ATENÇÃO
Últimos dias para se inscrever no curso de RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS, NASCENTES, MATAS CILIARES E DE GALERIA a ser realizado nos dias 14 e 15 de agosto das 8 às 17h (sábado e domingo próximos) no CETB. Maiores informações visite o blog: http://ceterrabrazilis.blogspot.com.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
TÉCNICA DE ESCALADA DE ÁRVORES USADA POR ANTIGA TRIBO AUSTRALIANA
Encontrei na internet um site que fala sobre um povo aborígene australiano antigo que utilizava técnicas de escalada em árvores. Abaixo uma descrição em inglês da técnica e uma foto retirada do próprio site. Para quem tiver interesse de saber mais sobre a história do povo Ngadjonji vale a pena visitar o site http://earthsci.org!! Confira o texto e a fotografia abaixo:
"Lumholtz, describing the method of tree climbing used by the Ngadjonji:
....if he has to climb a high tree, he first goes into the scrub to fetch a piece of the Australian calamus, which he partly bites, partly breaks off; ....at the end of it he makes a knot, the other he leaves as it is. This implement, which is usually sixteen to eighteen feet long, is called a kamin ( gamin ). After wiping his hands in the grass so as to remove all moisture .. throws the kamin around the big tree-trunk, and tries to catch the other end in his right hand.....he winds this end a few times around the right arm and thus gets a secure hold. The right foot is planted against the tree, the arms are extended directly in front of him, the body is bent back, so that it is kept as far as possible away from the tree, and then the ascent begins. He keeps throwing the kamin up the tree, and at the same time he himself ascends about as easily as a sailor uses an accommodation ladder..... he takes his tomahawk in his mouth, and when he wants to use it removes the kamin from his right arm and winds it around his right thigh, whereupon with his free hand he cuts the next niche or two in the bark of the tree....no tree is too high or too smooth for the Australian native to climb, provided it's circumference is not too great.
Lumholtz (1889) p.98"

Tommy Wright in Malanda Jungle. c.1930 (Photo: Cairns Historical Society)
"Lumholtz, describing the method of tree climbing used by the Ngadjonji:
....if he has to climb a high tree, he first goes into the scrub to fetch a piece of the Australian calamus, which he partly bites, partly breaks off; ....at the end of it he makes a knot, the other he leaves as it is. This implement, which is usually sixteen to eighteen feet long, is called a kamin ( gamin ). After wiping his hands in the grass so as to remove all moisture .. throws the kamin around the big tree-trunk, and tries to catch the other end in his right hand.....he winds this end a few times around the right arm and thus gets a secure hold. The right foot is planted against the tree, the arms are extended directly in front of him, the body is bent back, so that it is kept as far as possible away from the tree, and then the ascent begins. He keeps throwing the kamin up the tree, and at the same time he himself ascends about as easily as a sailor uses an accommodation ladder..... he takes his tomahawk in his mouth, and when he wants to use it removes the kamin from his right arm and winds it around his right thigh, whereupon with his free hand he cuts the next niche or two in the bark of the tree....no tree is too high or too smooth for the Australian native to climb, provided it's circumference is not too great.
Lumholtz (1889) p.98"

Tommy Wright in Malanda Jungle. c.1930 (Photo: Cairns Historical Society)
domingo, 1 de agosto de 2010
MATÉRIA NO GLOBO RURAL (TV GLOBO) DESTACA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS NO XINGU COM USO DE ESCALADA DE ÁRVORES PARA COLETA DE SEMENTES
Pessoal este domingo o Globo Rural nos brindou com uma maravilhosa matéria sobre recuperação de áreas degradadas no numa aldeia do Parque do Xingu. Parabéns a equipe de pesquisadores/profissionais do Instituto Socio Ambiental pela iniciativa. Parabéns sobretudo aos índios Ikpengues coletores de sementes pelo trabalho. Vale a pena conferir o vídeo sobre a matéria. Abaixo reproduzo o conteúdo obtido pelo portal da Globo com a chamada no Jornal Nacional. Veja também o link para o vídeo da chamada da matéria em: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/07/no-parque-do-xingu-areas-devastadas-sao-totalmente-recuperadas.html e a matéria propriamente dita em: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1310510-7823-INDIOS+E+FAZENDEIROS+TRABALHAM+NO+REFLORESTAMENTO+DE+AREAS+DESMATADAS+NO+MT,00.html
No Parque do Xingu, áreas devastadas são totalmente recuperadas
O desmatamento sem controle ao longo de décadas, hoje é um problema para os fazendeiros, que são pressionados pela Justiça para recuperar suas reservas.
