúvidas! Boa semana, saudações verticais!!
João Ferreira Neto - aluno de graduação em Sistemas de Informação no Instituto Federal do Triângulo Mineiro (IFTM).
Eudes Leandro da Silva – técnico em mecânica de veículos automotivos.
Anderson Esteves Fonseca – técnico em segurança do trabalho e empresário na área de serviços verticais (limpeza e manutenção predial).
André Luiz Mendes Barcelos – aluno de graduação em Engenharia Ambiental pela UNIUBE.
Os alunos João, Eudes e André são prestadores de serviço na área de esportes verticais e turismo de aventura da empresa Curupira Turismo, cujo proprietário é o nosso amigo Wesley Anastácio e que está sediada aqui na cidade mesmo. Eles procuraram o curso basicamente para ampliarem seus conhecimentos sobre técnicas de acesso vertical como alternativa para explorarem novas formas de hobbie/laser, desenvolverem habilidades na execução de seus trabalhos ou até mesmo como forma de partirem para um camping diferente e alternativo com acampamento na copa das árvores. Cumpre-me lembrar que os serviços ligados ao ecoturismo constituem um campo muito promissor para prestadores de serviços verticais e na Amazônia por exemplo, há empresas especializadas em levar turistas para as copas das árvores por meio de técnicas de escalada, para que esses turistas possam realizar atividades como: safári fotográfico ou pernoite na floresta. O Anderson possui uma experiência com trabalhos verticais em Angola pela Construtora Oderbrecht e procurou o curso como uma nova oportunidade para desenvolver habilidades que serão aplicadas nas atividades verticais de sua futura empresa. Desde já, desejamos sucesso em seus empreendimentos Anderson.
A novidade desse primeiro curso do ano foi o aumento de mais um aluno e mais um instrutor, ou seja a turma ficou composta por quatro alunos e dois instrutores. O objetivo dessas alterações foi promover uma melhor interação entre os alunos estimulando seu trabalho em dupla (escalador – segurança em terra) e o aumento da segurança com a orientação/fiscalização das atividades por dois instrutores. Ainda em fase de adaptação essa nova formatação, para que seja definitivamente implantada, dependerá de reuniões de avaliação e treinamento dos instrutores, compatibilidade das nossas agendas e também da disponibilidade de 4 alunos para composição das futuras turmas. Agradecemos, eu e o Francisco Schimit, aos 4 alunos da turma “janeiro de 2013” pela confiança e escolha do nosso curso. Vocês proporcionaram nosso crescimento e esperamos que fique a amizade e a possibilidade de encontros futuros, para desfrutarmos desse empolgante mundo que a escalada de árvores nos proporciona. Obrigado Schimit pela colaboração no curso e pelas válidas instruções que somarão e enriqueceram o curso. Espero que possamos continuar oferecendo essa nova formatação de curso! Fiquem com algumas fotos do curso:
Da esquerda para direita: João, Anderson, Eudes, Alexandre, Schimit e André.
Na esquerda André e na direita Eudes realizando ambos ascensão. Opnião do André: "Achei o curso muito proveitoso e muito organizado!"
A direita Eudes e João ajustando o peso na corda para o início de ascensão do André e a direita Schimit dando as últimas instruções e checando equipamentos para ascensão do Anderson.
Eudes começando ascensão! O depoimento de Eudes sobre o curso: "Muito bom o curso, muita prática, demonstração de muitos equipamentos e organização!"
João sobre a roda de madeira iniciando o procedimento de descensão com freio em oito. O depoimento do João sobre o curso: "Gostei muito da presença dos dois instrutores, pois dividem a atenção entre os alunos. Aprendi muita coisa com equipamentos interessantes!"
Anderson em ascensão! "Sobre o curso o mesmo foi bastante produtivo e proveitoso, ambos instrutores aptos e pacientes. Gostei do curso e de sua organização."
Eudes na rede instalada na copa da árvore curtindo a paisagem e aproveitando para dar uma descansadinha após a escalada!
Se você curtiu esse curso compartilhe com seus amigos, venha nos conhecer e fazer nosso curso! O agendamento é feito durante todo o ano, sempre aos fins de semana e/ou feriados e condicionado a disponibilidade de vagas. Entre em contato conosco e tire suas dúvidas! Boa semana, saudações verticais!!
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