quinta-feira, 10 de maio de 2012
Demonstração de escalada em árvores no Parque Estadual do Pau Furado em Uberlândia - MG (08/05/2012)
No último dia 8 de maio foi realizada uma demonstração de técnicas verticais de acesso ao dossel no Parque do Pau Furado em Uberlândia - MG. A aula demonstração ocorreu como parte da programação do curso "Ecologia do Cerrado" oferecido como disciplina optativa ao curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Uberlândia cujo responsável é o Prof. Dr. Ivan Schiavini. Trata-se de mais uma oportunidade de divulgação da escalada de árvores para o circuito acadêmico regional. Também vale ressaltar que no dia 24 de abril os alunos dessa disciplina participaram da palestra: "Vida no Topo das Árvores: Uma Nova Era de Exploração Científica nos Dosséis das Florestas do Mundo", conduzida por mim. Esse tipo de espaço de discussão e divulgação da escalada de árvores é muito enriquecedor pois os alunos tem contato com informações que eles não estão acostumados em relação a exploração dessa fronteira de pesquisa, o dossel. Abaixo o registro do grupo que partipou da demonstração no Parque do Pau Furado. Gostaria de agradecer a permissão do Prof. Ivan Schiavini para que fosse possível a divulgação dessas atividades em sua disciplina e ao biólogo Erick Almeida Silva (gerente do Parque Estadual do Pau Furado - Escritório Regional do Instituto Estadual de Florestas) por sua atenção e parceria nas atividades de escalada no Parque. Grande abraço a todos e boas escaladas!!
Alunos da disciplina Ecologia do Cerrado, funcionários do Parque Estadual do Pau Furado, Prof. Dr. Ivan Schiavini, eu e o gerente do Parque Erick Almeida Silva na área onde ocorreu a demonstração de escalada de árvores.
Aluna recebendo instruções antes de ser içada para coletar amostras de folhas com uso de colheitadeira aérea. Foto: Gudryan J. Barônio
Aluna com a colheitadeira aérea em punho. Foto: Gudryan J. Barônio
sábado, 21 de abril de 2012
Em Goiás, ONG vira especialista na preservação de árvores nativas
A preservação do meio ambiente ganha cada vez mais espaço.
Muita gente está interessada em recuperar áreas degradadas.
A paisagem do Planalto Central brasileiro é um convite para quem gosta de turismo de aventura. São cachoeiras, serras e árvores, muitas árvores para escalar, uma tendência que ganhou força de uns tempos pra cá.
Fabiano Dorta, fazendeiro e agrônomo que explora o turismo, desta vez não se prepara para nenhuma aventura. A missão dele vai ser escalar buritis na fazenda em Cocalzinho, região central de Goiás, para coletar algo precioso nesta época do ano: os cachos de coco de buriti para a produção de sementes.
O trabalho exige cuidado e muita técnica na hora de fazer a escalada. Pelas imagens feitas do alto, dá para ter noção da dificuldade para fazer a coleta.
O facão vai amarrado na corda e depois de alguns golpes certeiros o cacho lotado de cocos é cortado e desce pendurado pela corda até o chão. Aí entra em cena o pessoal do serviço pesado, que tem a missão de levar a carga até o trator.
O buriti é um indicador de água, onde tem a palmeira é sinal de que tem algum riacho por perto.
Antonio Fernandes é do Clube da Semente, uma ONG que garimpa genética de árvores nativas em todo o Brasil. Ele analisa os cocos de buriti e diz que estão no ponto ideal de colheita.
Depois da coleta, a semente ainda percorre um logo caminho antes de ficar pronta para o plantio.
A sede do Clube da Semente em Alexânia, município próximo de Brasília, é um lugar cercado de plantas do mais diferentes ecossistemas brasileiro. Maritacas matam a fome comendo frutos nas árvores.
O clube foi fundado há 21 anos e faz o beneficiamento do material coletado na floresta. Cada variedade recebe um tratamento diferenciado.
Depois de beneficiada e passar por uma seleção, as sementes são armazenadas em um depósito. As formas, tamanhos e cores dão uma noção de como é rica a nossa flora.