Você vai ver neste domingo: o Globo Rural entra numa aldeia do Parque do Xingu para mostrar como quilômetros de áreas devastadas foram totalmente recuperadas.
Pastagens e lavouras de soja chegando até a beira do parque indígena do Xingu, sem respeitar rios, nascentes e áreas de preservação.
O desmatamento sem controle ao longo de décadas, hoje é um problema para os fazendeiros, que são pressionados pela justiça para recuperar suas reservas. E eles foram buscar as sementes nativas para o replantio com os índios Ikpengues.
Os Ikpengues são índios guerreiros que viviam no norte da região amazônica disputando o território com outras tribos. E foram transferidos para o parque indígena do Xingu em 1967 pelos irmãos Villas Boas.
Para escalar as árvores da Amazônia, os índios usam a força e habilidade dos braços e pernas. Ou recorrem à técnica do rapel.
Depois, as sementes são vendidas aos agricultores, para serem usadas na recuperação das reservas legais e das margens dos rios. O Globo Rural vai mostrar como é feita a Muvuca, uma técnica para semear várias árvores de uma só vez com as mesmas máquinas do plantio da soja e do capim.
FONTE: http://globoruraltv.globo.com/
No Parque do Xingu, áreas devastadas são totalmente recuperadas
O desmatamento sem controle ao longo de décadas, hoje é um problema para os fazendeiros, que são pressionados pela Justiça para recuperar suas reservas.
Você vai ver neste domingo: o Globo Rural entra numa aldeia do Parque do Xingu para mostrar como quilômetros de áreas devastadas foram totalmente recuperadas.
Pastagens e lavouras de soja chegando até a beira do parque indígena do Xingu, sem respeitar rios, nascentes e áreas de preservação.
O desmatamento sem controle ao longo de décadas, hoje é um problema para os fazendeiros, que são pressionados pela justiça para recuperar suas reservas. E eles foram buscar as sementes nativas para o replantio com os índios Ikpengues.
Os Ikpengues são índios guerreiros que viviam no norte da região amazônica disputando o território com outras tribos. E foram transferidos para o parque indígena do Xingu em 1967 pelos irmãos Villas Boas.
Para escalar as árvores da Amazônia, os índios usam a força e habilidade dos braços e pernas. Ou recorrem à técnica do rapel.
Depois, as sementes são vendidas aos agricultores, para serem usadas na recuperação das reservas legais e das margens dos rios. O Globo Rural vai mostrar como é feita a Muvuca, uma técnica para semear várias árvores de uma só vez com as mesmas máquinas do plantio da soja e do capim.
FONTE: http://globoruraltv.globo.com/
quarta-feira, 28 de julho de 2010
JORNAL GAZETA DE UBERLÂNDIA REALIZA MATÉRIA SOBRE CURSO DE ESCALADA EM ÁRVORES
POR MELINDA SOUZA
Biólogos e especialistas passam por treinamento no CETB Uberlândia
O curso Aspectos da Vegetação do Cerrado, orientações e técnicas científicas de campo, realizado pelo Centro de Estudos Terra Brazilis (CETB) foi considerado pelos participantes como importante e um sucesso.
Edivane Cardoso da Silva fez orientações específicas de como se orientar no campo, através de mapas topográficos, bússola e GPS. Além da teoria fornecida, os participantes foram a campo testar as técnicas. Todos os dados coletados durante a prática foram registrados em um software específico para GPS, o que torna a interpretação dos dados mais prática e fácil.
Alexandre Coletto realizou uma aula teórica sobre as técnicas de escaladas utilizadas no Brasil e no mundo, bem como uma parte prática, na qual cada participante "sentiu na pele" como subir em árvore de forma segura e simples. Atualmente essa técnica está sendo utilizada em diversos locais do mundo, não somente por pesquisadores para o estudo do dossel das árvores (topo das árvores), mas também para o Ecoturismo e a Educação Ambiental.
