NOTA DO BLOG: É muito bom saber que alguns estados brasileiros, especialmente o Amazonas, tem se preocupado com a possibilidade de explorar a escalada de árvores como atividade ecoturística. Aliar isso com a utilização sustentável das unidades de conservação do SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação) é ainda melhor! Agora seria interessante que as empresas que ganharem a licitação pudessem se comprometer em capacitar a população local para execução das atividades, o que seria de grande valia para o desenvolvimento social regional. Dada a importancia dessa ação do governo Amazonense para com a escalada de árvores reproduzo abaixo a matéria de 12 de janeiro de 2012 elaborada pela repórter Elaíze Farias do portal http://acritica.uol.com.br:
Governo elabora edital para uso turístico de quatro unidades de conservação do Amazonas
Atividades como trilhas e escalada em árvores poderão ser realizadas a partir deste ano em unidades como a RDS Rio Negro e na APA Caverna do Maroaga
O programa de Uso Público de quatro unidades de conservação estadual do Amazonas entrou na fase de elaboração de edital. As licitações para a exploração de atividades turísticas serão realizadas por atividades e não por cada unidade, segundo explicou ao portal acrítica.com o coordenador do Centro Estadual de Unidade de Conservação (Ceuc), Sérgio Gonçalves, órgão vinculado à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS).
Gonçalves disse que seis empresas locais e nacionais já sinalizaram com o interesse de participar da concorrência, que deve ocorrer ainda neste primeiro semestre.
Conforme o coordenador do Ceuc, em torno de cinco a seis atividades turísticas como hospedagem comunitária, escalada em árvores e trilhas serão desenvolvidas nas quatro unidades de conservação estadual que fazem parte do Programa de Uso Público.
As quatro unidades estão localizadas na região metropolitana de Manaus e no baixo rio Amazonas.
São elas: Área de Proteção Ambiental (APA) Caverna do Maroaga, localizada no município de Presidente Figuereido, Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Uatumã, no município de São Sebastião do Uatumã, RDS Rio Negro, em Iranduba, e Parque Estadual Rio Negro Setor Norte, na região do rio Cuieiras, afluente do rio Negro.
“A minuta do edital já está pronta. Contratamos um consultor que está avaliando para que a gente defina as atividades que serão realizadas nas unidades. Vamos lançar por atividade para atrair concorrentes e para que o controle delas seja mais fácil. Mas precisamos fazer um estudo econômico para cada uma dessas atividades e identificar a taxa de retorno que as empresas poderão ter. Essas receitas precisam ser superiores ao custo da implantação da atividade”, disse Gonçalves.
Em uma das atividades – o Parque Estadual Rio Negro Setor Norte – deverá ser recategorizado e transformado em RSD para que as atividades sejam viabilizadas. “Existe uma demanda das comunidades que pediram essa mudança. Muitas atividades não poderão ser realizadas caso ele continue como parque. O processo formal já passou por consulta pública”, explicou.
Saiba mais sobre cada uma das Unidades onde serão realizadas atividades turísticas
APA Caverna do Maroaga – localizada no município de Presidente Figueiredo (a 117 quilômetros de Manaus), com transporte via terrestre. Criada em 1990, detém uma área de 374.700,00 hectares. É formada por floresta de terra firme, cavernas, grutas, cachoeiras e corredeiras, além disso, abriga o Galo da Serra, espécie ameaçada de extinção.