Além da venda o que ajuda a manter o clube são os associados e empresas que usam o material para fazer campanhas.
Árvores de todos os cantos do Brasil são catalogadas e têm o desempenho acompanhado. O paricá da Amazônia é uma das espécies indicadas pelo clube para o plantio comercial. Com oito anos já atinge 40 centímetros de diâmetro e 15 metros de altura.
O trabalho do clube já dá frutos. Itamar Peixoto começou a usar sementes e mudas de árvores desde a fundação da ONG e hoje a reserva de mata ocupa 40% dos 180 hectares que tem em um hotel fazenda.
Para conhecer mais o trabalho do Clube da Semente acesse o site:
www.clubedasemente.org.br
FONTE: Globo Rural
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Manaus sediará 1º treinamento em diagnóstico e risco de queda de árvores nesta segunda (16)
O treinamento será realizado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), órgão especializado em pesquisas que envolvem tecnologias nas áreas de física, matemática, geologia, engenharia, entre outras
Funcionários da Secretaria Municipal de meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) receberão nesta segunda (16), o I Treinamento em Diagnóstico e Análise de Risco de Queda de Árvores.
O treinamento será realizado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), órgão especializado em pesquisas que envolvem tecnologias nas áreas de física, matemática, geologia, engenharia, entre outras.
Além de promover o intercâmbio entre instituições, o curso tem como finalidade qualificar a mão de obra de técnicos que trabalham com arborização urbana de órgãos da Prefeitura como de outras instituições, a exemplo do Corpo de Bombeiros, Amazonas Energia e terceirizadas que lidam com a questão da arborização urbana.
O secretário municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marcelo Dutra, explica que a realização do curso faz parte de uma das metas do Programa Manaus Mais Verde, que é a de formação técnica da equipe de trabalho da arborização da cidade. Outra capacitação foi realizada pela Semmas em 2011, no I Encontro da Regional Norte da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana, onde foram abordados temas como técnicas de escalada e manutenção de árvores, produção de mudas para arborização e transplante de árvores.
O secretário ressalta que desta vez o treinamento visa capacitar os técnicos na tomada de decisão em relação às condições da árvore, o seu estado de biodeterioração e quais os riscos reais dela vir ou não a cair.
O curso vai durar cinco dias, desta segunda (16) até sexta-feira (20), no auditório do Parque Municipal do Mindu, com carga horária total de 40 horas. O número de participantes é limitado a 40 pessoas, por conta das aulas práticas. As aulas serão ministradas pelo pesquisadores do IPT Sérgio Brasolin e Vinicius Pacheco.
Foram convidadas também a participar do treinamento com representantes as instituições públicas que trabalham com a questões afetas ao manejo da arborização na cidade, a exemplo do Ministério Púbico Estadual (MPE), Vara Especializada em Meio Ambiente e Questões Agrárias (Vemaqa), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS) e Ministério Público Federal (MPF). O curso terá início às 8h30.
Fonte: www.acritica.com
Funcionários da Secretaria Municipal de meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) receberão nesta segunda (16), o I Treinamento em Diagnóstico e Análise de Risco de Queda de Árvores.
O treinamento será realizado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT), órgão especializado em pesquisas que envolvem tecnologias nas áreas de física, matemática, geologia, engenharia, entre outras.
Além de promover o intercâmbio entre instituições, o curso tem como finalidade qualificar a mão de obra de técnicos que trabalham com arborização urbana de órgãos da Prefeitura como de outras instituições, a exemplo do Corpo de Bombeiros, Amazonas Energia e terceirizadas que lidam com a questão da arborização urbana.
O secretário municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marcelo Dutra, explica que a realização do curso faz parte de uma das metas do Programa Manaus Mais Verde, que é a de formação técnica da equipe de trabalho da arborização da cidade. Outra capacitação foi realizada pela Semmas em 2011, no I Encontro da Regional Norte da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana, onde foram abordados temas como técnicas de escalada e manutenção de árvores, produção de mudas para arborização e transplante de árvores.
O secretário ressalta que desta vez o treinamento visa capacitar os técnicos na tomada de decisão em relação às condições da árvore, o seu estado de biodeterioração e quais os riscos reais dela vir ou não a cair.