A última parte do curso foi ministrada pelo Biólogo Endrik Enner e pela mestra Neiva Beatriz Antunes, que abordaram sobre "coleta e herborização de material botânico". Os participantes tiveram contato com técnicas de campo em como coletar plantas para a confecção de um herbário, os materiais utilizados, como armazenar, além das técnicas em como identificar esse material a nível taxonômico,
através de bibliografia especializada.
O CETB fica na zona rural e oferece aos participantes alojamento e área Biólogos e especialistas passam por treinamento no CETB Uberlândia de camping, excelente alimentação, o contato com a natureza e uma simpatia cativante de todos os profissionais do local. O CETB oferece cursos em diversas áreas do conhecimento, tanto para profissionais como para estudantes como teóricos e extremamente práticos de capacitação para universitários, professores e alunos de escolas municipais e estaduais, realizam vistas técnicas a diversos locais do país, recebem alunos para estágios e monitorias dentre tantas outras atividades.
Contatos: www.ceterrabrasilis.blogspot.com ou fone 34 9672-0221 / 9162-7400

FONTE: http://www.gazetadeuberlandia.com.br
Biólogos e especialistas passam por treinamento no CETB Uberlândia
O curso Aspectos da Vegetação do Cerrado, orientações e técnicas científicas de campo, realizado pelo Centro de Estudos Terra Brazilis (CETB) foi considerado pelos participantes como importante e um sucesso.
Edivane Cardoso da Silva fez orientações específicas de como se orientar no campo, através de mapas topográficos, bússola e GPS. Além da teoria fornecida, os participantes foram a campo testar as técnicas. Todos os dados coletados durante a prática foram registrados em um software específico para GPS, o que torna a interpretação dos dados mais prática e fácil.
Alexandre Coletto realizou uma aula teórica sobre as técnicas de escaladas utilizadas no Brasil e no mundo, bem como uma parte prática, na qual cada participante "sentiu na pele" como subir em árvore de forma segura e simples. Atualmente essa técnica está sendo utilizada em diversos locais do mundo, não somente por pesquisadores para o estudo do dossel das árvores (topo das árvores), mas também para o Ecoturismo e a Educação Ambiental.
A última parte do curso foi ministrada pelo Biólogo Endrik Enner e pela mestra Neiva Beatriz Antunes, que abordaram sobre "coleta e herborização de material botânico". Os participantes tiveram contato com técnicas de campo em como coletar plantas para a confecção de um herbário, os materiais utilizados, como armazenar, além das técnicas em como identificar esse material a nível taxonômico,
através de bibliografia especializada.
O CETB fica na zona rural e oferece aos participantes alojamento e área Biólogos e especialistas passam por treinamento no CETB Uberlândia de camping, excelente alimentação, o contato com a natureza e uma simpatia cativante de todos os profissionais do local. O CETB oferece cursos em diversas áreas do conhecimento, tanto para profissionais como para estudantes como teóricos e extremamente práticos de capacitação para universitários, professores e alunos de escolas municipais e estaduais, realizam vistas técnicas a diversos locais do país, recebem alunos para estágios e monitorias dentre tantas outras atividades.
Contatos: www.ceterrabrasilis.blogspot.com ou fone 34 9672-0221 / 9162-7400

FONTE: http://www.gazetadeuberlandia.com.br
Mogno: a poucos passos da extinção
Extração clandestina é uma das principais ameaças ao mogno. Seguindo os passos do pau-Brasil, o mogno pode desaparecer.
O mogno-brasileiro (Swietenia macrophylla) é uma árvore nativa da Amazônia, mais comum no sul do Pará. Também ocorre no Acre, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins. Países como México e Peru também registram ocorrência da espécie.
A árvore pode ser encontrada em floresta clímax, de terra firme, argilosa. O crescimento da planta é rápido, sendo que pode atingir quatro metros aos dois anos de idade. A largura do tronco varia entre 50 e 80 cm de diâmetro. O mogno floresce nos meses novembro e janeiro. Seus frutos amadurecem no mês de setembro e se prolongam até meados de novembro. A árvore é ornamental quando usada na arborização de parques e jardins.
A lagarta Hypsypyla grandella, conhecida como broca-do-mogno, é uma ameaça ao mogno brasileiro. Ela ataca a árvore, impedindo seu desenvolvimento, especialmente em áreas de reflorestamento, onde a densidade é muito maior que na floresta. O plantio de outras espécies por perto pode amenizar os efeitos negativos da broca-do-mogno.