RDS Uatumã - localizada no município de São Sebastião do Uatumã (a 247 quilômetros de Manaus), com transporte via fluvial. Criada em 2004, detém uma área de 424.430 hectares, entre as margens dos rios Uatumã, Jatapu e Caribi. Formada por áreas de floresta densa em terra-firme e áreas inundáveis, campinas e campinaranas. É reconhecida nacionalmente pela imensa beleza cênica, paisagens singulares, como as serras que beiram as margens do Rio Uatumã e baixa incidência de mosquitos e insetos devido à acidez da água preta, o que a torna um dos principais pontos para a prática do turismo e a pesca esportiva.
RDS Rio Negro, localizada entre os municípios de Iranduba e Novo Airão (a 200 quilômetros de Manaus), com via de transporte fluvial. Criada em 2008, detém uma área de 102.978,83 hectares, tem como principais atividades a agricultura, manejo florestal madeireiro e a pesca. Com grande potencial para o turismo, a área é formada lagos, praias, igarapés, igapós, fauna endêmica interflúvio Negro/Solimões. Destaque ainda para as comunidades tradicionais, trilhas de caminhada, sítios arqueológicos, artesanato, pousadas rústicas e hotel de selva em Acajatuba.
Parque Estadual do Rio Negro Setor Norte - localizado no município de Novo Airão (a 200 km da capital), com transporte via fluvial. Criado em 1995, detém uma área de 146.028,00 hectares, com potencial para o turismo. A área é composta de Floresta de terra firme e de igapó, campinas e cachoeiras. Têm como atrações as ruínas de Airão Velho e sítios arqueológicos. Abrigam o Sauim-de-Coleira e o Sauim-de-mão-dourada, espécies ameaçadas de extinção.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Harpia escolhe mata de cambará para fazer primeiro ninho do Pantanal
Amazônia e Mata Atlântica são locais de origem da maior ave das Américas. Reportagem especial comemora os 32 anos de exibição do Globo Rural.
A mata de cambará no município de Barão de Melgaço, no Mato Grosso, está toda amarelada. Esse talvez seja o maior canteiro de mel do Brasil. Além da fauna pantaneira, o cambará em flor abriga um filhote de harpia, visitante ilustre que nasceu quase junto com as flores. O animal parece indefeso. Aos três meses de vida, quando tem a pelugem branca e o equilíbrio precário, o filhote recebe comida no bico e proteção com as asas da mãe. A ave também já gira a cabeça completamente sem mover o corpo, num movimento semelhante ao realizado pelas corujas. Quando atinge os seis meses, o corpo da ave fica bem configurado e as penas atingem um tamanho parecido ao de um animal adulto, aparecendo o penacho. A saída do adulto para caçar dá oportunidade de ataque ao carcará, maior comedor de filhotes de aves do Pantanal. Ainda que seja dos pequenos, o gavião pousa no galho e busca um lugar para dar o bote. Mas quando percebe com quem está mexendo, como bom malandro bate logo em retirada. O documentarista Haroldo Palo conseguiu registrar uma sequência de fotos que retrata a fêmea carregando a presa na garra e pousando em um galho antes de levar a carne para o filhote. Chega ao ninho um macaco sem cabeça e sem outras partes, comidas pelo adulto após a caçada. O filhote come a pele o osso da carne. No final da refeição, resta apenas o esqueleto.