O curso vai durar cinco dias, desta segunda (16) até sexta-feira (20), no auditório do Parque Municipal do Mindu, com carga horária total de 40 horas. O número de participantes é limitado a 40 pessoas, por conta das aulas práticas. As aulas serão ministradas pelo pesquisadores do IPT Sérgio Brasolin e Vinicius Pacheco.
Foram convidadas também a participar do treinamento com representantes as instituições públicas que trabalham com a questões afetas ao manejo da arborização na cidade, a exemplo do Ministério Púbico Estadual (MPE), Vara Especializada em Meio Ambiente e Questões Agrárias (Vemaqa), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS) e Ministério Público Federal (MPF). O curso terá início às 8h30.
Fonte: www.acritica.com
segunda-feira, 9 de abril de 2012
NOVO CURSO NO FIM DE SEMANA (7 E 8 DE ABRIL)
Olá seguidores, amigos ou visitantes do blog! Mais uma turma realizou esse fim de semana (7 e 8 de abril) o curso de Técnicas de Ascensão Vertical ao Dossel (Escalada em Árvores) em Uberlândia. Mais uma vez realizamos o curso no Condomínio Morada do Sol e dessa vez os alunos foram o veterinário Marcelo Figueiredo (concluindo a segunda etapa do curso) e os biólogos Gudryan J. Barônio e Jonas Maravalhas. O Gudryan e o Jonas são alunos do mestrado em Ecologia e Conservação de Recursos Naturais pela Universidade Federal de Uberlândia e procuraram o curso por indicação de um ex aluno do curso, o Oscar (Colômbiano), também estudante do mestrado que atualmente está usando as técnicas de escalada para coletar dados para sua dissertação. Dessa vez optei por incluir uma atividade diferente onde me posicionei longe da árvore utilizada no curso para escalada e passei diversas instruções/comandos por rádio. Todas as atividades executadas por auxilio do rádio foram monitoradas por binóculo, ou seja, mesmo afastado foi possível observar cada movimento dos dois alunos escaladores (Jonas e Marcelo) e também do Gudryan que ficou como auxiliar de solo, garantindo segurança ou fornecendo materiais à equipe de dossel. Outra atividade diferente foi que pela primeira vez coloquei um aluno (no caso o Jonas) para fixar uma bromélia na árvore. Pretendo continuar fazendo isso, especialmente com espécies de epífetas nativas. Estou certo de que os alunos aproveitaram bastante o curso bem como puderam perceber o diferencial para o profissional que trabalha com meio ambiente e possui habilidades na área de técnicas verticais para acesso ao dossel. Mais uma vez obrigado aos alunos pela confiança e escolha do nosso curso! Novamente chamo a atenção que atuar nessa área exige responsabilidade, concentração, treinamento e cuidado (pessoal e/ou com equipamentos) e escalar sozinho nunca deve ser uma opção. A prioridade deve ser sempre a segurança! Fiquem agora com alguns momentos do curso do Marcelo, Gudrian e Jonas:
A turma do curso. Da esquerda para a direita, eu (Alexandre), Marcelo, Jonas e Gudryan.
Gudryan (no centro) e Marcelo (no canto superior direito) preparando e checando os equipamentos para ascensão.
Jonas realizando fixação de uma bromélia.
Gudryan praticando a forma correta de se enrolar a corda após atividade.
Os alunos em procedimento de descensão com freio em 8.
O Gudryan deixou registrado a seguinte opinião sobre o curso: “Durante o curso vi dezenas de possibilidades de utilização das técnicas, tanto na vida profissional como pessoal. Com certeza recomendadíssimo!” E aí!? Gostou da experiência que o Marcelo, Jonas e o Gudryan tiveram? Então faça contato e agende um curso também! Faça um investimento e acrescente mais essa habilidade em seu currículo pois como educador ambiental, pesquisador ou prestador de serviço certamente você será um profissional diferenciado nesse mercado tão competitivo. Ofereço o curso básico de escalada em árvores durante todo o ano, preferencialmente aos finais de semana. Além desses cursos também oferecemos outros não convencionais para estudantes, professores e profissionais da área ambiental! Confira outras opções em http://ceterrabrazilis.blogspot.com/. Grande abraço a todos e boas escaladas!!