A madeira do mogno é muito usada na produção de móveis. Muitos apreciam o material pela facilidade com que é trabalhado, pela estabilidade e duração. Depois de polida, a madeira apresenta um aspecto castanho-avermelhado brilhante que chama atenção pela beleza. O mogno é usado em mobiliário de luxo, objetos de adorno, painéis, acabamentos internos, entre outros. É aproveitado também na produção de instrumentos musicais, principalmente em guitarras e violões, pelo timbre característico e ressonância sonora, que tende ao médio-grave.
Quase extinto
O mogno corre sério risco de extinção. Um dos motivos é a extração de madeira clandestina que causa também devastação da floresta amazônica. Isso acontece porque o mogno tem alto valor comercial e aceitação no mercado internacional. A espécie já desapareceu de grandes áreas da Amazônia e resiste apenas em regiões de difícil acesso e em áreas protegidas. Mas mesmo as áreas protegidas não intimidam madeireiros ilegais, que abrem estradas na mata em busca das valiosas árvores de mogno. A derrubada ilegal e arraste da madeira leva à destruição de até 30 árvores próximas, o que agrava ainda mais o desmatamento.
A exploração, o transporte e a comercialização do mogno brasileiro estão suspensos no Brasil desde outubro de 2001, por meio de Instrução Normativa, editada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
O WWF-Brasil trabalha na região amazônica, onde há maior ocorrência do mogno. Com autoridades governamentais, comunidades locais e indígenas, organizações não-governamentais, o setor privado e outros, a organização busca contribuir para a proteção de grandes porções da Amazônia e de sua singular biodiversidade e serviços ecológicos.

O mogno-brasileiro pode ser encontrado em floresta clímax, de terra firme, argilosa. A extração de madeira clandestina, que causa também devastação da floresta amazônica, é uma das ameaças à espécie.
Curiosidades
A madeira possui alta resistência ao ataque de cupins.
Os índios xicrin do catete, no sudeste do Pará, foram os primeiros a plantar mogno de forma manejada, em projeto do Instituto Socioambiental.
Em 2002 o Mogno foi incluso no anexo II da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas, realizada no Chile.
FONTE: http://www.wwf.org.br
O mogno-brasileiro (Swietenia macrophylla) é uma árvore nativa da Amazônia, mais comum no sul do Pará. Também ocorre no Acre, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins. Países como México e Peru também registram ocorrência da espécie.
A árvore pode ser encontrada em floresta clímax, de terra firme, argilosa. O crescimento da planta é rápido, sendo que pode atingir quatro metros aos dois anos de idade. A largura do tronco varia entre 50 e 80 cm de diâmetro. O mogno floresce nos meses novembro e janeiro. Seus frutos amadurecem no mês de setembro e se prolongam até meados de novembro. A árvore é ornamental quando usada na arborização de parques e jardins.
A lagarta Hypsypyla grandella, conhecida como broca-do-mogno, é uma ameaça ao mogno brasileiro. Ela ataca a árvore, impedindo seu desenvolvimento, especialmente em áreas de reflorestamento, onde a densidade é muito maior que na floresta. O plantio de outras espécies por perto pode amenizar os efeitos negativos da broca-do-mogno.
A madeira do mogno é muito usada na produção de móveis. Muitos apreciam o material pela facilidade com que é trabalhado, pela estabilidade e duração. Depois de polida, a madeira apresenta um aspecto castanho-avermelhado brilhante que chama atenção pela beleza. O mogno é usado em mobiliário de luxo, objetos de adorno, painéis, acabamentos internos, entre outros. É aproveitado também na produção de instrumentos musicais, principalmente em guitarras e violões, pelo timbre característico e ressonância sonora, que tende ao médio-grave.
Quase extinto
O mogno corre sério risco de extinção. Um dos motivos é a extração de madeira clandestina que causa também devastação da floresta amazônica. Isso acontece porque o mogno tem alto valor comercial e aceitação no mercado internacional. A espécie já desapareceu de grandes áreas da Amazônia e resiste apenas em regiões de difícil acesso e em áreas protegidas. Mas mesmo as áreas protegidas não intimidam madeireiros ilegais, que abrem estradas na mata em busca das valiosas árvores de mogno. A derrubada ilegal e arraste da madeira leva à destruição de até 30 árvores próximas, o que agrava ainda mais o desmatamento.