A harpia, em seu ninho (Foto: TV Globo)
A Amazônia e a Mata Atlântica são os locais de origem da harpia, mas os pais do filhote resolveram fazer o ninho na reserva do Sesc, entre os rios Cuiabá e São Lourenço. João Batista Taques descobriu o ninho.Mas em qual medida a presença das harpias pode afetar a fauna com asas do Pantanal? O professor Dalci De Oliveira acha que é só um assunto de aristocracia. “Muda a questão da família real, uma vez que já temos o rei, que é o tuiuiú, e agora chegou a rainha, que é a harpia”, responde. Uma equipe de estudiosos de aves montou um esquema de observação tanto da terra quanto da torre, com a colocação de um mirante sobre um andaime de 18 metros de altura a 30 metros do ninho. “Esse é um bicho invisível. Ele aparece muito pouco. Quando vem, fica pouquíssimo tempo no ninho. A gente passa 12 horas por dia observando e vê o bicho cerca de um minuto. Ele bate as asas sem fazer ruído”, explica o documentarista Haroldo Palo. O escalador Olivier Jaudoin e a doutora Tânia Sanaiottis vão à região para capturar o filhote. Com uma baladeira que mais parece um estilingão com cabo de embaúba, Olivier mandou um fio de náilon na forquilha de uma árvore próxima ao ninho. Depois, ele organizou as cordas e, como se estivesse pedalando, começou a escalada. Em cima da árvore, o escalador observou se a forquilha do ninho era forte o suficiente para se apoiar quando fosse pegar o filhote. Para não assustar desnecessariamente o filhote e por segurança de quem sobe na árvore, a pega foi feita durante a noite. O escalador Benjamim da Luz ajudou na operação. Em pouco tempo, o filhote estava na mesa. Uma venda cobria o bico e o olho da ave para não estressar o animal. A equipe anotou as medidas das asas, das penas da calda e das garras. Depois, os biólogos retiraram uma amostra de sangue. Por fim, foi presa uma mochila com rádio transmissor nas costas do filhote. “Uma harpia chega a viver cerca de 40 anos na mata e 50 anos em cativeiro”, diz doutora Tânia. Passado um mês da captura, o filhote encorpou e cresceram penas ao longo do corpo, no peito e na área do pescoço. O fato mais importante desse período foi o abandono do ninho. A ave só volta ao lugar para comer, quando os pais, cada vez mais espaçadamente, levam alimento. Nessa fase, o filhotão vive de galho em galho movimentando as asas e fazendo até alongamento, ficando em cima de uma perna enquanto estica a outra para exercitar a musculatura. Um casal de harpias cria um filhote a cada três anos. Chama-se de águia o gavião de porte maior. No Brasil, existem a harpia e a águia do cerrado. Também há outros três gaviões grandes, chamados de pega-macaco: o iraçu, ou falso gavião real; o gavião de penacho, quase extinto; e o pega-macaco propriamente dito, da Mata Atlântica. Nas águas de 2011 no Pantanal, quando a área do ninho inundou, um animal pegou o filhote. Mas, em um comportamento comum em caso de perda de filhote, o casal reformou o ninho e faz novamente a cria.
FONTE: http://g1.globo.com
NOTA DO BLOG: Mais uma matéria sobre ecologia/zoologia em que a TV Globo nos dá a chance de constatar a importancia da escalada de árvores para compreensão e estudo da nossa fauna e flora! Vale a pena conferir a máteria!! Os links no YouTube são:
Primeira parte: http://www.youtube.com/watch?v=RSsPvVQM9nU
Segunda parte: http://www.youtube.com/watch?v=3DNb7_HpTD8&feature=mfu_channel&list=UL
Boas Escaladas!
Alexandre Coletto
A mata de cambará no município de Barão de Melgaço, no Mato Grosso, está toda amarelada. Esse talvez seja o maior canteiro de mel do Brasil. Além da fauna pantaneira, o cambará em flor abriga um filhote de harpia, visitante ilustre que nasceu quase junto com as flores. O animal parece indefeso. Aos três meses de vida, quando tem a pelugem branca e o equilíbrio precário, o filhote recebe comida no bico e proteção com as asas da mãe. A ave também já gira a cabeça completamente sem mover o corpo, num movimento semelhante ao realizado pelas corujas. Quando atinge os seis meses, o corpo da ave fica bem configurado e as penas atingem um tamanho parecido ao de um animal adulto, aparecendo o penacho. A saída do adulto para caçar dá oportunidade de ataque ao carcará, maior comedor de filhotes de aves do Pantanal. Ainda que seja dos pequenos, o gavião pousa no galho e busca um lugar para dar o bote. Mas quando percebe com quem está mexendo, como bom malandro bate logo em retirada. O documentarista Haroldo Palo conseguiu registrar uma sequência de fotos que retrata a fêmea carregando a presa na garra e pousando em um galho antes de levar a carne para o filhote. Chega ao ninho um macaco sem cabeça e sem outras partes, comidas pelo adulto após a caçada. O filhote come a pele o osso da carne. No final da refeição, resta apenas o esqueleto.