O Gudryan deixou registrado a seguinte opinião sobre o curso: “Durante o curso vi dezenas de possibilidades de utilização das técnicas, tanto na vida profissional como pessoal. Com certeza recomendadíssimo!” E aí!? Gostou da experiência que o Marcelo, Jonas e o Gudryan tiveram? Então faça contato e agende um curso também! Faça um investimento e acrescente mais essa habilidade em seu currículo pois como educador ambiental, pesquisador ou prestador de serviço certamente você será um profissional diferenciado nesse mercado tão competitivo. Ofereço o curso básico de escalada em árvores durante todo o ano, preferencialmente aos finais de semana. Além desses cursos também oferecemos outros não convencionais para estudantes, professores e profissionais da área ambiental! Confira outras opções em http://ceterrabrazilis.blogspot.com/. Grande abraço a todos e boas escaladas!!
sexta-feira, 9 de março de 2012
NOVO CURSO REALIZADO EM UBERLÂNDIA NO FIM DE SEMANA PASSADO - 3 e 4/03/2012
Bom dia amigos, seguidores e/ou visitantes do meu blog! É com prazer que registro mais um curso de Técnicas de Ascensão Vertical ao Dossel (Escalada em Árvores) realizado em Uberlândia nos dias 3 e 4 de março. O curso, ocorrido no Condomínio Morada do Sol, foi um sucesso total e dessa vez os alunos foram o veterinário Marcelo Figueiredo e o turismólogo Conrado Lelis. O Marcelo reside em Uberlândia - MG, trabalha com gestão e consultoria ambiental e considera que o tipo de conhecimento abordado no curso poderá auxiliá-lo no desempenho de suas atividades profissinais. O Conrado está de passagem na cidade, pretende fixar residencia em Florianópolis e procurou o curso como forma de conhecer e praticar melhor as técnicas e as formas de segurança na escalada vertical e aplicar seus conhecimentos na prestação de serviços com ecoturismo e esportes radicais. O Conrado possui bastante vivência em outros países (Israel, Suiça, Inglaterra, Turquia, entre outros) e me relatou que profissionais que prestam serviços nessa área de ecoturismo e esportes radicais são muito valorizados e bem remunerados lá fora. O Marcelo por questões de agenda profissional só pode fazer a primeira etapa do curso com o Conrado e finalizará o curso em breve. Foi interessante o curso porque foram apresentados novos conhecimentos relacionados a passagem da corda nas forquilhas das árvores com a utilização de saquinhos de chumbo e também a proteção da corda com um novo sistema. Além disso foi possível erguer uma criança voluntária até a copa do pau d'óleo utilizado no treinamento como forma de demonstrar especialmente para o Conrado, a possibilidade do uso das técnicas para se colocar um turista na copa sem nenhuma capacitação prévia. Também foi possível fraglar uma mamãe gambá com 2 filhotinhos nidificando na árvore do curso. Creio que o Marcelo e o Conrado tiveram uma excelente experiência com a escalada de árvores, e perceberam como esta atividade oferece infinitas possibilidades para treinamento, prestação de serviços e exploração do ecoturismo. Obrigado a esses dois alunos pela confiança e escolha do nosso curso, espero que possam utilizar o que aprenderam com responsabilidade e que sejam divulgadores desta atividade por onde passarem! Nossas portas estarão sempre abertas para recebê-los futuramente. Fiquem agora com alguns momentos do curso do Marcelo e do Conrado nas fotos abaixo:

Marcelo Figueiredo em ascensão na árvore do pau d'óleo (Copaifera langsdorffii).

Marcelo checando os últimos detalhes para ascensão do Conrado.

Marcelo na copa do pau d'óleo utilizando uma rede de dormir como parte do treinamento para trabalhos mais longos na copa das árvores (observação de comportamento animal por exemplo) ou mesmo com o objetivo de passar a noite no caso de um pacote de ecoturismo alternativo.

Conrado preparando descensão para a rede como parte do mesmo treinamento citado na foto anterior!