A exploração, o transporte e a comercialização do mogno brasileiro estão suspensos no Brasil desde outubro de 2001, por meio de Instrução Normativa, editada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
O WWF-Brasil trabalha na região amazônica, onde há maior ocorrência do mogno. Com autoridades governamentais, comunidades locais e indígenas, organizações não-governamentais, o setor privado e outros, a organização busca contribuir para a proteção de grandes porções da Amazônia e de sua singular biodiversidade e serviços ecológicos.

O mogno-brasileiro pode ser encontrado em floresta clímax, de terra firme, argilosa. A extração de madeira clandestina, que causa também devastação da floresta amazônica, é uma das ameaças à espécie.
Curiosidades
A madeira possui alta resistência ao ataque de cupins.
Os índios xicrin do catete, no sudeste do Pará, foram os primeiros a plantar mogno de forma manejada, em projeto do Instituto Socioambiental.
Em 2002 o Mogno foi incluso no anexo II da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas, realizada no Chile.
FONTE: http://www.wwf.org.br
sábado, 24 de julho de 2010
ESCALADA DE ÁRVORES PARA COLETA DE SEMENTES NA AMAZÔNIA
Vídeo sobre uma matéria veiculada na Rede Globo (Jornal Nacional de 23 de julho de 2010) sobre os novos caminhos para o desenvolvimento das cidades na Amazônia! Embora pequena a matéria mostra o treinamento de coletores de sementes com técnicas de ascensão vertical ao dossel como forma de agregar valor aos produtos da floresta. Vale a pena conferir, veja o link em http://www.youtube.com/watch?v=T7nXqug5OT0. Parabéns ao Jornal Nacional e à Rede Globo por dar espaço a um assunto tão importante na Amazônia.
Boas escaladas!!!
Boas escaladas!!!
quinta-feira, 22 de julho de 2010
5 Cornell tree climbes gather seeds from giant sequoias
Five instructors from the Cornell Tree Climbing Institute traveled to California during the first week of June to gather seed cones from the giant sequoia trees in the central Sierra Nevada, ascending into the tops of four separate trees that date back more than 2,000 years.
The work crew's primary objective was to collaborate with the seed collection program at the University of California at Berkeley's Center for Forestry. The seeds are stored in state-sponsored seed banks that harbor the genetic legacy of California's old-growth forests, according to team members Mark Holton and David Katz.
The seeds open only under extreme heat such as during a fire. If they are left to fall to the ground, they are typically eaten by animals. So the solution is to harvest the seeds in the canopy of the trees, which is where the Cornell climbers came in.
The Cornell group gathered 20 bushels of seed cones from the canopy of the massive trees over eight days.
Giant sequoias grow between the elevations of 4,000 to 7,000 feet on the western slope of the Sierra Nevada and can grow up to 310 feet tall and have a trunk more than 15 feet wide. Cornell climbers ascended onto a specimen that measured 297 feet tall and featured an excellent view over the San Joaquin valley.
"Hanging from ropes in a tree is like second nature to me now," said Katz, who helped found the Cornell Institute in 2005. Since then, Cornell Outdoor Education has been teaching university students and community members to scale the trees of Tompkins County.
"After spending countless days in the canopies of Central New York, I did some field research in Costa Rica and thought, 'We have to run a course here!'" he said
This past January, he led the fifth annual Costa Rica Tree Climbing course for Cornell. Katz praised this expedition-style learning experience for its additional challenge of large trees, unique wildlife and an opportunity for cultural immersion.
After climbing the trees of temperate and tropical forests, Katz was excited to have the opportunity to climb some of the tallest trees in the world.
"Everything here is massive. We were all just left in awe by the magnitude of these sequoias," he said.
The Cornell Tree Climbing Institute operates under the umbrella of Cornell Outdoor Education in the basement of Bartels Hall. The CTCI also publishes a tree-climbing manual and videos online at www.coe.cornell.edu under "Tree Climbing."

Cornell tree climbers in sequoias David Katz, of the Cornell Tree Climbing Institute climbs a giant sequoia in California. The Cornell climbing team helped gather cones for a state seed repository. (Provided photo)
FONTE: http://www.democratandchronicle.com
The work crew's primary objective was to collaborate with the seed collection program at the University of California at Berkeley's Center for Forestry. The seeds are stored in state-sponsored seed banks that harbor the genetic legacy of California's old-growth forests, according to team members Mark Holton and David Katz.