A harpia, em seu ninho (Foto: TV Globo)
A Amazônia e a Mata Atlântica são os locais de origem da harpia, mas os pais do filhote resolveram fazer o ninho na reserva do Sesc, entre os rios Cuiabá e São Lourenço. João Batista Taques descobriu o ninho.Mas em qual medida a presença das harpias pode afetar a fauna com asas do Pantanal? O professor Dalci De Oliveira acha que é só um assunto de aristocracia. “Muda a questão da família real, uma vez que já temos o rei, que é o tuiuiú, e agora chegou a rainha, que é a harpia”, responde. Uma equipe de estudiosos de aves montou um esquema de observação tanto da terra quanto da torre, com a colocação de um mirante sobre um andaime de 18 metros de altura a 30 metros do ninho. “Esse é um bicho invisível. Ele aparece muito pouco. Quando vem, fica pouquíssimo tempo no ninho. A gente passa 12 horas por dia observando e vê o bicho cerca de um minuto. Ele bate as asas sem fazer ruído”, explica o documentarista Haroldo Palo. O escalador Olivier Jaudoin e a doutora Tânia Sanaiottis vão à região para capturar o filhote. Com uma baladeira que mais parece um estilingão com cabo de embaúba, Olivier mandou um fio de náilon na forquilha de uma árvore próxima ao ninho. Depois, ele organizou as cordas e, como se estivesse pedalando, começou a escalada. Em cima da árvore, o escalador observou se a forquilha do ninho era forte o suficiente para se apoiar quando fosse pegar o filhote. Para não assustar desnecessariamente o filhote e por segurança de quem sobe na árvore, a pega foi feita durante a noite. O escalador Benjamim da Luz ajudou na operação. Em pouco tempo, o filhote estava na mesa. Uma venda cobria o bico e o olho da ave para não estressar o animal. A equipe anotou as medidas das asas, das penas da calda e das garras. Depois, os biólogos retiraram uma amostra de sangue. Por fim, foi presa uma mochila com rádio transmissor nas costas do filhote. “Uma harpia chega a viver cerca de 40 anos na mata e 50 anos em cativeiro”, diz doutora Tânia. Passado um mês da captura, o filhote encorpou e cresceram penas ao longo do corpo, no peito e na área do pescoço. O fato mais importante desse período foi o abandono do ninho. A ave só volta ao lugar para comer, quando os pais, cada vez mais espaçadamente, levam alimento. Nessa fase, o filhotão vive de galho em galho movimentando as asas e fazendo até alongamento, ficando em cima de uma perna enquanto estica a outra para exercitar a musculatura. Um casal de harpias cria um filhote a cada três anos. Chama-se de águia o gavião de porte maior. No Brasil, existem a harpia e a águia do cerrado. Também há outros três gaviões grandes, chamados de pega-macaco: o iraçu, ou falso gavião real; o gavião de penacho, quase extinto; e o pega-macaco propriamente dito, da Mata Atlântica. Nas águas de 2011 no Pantanal, quando a área do ninho inundou, um animal pegou o filhote. Mas, em um comportamento comum em caso de perda de filhote, o casal reformou o ninho e faz novamente a cria.
FONTE: http://g1.globo.com
NOTA DO BLOG: Mais uma matéria sobre ecologia/zoologia em que a TV Globo nos dá a chance de constatar a importancia da escalada de árvores para compreensão e estudo da nossa fauna e flora! Vale a pena conferir a máteria!! Os links no YouTube são:
Primeira parte: http://www.youtube.com/watch?v=RSsPvVQM9nU
Segunda parte: http://www.youtube.com/watch?v=3DNb7_HpTD8&feature=mfu_channel&list=UL
Boas Escaladas!
Alexandre Coletto
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Árvores da Vida
Escola leva prêmio ao doar árvore a cada bebê nascido!
Premiação que leva o nome de Fani Lerner reconheceu ainda outras 14 iniciativas desenvolvidas por diversas instituições do Paraná
Alunos e professores do Colégio Estadual Tiradentes, de Umuarama, Região Noroeste, criaram em 2008 um projeto de educação ambiental que distribui uma muda de árvore para cada bebê nascido na cidade. São em média cem mudas por mês entregues nas três maternidades do município. O envolvimento da comunidade e a singularidade da iniciativa fizeram com que o “Árvores da Vida” ganhasse na semana passada o primeiro lugar do Prêmio Fani Lerner, recebendo uma premiação de R$ 5 mil.
confira: http://undime.org.br/escola-leva-premio-ao-doar-arvore-a-cada-bebe-nascido/
Confira o resultado da segunda edição do Prêmio Fani Lerner: http://www.premiofanilerner.com.br/pdf/premiados.pdf
1º. Árvores da Vida - CE Tiradentes, Umuarama
Sensibilizar a comunidade para a conscientização ambiental, formação de cidadãos responsáveis, ampliar o conhecimento sobre os problemas ambientais locais. Todos esses aspectos foram abordados no projeto que ainda colabora com o programa de arborização urbana da cidade. A cada nascimento na cidade, uma muda de arvore é dada aos pais. Desde a analise da situação ambiental do município, passando pela construção da estufa, pesquisa e plantio de sementes, confecção das mudas e potes, entrega das mudas nos hospitais e a preparação da praça para plantio.
FONTE: http://expressinhodoeducador.blogspot.com
Premiação que leva o nome de Fani Lerner reconheceu ainda outras 14 iniciativas desenvolvidas por diversas instituições do Paraná
Alunos e professores do Colégio Estadual Tiradentes, de Umuarama, Região Noroeste, criaram em 2008 um projeto de educação ambiental que distribui uma muda de árvore para cada bebê nascido na cidade. São em média cem mudas por mês entregues nas três maternidades do município. O envolvimento da comunidade e a singularidade da iniciativa fizeram com que o “Árvores da Vida” ganhasse na semana passada o primeiro lugar do Prêmio Fani Lerner, recebendo uma premiação de R$ 5 mil.
confira: http://undime.org.br/escola-leva-premio-ao-doar-arvore-a-cada-bebe-nascido/
Confira o resultado da segunda edição do Prêmio Fani Lerner: http://www.premiofanilerner.com.br/pdf/premiados.pdf
1º. Árvores da Vida - CE Tiradentes, Umuarama