Visitante inesperada, uma mamãe gambá (provavelmente Didelphis albiventris) presente em ninho no alto da árvore.

Conrado (esquerda) e eu, Alexandre Coletto (direita)posando para uma foto antes de começarmos as atividades no segundo dia do curso.
Embora tenha feito apenas a primeira etapa do curso o Marcelo me deu o seguinte depoimento em relação ao mesmo: "Gostei muito do curso! O local foi adequado, os equipamentos são de excelente qualidade e bem conservados, as instruções foram precisas e claras, a parte prática foi bem intensa, mas dentro das nossas possibilidades, e a preocupação com a segurança foi constante, antes, durante e depois das instruções e da prática. Peguei gosto pela escalada em árvores e pretendo praticar mais, sempre que surgir a oportunidade." Se você gostou da experiência que o Conrado e o Marcelo tiveram em Uberlândia, faça contato e agende um curso também! Ofereço o curso básico de escalada em árvores durante todo o ano, preferencialmente aos finais de semana. Além desses cursos também oferecemos outros não convencionais para estudantes, professores e profissionais da área ambiental! Confira outras opções em http://ceterrabrazilis.blogspot.com/. Grande abraço a todos e boas escaladas!!
Marcelo Figueiredo em ascensão na árvore do pau d'óleo (Copaifera langsdorffii).
Marcelo checando os últimos detalhes para ascensão do Conrado.
Marcelo na copa do pau d'óleo utilizando uma rede de dormir como parte do treinamento para trabalhos mais longos na copa das árvores (observação de comportamento animal por exemplo) ou mesmo com o objetivo de passar a noite no caso de um pacote de ecoturismo alternativo.
Conrado preparando descensão para a rede como parte do mesmo treinamento citado na foto anterior!
Visitante inesperada, uma mamãe gambá (provavelmente Didelphis albiventris) presente em ninho no alto da árvore.
Conrado (esquerda) e eu, Alexandre Coletto (direita)posando para uma foto antes de começarmos as atividades no segundo dia do curso.
Embora tenha feito apenas a primeira etapa do curso o Marcelo me deu o seguinte depoimento em relação ao mesmo: "Gostei muito do curso! O local foi adequado, os equipamentos são de excelente qualidade e bem conservados, as instruções foram precisas e claras, a parte prática foi bem intensa, mas dentro das nossas possibilidades, e a preocupação com a segurança foi constante, antes, durante e depois das instruções e da prática. Peguei gosto pela escalada em árvores e pretendo praticar mais, sempre que surgir a oportunidade." Se você gostou da experiência que o Conrado e o Marcelo tiveram em Uberlândia, faça contato e agende um curso também! Ofereço o curso básico de escalada em árvores durante todo o ano, preferencialmente aos finais de semana. Além desses cursos também oferecemos outros não convencionais para estudantes, professores e profissionais da área ambiental! Confira outras opções em http://ceterrabrazilis.blogspot.com/. Grande abraço a todos e boas escaladas!!
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Curso de Produção de Mudas
Capacitação para quem busca obter conhecimentos necessários à prática de produção e comércio de mudas florestais nativas em tubetes
Melhores práticas do Instituto Brasileiro de Florestas desde a identificação e demarcação de matrizes arbóreas, coleta e processamento de sementes, produção das mudas em tubetes, legislação e comércio de mudas nativas.
Apucarana/PR - 25 de Fevereiro de 2012 - Sábado - das 8h30 às 17h
MAIORES INFORMAÇÕES: http://www.ibflorestas.org.br/pt/curso-de-producao-de-mudas.html
Melhores práticas do Instituto Brasileiro de Florestas desde a identificação e demarcação de matrizes arbóreas, coleta e processamento de sementes, produção das mudas em tubetes, legislação e comércio de mudas nativas.