The seeds open only under extreme heat such as during a fire. If they are left to fall to the ground, they are typically eaten by animals. So the solution is to harvest the seeds in the canopy of the trees, which is where the Cornell climbers came in.
The Cornell group gathered 20 bushels of seed cones from the canopy of the massive trees over eight days.
Giant sequoias grow between the elevations of 4,000 to 7,000 feet on the western slope of the Sierra Nevada and can grow up to 310 feet tall and have a trunk more than 15 feet wide. Cornell climbers ascended onto a specimen that measured 297 feet tall and featured an excellent view over the San Joaquin valley.
"Hanging from ropes in a tree is like second nature to me now," said Katz, who helped found the Cornell Institute in 2005. Since then, Cornell Outdoor Education has been teaching university students and community members to scale the trees of Tompkins County.
"After spending countless days in the canopies of Central New York, I did some field research in Costa Rica and thought, 'We have to run a course here!'" he said
This past January, he led the fifth annual Costa Rica Tree Climbing course for Cornell. Katz praised this expedition-style learning experience for its additional challenge of large trees, unique wildlife and an opportunity for cultural immersion.
After climbing the trees of temperate and tropical forests, Katz was excited to have the opportunity to climb some of the tallest trees in the world.
"Everything here is massive. We were all just left in awe by the magnitude of these sequoias," he said.
The Cornell Tree Climbing Institute operates under the umbrella of Cornell Outdoor Education in the basement of Bartels Hall. The CTCI also publishes a tree-climbing manual and videos online at www.coe.cornell.edu under "Tree Climbing."

Cornell tree climbers in sequoias David Katz, of the Cornell Tree Climbing Institute climbs a giant sequoia in California. The Cornell climbing team helped gather cones for a state seed repository. (Provided photo)
FONTE: http://www.democratandchronicle.com
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Cientistas mapeiam altura de florestas a partir de dados de satélites da Nasa
Da redação do UOL
Com ajuda de dados de satélites da Nasa (agência espacial americana), cientistas produziram o primeiro mapa do mundo que mostra as árvores de acordo com a sua altura. Apesar de existirem mapas regionais desse tipo, este é o primeiro que faz uma mensuração de todas as florestas do globo a partir de um único método.
O trabalho foi feito a partir de informações dos satélites ICESat, Terra e Aqua. Com ele, será possível aos cientistas desenvolver um inventário de emissão de carbono pelas florestas e medir os ciclos de carbono com mais precisão.
O mapa foi descrito por equipe coordenada por Michael Lefsky, da Universidade do Colorado, na revista "Geophysical Research Letters".
O estudo indica que as florestas mais altas do mundo estão agrupadas no noroeste do Pacífico, da América do Norte e no sudeste da Ásia, enquanto as mais baixas são encontradas ao longo do Canadá e da Eurásia. O mapa mostra a altura média de grupos de pelo menos cinco quilômetros quadrados, e não a altura máxima de um grupo pequeno de árvores.
Estima-se que os homens emitam cerca de 7 bilhões de toneladas de carbono anualmente. Desse total, 3 bilhões de toneladas vão parar na atmosfera e 2 bilhões, no oceano. Os cientistas não sabem, ao certo, o que acontece com os 2 bilhões de toneladas restantes, mas desconfiam que boa parte desse volume seja absorvido pelas florestas.

As áreas em verde mais escuro mostram florestas mais altas, com até 70 metros;
FONTE: http://www.uol.com.br/
Com ajuda de dados de satélites da Nasa (agência espacial americana), cientistas produziram o primeiro mapa do mundo que mostra as árvores de acordo com a sua altura. Apesar de existirem mapas regionais desse tipo, este é o primeiro que faz uma mensuração de todas as florestas do globo a partir de um único método.
O trabalho foi feito a partir de informações dos satélites ICESat, Terra e Aqua. Com ele, será possível aos cientistas desenvolver um inventário de emissão de carbono pelas florestas e medir os ciclos de carbono com mais precisão.
O mapa foi descrito por equipe coordenada por Michael Lefsky, da Universidade do Colorado, na revista "Geophysical Research Letters".
O estudo indica que as florestas mais altas do mundo estão agrupadas no noroeste do Pacífico, da América do Norte e no sudeste da Ásia, enquanto as mais baixas são encontradas ao longo do Canadá e da Eurásia. O mapa mostra a altura média de grupos de pelo menos cinco quilômetros quadrados, e não a altura máxima de um grupo pequeno de árvores.