Sensibilizar a comunidade para a conscientização ambiental, formação de cidadãos responsáveis, ampliar o conhecimento sobre os problemas ambientais locais. Todos esses aspectos foram abordados no projeto que ainda colabora com o programa de arborização urbana da cidade. A cada nascimento na cidade, uma muda de arvore é dada aos pais. Desde a analise da situação ambiental do município, passando pela construção da estufa, pesquisa e plantio de sementes, confecção das mudas e potes, entrega das mudas nos hospitais e a preparação da praça para plantio.
FONTE: http://expressinhodoeducador.blogspot.com
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Confresa: Embrapa inicia capacitação de coletores de sementes nativas em Mato Grosso
Cerca de 50 agricultores beneficiários da Reforma Agrária do município de Confresa, Nordeste de Mato Grosso, começaram, nesta segunda-feira, a ser capacitados para tornarem-se coletores de sementes e produtores de mudas de espécies florestais nativas. O I Curso de Colheita de Sementes e Produção de Mudas de Espécies Florestais é ministrado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e busca repassar os conhecimentos necessários para que os participantes possam ser credenciados como coletores junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Fruto de uma parceria entre a Embrapa e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o curso é parte do projeto Amazônia Nativa, que pretende capacitar agricultores a se tornarem produtores de sementes e mudas nativas, fazendo desta atividade uma fonte de renda e uma forma de conservação ambiental.
Este primeiro módulo tem duração de cinco dias, sendo que nos dois primeiros dias concentram-se as aulas teóricas e nos dias restantes serão realizadas as atividades práticas.
Em sala de aula os participantes aprenderão noções básicas sobre adequação ambiental, ecologia florestal, produção de sementes florestais, métodos de colheita de sementes, manejo das sementes, germinação, quebra de dormência, implantação de viveiros florestais, produção de mudas, entre outras temáticas. Já nas atividades de campo, o grupo terá aula prática sobre extração, secagem e beneficiamento de frutos e sementes; quebra de dormência de sementes; ecologia de campo; fenologia reprodutiva; técnicas de escalada em árvores com uso de espora e cinto de segurança; alpinismo; rapel; avaliação de equipamentos utilizados para a colheita; e conservação e armazenamento de sementes.
Segundo o coordenador estadual do projeto Amazônia Nativa, Ingo Isernhagen, este curso é a segunda etapa do processo de capacitação dos coletores. Anteriormente, explica, já foi realizada uma oficina de sensibilização e mobilização do grupo.
O I Curso de Colheita de Sementes e Produção de Mudas de Espécies Florestais é ministrado por uma equipe formada por integrantes da Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Agrossilvipastoril e Embrapa Transferência de Tecnologia e conta com apoio da Prefeitura de Confresa.
Em Mato Grosso, além de Confresa, beneficiários da Reforma Agrária de Querência, Peixoto de Azevedo e Nova Ubiratã também serão capacitados para a coleta de sementes e produção de mudas de espécies nativas.
FONTE: http://www.tosabendo.com
Fruto de uma parceria entre a Embrapa e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o curso é parte do projeto Amazônia Nativa, que pretende capacitar agricultores a se tornarem produtores de sementes e mudas nativas, fazendo desta atividade uma fonte de renda e uma forma de conservação ambiental.
Este primeiro módulo tem duração de cinco dias, sendo que nos dois primeiros dias concentram-se as aulas teóricas e nos dias restantes serão realizadas as atividades práticas.
Em sala de aula os participantes aprenderão noções básicas sobre adequação ambiental, ecologia florestal, produção de sementes florestais, métodos de colheita de sementes, manejo das sementes, germinação, quebra de dormência, implantação de viveiros florestais, produção de mudas, entre outras temáticas. Já nas atividades de campo, o grupo terá aula prática sobre extração, secagem e beneficiamento de frutos e sementes; quebra de dormência de sementes; ecologia de campo; fenologia reprodutiva; técnicas de escalada em árvores com uso de espora e cinto de segurança; alpinismo; rapel; avaliação de equipamentos utilizados para a colheita; e conservação e armazenamento de sementes.
Segundo o coordenador estadual do projeto Amazônia Nativa, Ingo Isernhagen, este curso é a segunda etapa do processo de capacitação dos coletores. Anteriormente, explica, já foi realizada uma oficina de sensibilização e mobilização do grupo.
O I Curso de Colheita de Sementes e Produção de Mudas de Espécies Florestais é ministrado por uma equipe formada por integrantes da Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Agrossilvipastoril e Embrapa Transferência de Tecnologia e conta com apoio da Prefeitura de Confresa.
Em Mato Grosso, além de Confresa, beneficiários da Reforma Agrária de Querência, Peixoto de Azevedo e Nova Ubiratã também serão capacitados para a coleta de sementes e produção de mudas de espécies nativas.
FONTE: http://www.tosabendo.com
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
GLOBO REPÓRTER NOS CÉUS DO BRASIL
Parabéns a TV Globo especialmente a equipe do programa GLOBO REPÓRTER que na edição de hoje nos brindou com uma matéria muito interessante sobre a biodiversidade na Mata Atlântica! O que nos deixa mais contente é constatar que o Brasil tem demonstrado crescimento nos estudos de dossel e o programa mostrou várias opções de se registrar essa última fronteira do conhecimento. Foi possível verificar o uso de diferentes estratégias para se alcançar o dossel como o balonismo, escalada de árvores, grua com aproximadamente 30m e também o uso de torres para coleta de dados!

Pesquisador Christopher Blum escalando a copa de uma árvore em meio a um jardim de epífitas.

Balão utilizado pelo programa Globo Repórter para documentar a movimentação por diferentes unidades de conservação dentro do bioma Mata Atlântica.

Torre utilizada pelos pesquisadores para coleta de dados sobre a floresta! Um verdadeiro laboratório a serviço da ciência nas alturas.
O Programa terminou chamando a atenção para o grande desafio da atualidade que é a compatibilização de crescimento urbano e expansão das fronteiras agrícolas com a preservação/conservação de nossas florestas! Resta saber até quando teremos a chance de poder pensar em assumir esse desafio antes que seja tarde... Ao ritmo e estilo do homem moderno não é difícil descobrir novas espécies e já adicioná-las a listas de "espécies em risco de extinção". 2011 é o ano Internacional das Florestas, passou tão rápido, tão tímido, uma pena...
Saudações à todos!! Salvem as nossas florestas!!!

Pesquisador Christopher Blum escalando a copa de uma árvore em meio a um jardim de epífitas.
Balão utilizado pelo programa Globo Repórter para documentar a movimentação por diferentes unidades de conservação dentro do bioma Mata Atlântica.

Torre utilizada pelos pesquisadores para coleta de dados sobre a floresta! Um verdadeiro laboratório a serviço da ciência nas alturas.
O Programa terminou chamando a atenção para o grande desafio da atualidade que é a compatibilização de crescimento urbano e expansão das fronteiras agrícolas com a preservação/conservação de nossas florestas! Resta saber até quando teremos a chance de poder pensar em assumir esse desafio antes que seja tarde... Ao ritmo e estilo do homem moderno não é difícil descobrir novas espécies e já adicioná-las a listas de "espécies em risco de extinção". 2011 é o ano Internacional das Florestas, passou tão rápido, tão tímido, uma pena...
Saudações à todos!! Salvem as nossas florestas!!!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Natural High - Tree climbing is no longer kids' stuff. With the right equipment and training, a killer view (and workout) can be yours
By WILLIAM L. HAMILTON
John Clark for The Wall Street Journal
Recreational tree climbing is now largely "technical tree climbing," or climbing with ropes, as professional arborists do.
Read more: http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204394804577009982178326496.html#ixzz1dIjViR41
Everyone should feel on top of the world at least once. Even if you have to haul yourself up. And climbing a tree's not a bad way of getting there. It's available to anyone with a modicum of equipment. Including, of course, a tree. I went up in a 120-year-old red oak at the New York Botanical Garden in the Bronx a couple of weeks ago, with the help of two of its climber/pruners, Corey Link and Zev Reuter. Like most adults, I hadn't climbed a tree in years. My first thought upon getting back down on the ground was to go back up. It's that good. Recreational tree climbing is now largely "technical tree climbing," or climbing with ropes, as professional arborists do. "Free climbing"—what you did as a kid—is discouraged as a sport, because of the danger it represents to the tree. "Rec" tree climbing has its heroes, like Peter "Treeman" Jenkins and his wife, Patty, who established Tree Climbers International, the activity's primary organization. It has its Boswells, like the author Richard Preston, whose book "The Wild Trees"—an ascent into the world's tallest trees—was a result of Mr. Preston's own interest in climbing. It has its Einsteins, like Margaret Lowman, who pioneered the science of canopy research, and calls the vast realm of tree tops the "eighth continent." There's James Cameron's "Avatar," which did for life in the boughs what "Titanic" did for the bottom of the ocean. To get started, it's probably not a great idea to throw a bunch of new gear into a shopping bag and march into the woods by yourself—you need the right instruction. Schools and informal clubs are scattered across the country (see sidebar for a few suggestions). Learning to tie the right knots—the basic technology that takes you up the rope and lets you back down (at a reasonable speed)—is not something you want to master from watching a DVD. And fitting yourself to your gear safely shouldn't be second-guessed. The pleasure of being up in a tree is the lack of cares and the escape from gravity, not the fear. That's why you'll feel like you're seven again. Next, you'll need a tree. Tree-climbing is illegal in national parks, but not national forests. Check rules in local city parks. "A good climbing tree has fairly simple access and lots of relatively evenly spaced branches," Mr. Reuter said. "You have to stand back and view the entire tree as one organism that you're dealing with, as you would in seeing if a ladder is safe."
Related
What's Your Workout: Go Climb a Tree(08/16/11)
Mr. Reuter checked our red oak at the ground, walking around the trunk to inspect its general health: Severed roots could compromise the root plate that tethers it firmly to the ground and mushrooms could indicate decay. Then he eye-balled the trunk up to the top, looking for large wounds, cracks and deadwood in the canopy. With the throw weight and line, we set my rope at about 50 feet. I stepped into my harness and Mr. Link suited me up, secured me to the rope, did a spot inspection on all points of potential breach and left me to lift myself off the ground. It's hard. "You've got to have a good strength-to-weight ratio," Mr. Link said. "The initial ascent is the hardest. But once you're in the tree it's a lot easier." And fun. A liberating fun that seems like the best sort of travel—to a place that doesn't seem to exist until you enter it. Ms. Lowman's eighth continent above, around and below you. Full of wonder. Mr. Reuter's last piece of advice: "Always have a cellphone." Just in case. And you'll want to get a picture anyway.
Tree-climbing Essentials
In addition to gloves, rope and some muscle, you'll need to gear up to climb properly. Arborist supply sites like SherrillTree (sherrilltree.com), WesSpur (wesspur.com) and TreeStuff (treestuff.com) offer basic packaged kits. Here's some of the stuff you'll get.
Carabiners
These super-strength metal clasps secure your rope and gear to your harness. Rock Exotica Pirate, $17,wesspur.com

Helmet and Goggles
Wear an arborist's helmet, not a bike one. They're rated for strength at the top of your head for falling branches. The goggles protect your eyes from debris and insects. Kask Super Plasma helmet, $135, kaskstore.com; Bug-Eyez mesh goggles, $23, wesspur.com


Saddle Harness
Designed to sit in comfortably, this is your ride up into the tree. Elevation tree-climbing harness, from $221,sherrilltree.com

Throw Weight
Attach this to a lightweight rope called a throwline, then toss it into the tree towards the branch you want to suspend from. When the weight goes over and comes down, you can attach the rigged throwline to your hauling rope and pull it up and over your branch. 12-ounce HighBall throw weight, $17,sherrilltree.com