Estima-se que os homens emitam cerca de 7 bilhões de toneladas de carbono anualmente. Desse total, 3 bilhões de toneladas vão parar na atmosfera e 2 bilhões, no oceano. Os cientistas não sabem, ao certo, o que acontece com os 2 bilhões de toneladas restantes, mas desconfiam que boa parte desse volume seja absorvido pelas florestas.

As áreas em verde mais escuro mostram florestas mais altas, com até 70 metros;
FONTE: http://www.uol.com.br/
quarta-feira, 14 de julho de 2010
UM EXEMPLO DE INICIATIVA NO CAMPO ACADÊMICO QUE UNE A PRÁTICA DESPORTIVA E A NATUREZA
Olá visitantes/seguidores do meu blog, resolvi reproduzir a matéria abaixo para ilustrar uma interessante iniciativa de uma professora a frente de uma disciplina no curso de Educação Física da UNIPAR (Universidade Paranaense). Pelo que podemos observar a disciplina cujo nome é Fundamentos Metodológicos da Educação Física na Natureza se preocupa em colocar o futuro profissional (educador físico) em contato com diferentes possibilidades relacionadas à prática desportiva na natureza. Parabéns a Professora Paula Carolina Teixeira Marroni por desenvolver ações como esta, que só vem desenvolver e melhorar a prestação de serviços no ecoturismo brasileiro. Que outros cursos espalhados por esse nosso País possam ter iniciativas semelhantes habilitando os profissionais a atuarem com segurança quando o assunto for Natureza e Prática Desportiva. Fiquem agora com a matéria na íntegra e algumas fotos:
CIANORTE: EDUCAÇÃO FÍSICA VISITA CENTRO DE LAZER ESPAÇO TORRES
Arborismo e tirolesa divertiram os alunos durante visita técnica, realizada pela disciplina Fundamentos Metodológicos da Educação Física na Natureza. Palestras também marcaram as atividades do semestre
O curso de Educação Física da Universidade Paranaense – UNIPAR, Campus Cianorte, está com a corda toda. Com muita vontade de buscar sempre mais, o curso tem realizado diversas atividades fora dos limites de suas salas de aula e seus laboratórios como complementação às teorias.
Um exemplo é a divertida visita técnica realizada para aplicação dos conteúdos da disciplina de Fundamentos Metodológicos da Educação Física na Natureza, ministrada pela professora Paula Marroni. Os estudantes da quarta série estiveram no Centro de Lazer Espaço Torres, que abriu suas portas exclusivamente para o grupo (em 24/4 e 2/5).
“Todos puderam participar de atividades de escalada, arborismo, tirolesa, caça ao tesouro e trilha molhada. Nestas atividades, tiveram contato com equipamentos de segurança necessários, principais elementos técnicos a serem observados, além de poder vivenciar conteúdos que são abordados em aulas teóricas, tais como sentimentos despertados por essas ações”, informa a professora.
Palestras também fizeram parte da série de atividades. O professor Henrique Hortêncio Filho, de Ciências Biológicas, alertou sobre os principais acidentes com animais durante as práticas de educação física na natureza e o bombeiro José Roberto Pizzini abordou sobre as ações de primeiros socorros que os estudantes precisam conhecer para segurança em práticas na natureza e a teoria da prática do rapel. “Para o terceiro bimestre, a atividade mais aguardada é a prática de rapel no prédio da Universidade”, adianta a professora.




FONTE (MATÉRIA & FOTOS): http://www.unipar.br
CIANORTE: EDUCAÇÃO FÍSICA VISITA CENTRO DE LAZER ESPAÇO TORRES
Arborismo e tirolesa divertiram os alunos durante visita técnica, realizada pela disciplina Fundamentos Metodológicos da Educação Física na Natureza. Palestras também marcaram as atividades do semestre
O curso de Educação Física da Universidade Paranaense – UNIPAR, Campus Cianorte, está com a corda toda. Com muita vontade de buscar sempre mais, o curso tem realizado diversas atividades fora dos limites de suas salas de aula e seus laboratórios como complementação às teorias.