School Trip: Learn the Ropes
You may have scrambled up trees like a squirrel when you were a kid, but adult climbing is "technical" climbing, involving lots of equipment. A professional should show you the ropes -- literally -- before you swing yourself 60 feet up in the air. You can find instructors and classes across the country, including:
New York Botanical Garden (nybg.org) The Bronx garden has weekend recreational tree-climbing workshops in November; the last one is on the 19th.
Pacific Tree Climbing Institute (pacifictreeclimbing.com). The Eugene, Ore., outfit offers guided tree-climbing expeditions in tall forests in the Pacific Northwest, for all age groups and levels of physical ability. (And yes, the trees are bigger out there.)
Tree Climbers International (treeclimbing.com) The Atlanta-based organization offers a variety of classes for beginners and advanced climbers.
—Dan Neil's Rumble Seat column will return next week.
FONTE: THE WALL STREET JOURNAL http://online.wsj.com
John Clark for The Wall Street JournalRecreational tree climbing is now largely "technical tree climbing," or climbing with ropes, as professional arborists do.
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Everyone should feel on top of the world at least once. Even if you have to haul yourself up. And climbing a tree's not a bad way of getting there. It's available to anyone with a modicum of equipment. Including, of course, a tree. I went up in a 120-year-old red oak at the New York Botanical Garden in the Bronx a couple of weeks ago, with the help of two of its climber/pruners, Corey Link and Zev Reuter. Like most adults, I hadn't climbed a tree in years. My first thought upon getting back down on the ground was to go back up. It's that good. Recreational tree climbing is now largely "technical tree climbing," or climbing with ropes, as professional arborists do. "Free climbing"—what you did as a kid—is discouraged as a sport, because of the danger it represents to the tree. "Rec" tree climbing has its heroes, like Peter "Treeman" Jenkins and his wife, Patty, who established Tree Climbers International, the activity's primary organization. It has its Boswells, like the author Richard Preston, whose book "The Wild Trees"—an ascent into the world's tallest trees—was a result of Mr. Preston's own interest in climbing. It has its Einsteins, like Margaret Lowman, who pioneered the science of canopy research, and calls the vast realm of tree tops the "eighth continent." There's James Cameron's "Avatar," which did for life in the boughs what "Titanic" did for the bottom of the ocean. To get started, it's probably not a great idea to throw a bunch of new gear into a shopping bag and march into the woods by yourself—you need the right instruction. Schools and informal clubs are scattered across the country (see sidebar for a few suggestions). Learning to tie the right knots—the basic technology that takes you up the rope and lets you back down (at a reasonable speed)—is not something you want to master from watching a DVD. And fitting yourself to your gear safely shouldn't be second-guessed. The pleasure of being up in a tree is the lack of cares and the escape from gravity, not the fear. That's why you'll feel like you're seven again. Next, you'll need a tree. Tree-climbing is illegal in national parks, but not national forests. Check rules in local city parks. "A good climbing tree has fairly simple access and lots of relatively evenly spaced branches," Mr. Reuter said. "You have to stand back and view the entire tree as one organism that you're dealing with, as you would in seeing if a ladder is safe."
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Mr. Reuter checked our red oak at the ground, walking around the trunk to inspect its general health: Severed roots could compromise the root plate that tethers it firmly to the ground and mushrooms could indicate decay. Then he eye-balled the trunk up to the top, looking for large wounds, cracks and deadwood in the canopy. With the throw weight and line, we set my rope at about 50 feet. I stepped into my harness and Mr. Link suited me up, secured me to the rope, did a spot inspection on all points of potential breach and left me to lift myself off the ground. It's hard. "You've got to have a good strength-to-weight ratio," Mr. Link said. "The initial ascent is the hardest. But once you're in the tree it's a lot easier." And fun. A liberating fun that seems like the best sort of travel—to a place that doesn't seem to exist until you enter it. Ms. Lowman's eighth continent above, around and below you. Full of wonder. Mr. Reuter's last piece of advice: "Always have a cellphone." Just in case. And you'll want to get a picture anyway.
Tree-climbing Essentials
In addition to gloves, rope and some muscle, you'll need to gear up to climb properly. Arborist supply sites like SherrillTree (sherrilltree.com), WesSpur (wesspur.com) and TreeStuff (treestuff.com) offer basic packaged kits. Here's some of the stuff you'll get.
Carabiners
These super-strength metal clasps secure your rope and gear to your harness. Rock Exotica Pirate, $17,wesspur.com

Helmet and Goggles
Wear an arborist's helmet, not a bike one. They're rated for strength at the top of your head for falling branches. The goggles protect your eyes from debris and insects. Kask Super Plasma helmet, $135, kaskstore.com; Bug-Eyez mesh goggles, $23, wesspur.com


Saddle Harness
Designed to sit in comfortably, this is your ride up into the tree. Elevation tree-climbing harness, from $221,sherrilltree.com

Throw Weight
Attach this to a lightweight rope called a throwline, then toss it into the tree towards the branch you want to suspend from. When the weight goes over and comes down, you can attach the rigged throwline to your hauling rope and pull it up and over your branch. 12-ounce HighBall throw weight, $17,sherrilltree.com

School Trip: Learn the Ropes
You may have scrambled up trees like a squirrel when you were a kid, but adult climbing is "technical" climbing, involving lots of equipment. A professional should show you the ropes -- literally -- before you swing yourself 60 feet up in the air. You can find instructors and classes across the country, including:
New York Botanical Garden (nybg.org) The Bronx garden has weekend recreational tree-climbing workshops in November; the last one is on the 19th.
Pacific Tree Climbing Institute (pacifictreeclimbing.com). The Eugene, Ore., outfit offers guided tree-climbing expeditions in tall forests in the Pacific Northwest, for all age groups and levels of physical ability. (And yes, the trees are bigger out there.)
Tree Climbers International (treeclimbing.com) The Atlanta-based organization offers a variety of classes for beginners and advanced climbers.
—Dan Neil's Rumble Seat column will return next week.
FONTE: THE WALL STREET JOURNAL http://online.wsj.com
sábado, 8 de outubro de 2011
COLHEITA DE SEMENTES NATIVAS GARANTE A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E A RENDA PARA FAMÍLIAS DO EXTREMO SUL

“A natureza cada dia que passa nos surpreende”, disse o coletor de sementes David Souza, conhecido como Marola, durante a participação no curso de Treinamento em Colheita e Manejo de Sementes Nativas, realizado de 28 a 30 de setembro, na RPPN Estação
Marola é do assentamento Gildázio Barbosa, em Itabela, e trabalha na coleta de sementes desde 2000. Ele conta que participou do curso procurando se atualizar sobre a legalização da atividade, novas técnicas e equipamentos de segurança existentes para a colheita de sementes. “Comecei sozinho, fazia a colheita das sementes e produzia mudas na minha casa. Hoje tenho 16 famílias de agricultores trabalhando comigo e vendo as sementes para viveiros da região. O mercado de compra de sementes nativas é muito bom”, contou Marola destacando também a viabilidade econômica e a sustentabilidade da profissão.
O curso promovido pelo Instituto BioAtlântica (IBio), pelo Pacto pela Restauração da Mata Atlântica e pela Veracel Celulose teve o objetivo de fortalecimento e capacitação dos atores locais que trabalham com a cadeia produtiva de restauração da Mata Atlântica, explicou o biólogo Alessandro Moraes.
Cerca de quarenta pessoas ligadas a viveiros e a assentamentos participaram dos três dias de curso, quando foram apresentadas informações sobre a Sustentabilidade da Colheita, a legalização da produção e marcação de matrizes, o manejo de equipamentos de colheita, as técnicas de colheita em árvores, a colheita de sementes e o manejo de sementes e produção de mudas.
Preservar e gerar renda – O curso teve o objetivo ainda de apresentar também mais uma alternativa de fonte de renda. “Queremos mostrar que com a colheita de sementes nativas eles têm uma renda extra ou alguns casos eles não necessitam investir em desmatamento para a agricultura. Sendo a coleta de sementes a única atividade deles. Numa estatística inicial, levantamos que a colheita de sementes chega a gerar uma renda média de 700 reais, mas tem épocas que é mais”, revelou Moraes.
Segundo Marola, a atividade garante uma produção anual, diferente das culturas agrícolas e não há a necessidade de se realizar desmatamento de áreas e investir para garantir a produção. “A produção de sementes é permanente, diferente de culturas agrícolas que são sazonais”, destacou.
Acostumado a utilizar a peia feita com três cordas para subir em árvores, Marola conheceu durante o curso, os equipamentos de segurança e aprendeu o manejo adequado desses equipamentos e a utilização de técnicas como o alpinismo, a peia, a escalada, escada, o blocante ao tronco e roldanas, que garantem mais segurança ao profissional no momento da colheita. “Ele preferiu continuar utilizando a peia, mas utilizando os equipamentos de segurança como o blocante ao tronco e o capacete, que lhe dão mais agilidade e segurança durante a colheita”, afirmou o biólogo.
Outra orientação repassada durante o curso foi sobre o manejo sustentável das matrizes de sementes nativas. “A colheita feita de forma inadequada nas árvores nativas, pode acarretar em doenças nas árvores, em desequilíbrio na oferta de alimentos para a fauna e, no futuro, na baixa oferta de sementes dos fragmentos de mata nativa que estão sendo utilizados para a colheita”, alerta Moraes sobre a importância de se adquirir orientação e conhecimento sobre a legislação antes de se começar a atuar na área.
A iniciativa do curso foi do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, Instituto BioAtlântica e Veracel Celulose, com o apoio da Alstom e Storaenso, e com a parceria da Conservação Internacional (CI – Brasil), Embrapa Agroecologia, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Universidade Federal de São Carlos – Campus Sorocaba (UFSCar).
FONTE: http://www.veracel.com.br
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
TREINAMENTO DE ESCALADA REALIZADO EM UBERLÂNDIA
Nos dias 17 e 24 realizei treinamento juntamente com um ex aluno, Oscar Perdomo, em duas árvores na Universidade Federal de Uberlândia - Campus Umuarama. As árvores escaladas foram o pau de balsa ou pau balsa (Ochroma pyramidale) e uma espécie de eucalipto (Eucalyptus sp). Seguem algumas fotos do treinamento:



quarta-feira, 21 de setembro de 2011
21 DE SETEMBRO - DIA DA ÁRVORE
“Não quero flores no meu enterro, pois sei que vão arrancá-las da floresta.”
(Chico Mendes)
“Árvore bendita nasceu bem concebida!
Com certeza é a rainha da natureza,
Ninguém duvida, é o exemplo à vida!!!
Árvores plantadas, natureza assegurada...”
(Manuel de Almeida)

"Olá, hoje vocês humanos comemoram o nosso dia! Tenho visto muitos de meus irmãos sucumbirem em chamas ou tombados por sua ganancia. Muitos irmãos se tornando móveis ou utensílios para alimentar seu modo de vida efêmero e imediatista! Estamos de olho em vocês... o preço de suas ações poderá ser alto!"
(Um Ent amigo meu da Terra Média)
FELIZ DIA DA ÁRVORE À TODOS... SE É QUE PODEMOS COMEMORAR ALGO...
(Chico Mendes)
“Árvore bendita nasceu bem concebida!
Com certeza é a rainha da natureza,
Ninguém duvida, é o exemplo à vida!!!
Árvores plantadas, natureza assegurada...”
(Manuel de Almeida)

"Olá, hoje vocês humanos comemoram o nosso dia! Tenho visto muitos de meus irmãos sucumbirem em chamas ou tombados por sua ganancia. Muitos irmãos se tornando móveis ou utensílios para alimentar seu modo de vida efêmero e imediatista! Estamos de olho em vocês... o preço de suas ações poderá ser alto!"
(Um Ent amigo meu da Terra Média)
FELIZ DIA DA ÁRVORE À TODOS... SE É QUE PODEMOS COMEMORAR ALGO...
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