Um exemplo é a divertida visita técnica realizada para aplicação dos conteúdos da disciplina de Fundamentos Metodológicos da Educação Física na Natureza, ministrada pela professora Paula Marroni. Os estudantes da quarta série estiveram no Centro de Lazer Espaço Torres, que abriu suas portas exclusivamente para o grupo (em 24/4 e 2/5).
“Todos puderam participar de atividades de escalada, arborismo, tirolesa, caça ao tesouro e trilha molhada. Nestas atividades, tiveram contato com equipamentos de segurança necessários, principais elementos técnicos a serem observados, além de poder vivenciar conteúdos que são abordados em aulas teóricas, tais como sentimentos despertados por essas ações”, informa a professora.
Palestras também fizeram parte da série de atividades. O professor Henrique Hortêncio Filho, de Ciências Biológicas, alertou sobre os principais acidentes com animais durante as práticas de educação física na natureza e o bombeiro José Roberto Pizzini abordou sobre as ações de primeiros socorros que os estudantes precisam conhecer para segurança em práticas na natureza e a teoria da prática do rapel. “Para o terceiro bimestre, a atividade mais aguardada é a prática de rapel no prédio da Universidade”, adianta a professora.



FONTE (MATÉRIA & FOTOS): http://www.unipar.br
terça-feira, 13 de julho de 2010
FIM DE SEMANA PRODUTIVO COM MAIS UM CURSO REALIZADO
ASPECTOS DA VEGETAÇÃO DO CERRADO, ORIENTAÇÃO E TÉCNICAS CIENTÍFICAS DE CAMPO foi o nome de mais um curso realizado em Uberlândia nos dias 10 e 11 de julho por meio da parceria com o Centro de Estudos Terra Brazilis. Durante esses dois dias os alunos tiveram contato com diferentes assuntos sendo:
- uso de gps, bússola e interpretação de mapas com o instrutor Dr. Edivane Cardoso Silva;
- técnicas de ascensão vertical ao dossel (escalada em árvores) com o instrutor Dr. Alexandre Coletto da Silva;
- técnicas básicas de coleta, fixação e identificação de material botânico com ênfase em plantas do cerrado com os instrutores Ms. Neiva Beatriz Antunes e Esp. Endrik Enner Evangelista.
O curso foi um sucesso! O destaque novamente foi a prática da escalada de árvores no período noturno!!! Foi gratificante o contato com profissionais de áreas diferentes e interessados em prestação de serviços ambientais. Esperamos oferecer em breve o mesmo curso e aguardamos novos alunos!! Bem mais do que uma simples interação instrutor-aluno ampliou-se um círculo de novas amizades e contatos que é muito positivo para a prestação de serviços ambientais e/ou pesquisa. Portanto não perca tempo, mantenha-se atualizado sobre novos cursos agendados e outras informações pertinentes acessando este blog e também o blog http://ceterrabrazilis.blogspot.com/.
Fiquem agora com algumas fotos do curso:

Instrutor Edivane durante o curso conversando com o aluno Alexandre.
Alunos durante a aula de escalada em árvores.
É isso aí pessoal, grande abraço e boas escaladas!!
SELVA!!!!!!
- uso de gps, bússola e interpretação de mapas com o instrutor Dr. Edivane Cardoso Silva;
- técnicas de ascensão vertical ao dossel (escalada em árvores) com o instrutor Dr. Alexandre Coletto da Silva;
- técnicas básicas de coleta, fixação e identificação de material botânico com ênfase em plantas do cerrado com os instrutores Ms. Neiva Beatriz Antunes e Esp. Endrik Enner Evangelista.
O curso foi um sucesso! O destaque novamente foi a prática da escalada de árvores no período noturno!!! Foi gratificante o contato com profissionais de áreas diferentes e interessados em prestação de serviços ambientais. Esperamos oferecer em breve o mesmo curso e aguardamos novos alunos!! Bem mais do que uma simples interação instrutor-aluno ampliou-se um círculo de novas amizades e contatos que é muito positivo para a prestação de serviços ambientais e/ou pesquisa. Portanto não perca tempo, mantenha-se atualizado sobre novos cursos agendados e outras informações pertinentes acessando este blog e também o blog http://ceterrabrazilis.blogspot.com/.
Fiquem agora com algumas fotos do curso:
Instrutor Edivane durante o curso conversando com o aluno Alexandre.
É isso aí pessoal, grande abraço e boas escaladas!!
SELVA!!!!!!
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