Apucarana/PR - 25 de Fevereiro de 2012 - Sábado - das 8h30 às 17h
MAIORES INFORMAÇÕES: http://www.ibflorestas.org.br/pt/curso-de-producao-de-mudas.html
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
ESCALADA DE ÁRVORES COMO ATIVIDADE ECOTURÍSTICA DESPERTA INTERESSE NO GOVERNO DO AMAZONAS
NOTA DO BLOG: É muito bom saber que alguns estados brasileiros, especialmente o Amazonas, tem se preocupado com a possibilidade de explorar a escalada de árvores como atividade ecoturística. Aliar isso com a utilização sustentável das unidades de conservação do SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação) é ainda melhor! Agora seria interessante que as empresas que ganharem a licitação pudessem se comprometer em capacitar a população local para execução das atividades, o que seria de grande valia para o desenvolvimento social regional. Dada a importancia dessa ação do governo Amazonense para com a escalada de árvores reproduzo abaixo a matéria de 12 de janeiro de 2012 elaborada pela repórter Elaíze Farias do portal http://acritica.uol.com.br:
Governo elabora edital para uso turístico de quatro unidades de conservação do Amazonas
Atividades como trilhas e escalada em árvores poderão ser realizadas a partir deste ano em unidades como a RDS Rio Negro e na APA Caverna do Maroaga
O programa de Uso Público de quatro unidades de conservação estadual do Amazonas entrou na fase de elaboração de edital. As licitações para a exploração de atividades turísticas serão realizadas por atividades e não por cada unidade, segundo explicou ao portal acrítica.com o coordenador do Centro Estadual de Unidade de Conservação (Ceuc), Sérgio Gonçalves, órgão vinculado à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS).
Gonçalves disse que seis empresas locais e nacionais já sinalizaram com o interesse de participar da concorrência, que deve ocorrer ainda neste primeiro semestre.
Conforme o coordenador do Ceuc, em torno de cinco a seis atividades turísticas como hospedagem comunitária, escalada em árvores e trilhas serão desenvolvidas nas quatro unidades de conservação estadual que fazem parte do Programa de Uso Público.
As quatro unidades estão localizadas na região metropolitana de Manaus e no baixo rio Amazonas.
São elas: Área de Proteção Ambiental (APA) Caverna do Maroaga, localizada no município de Presidente Figuereido, Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Uatumã, no município de São Sebastião do Uatumã, RDS Rio Negro, em Iranduba, e Parque Estadual Rio Negro Setor Norte, na região do rio Cuieiras, afluente do rio Negro.
“A minuta do edital já está pronta. Contratamos um consultor que está avaliando para que a gente defina as atividades que serão realizadas nas unidades. Vamos lançar por atividade para atrair concorrentes e para que o controle delas seja mais fácil. Mas precisamos fazer um estudo econômico para cada uma dessas atividades e identificar a taxa de retorno que as empresas poderão ter. Essas receitas precisam ser superiores ao custo da implantação da atividade”, disse Gonçalves.
Em uma das atividades – o Parque Estadual Rio Negro Setor Norte – deverá ser recategorizado e transformado em RSD para que as atividades sejam viabilizadas. “Existe uma demanda das comunidades que pediram essa mudança. Muitas atividades não poderão ser realizadas caso ele continue como parque. O processo formal já passou por consulta pública”, explicou.
Saiba mais sobre cada uma das Unidades onde serão realizadas atividades turísticas
APA Caverna do Maroaga – localizada no município de Presidente Figueiredo (a 117 quilômetros de Manaus), com transporte via terrestre. Criada em 1990, detém uma área de 374.700,00 hectares. É formada por floresta de terra firme, cavernas, grutas, cachoeiras e corredeiras, além disso, abriga o Galo da Serra, espécie ameaçada de extinção.
RDS Uatumã - localizada no município de São Sebastião do Uatumã (a 247 quilômetros de Manaus), com transporte via fluvial. Criada em 2004, detém uma área de 424.430 hectares, entre as margens dos rios Uatumã, Jatapu e Caribi. Formada por áreas de floresta densa em terra-firme e áreas inundáveis, campinas e campinaranas. É reconhecida nacionalmente pela imensa beleza cênica, paisagens singulares, como as serras que beiram as margens do Rio Uatumã e baixa incidência de mosquitos e insetos devido à acidez da água preta, o que a torna um dos principais pontos para a prática do turismo e a pesca esportiva.
RDS Rio Negro, localizada entre os municípios de Iranduba e Novo Airão (a 200 quilômetros de Manaus), com via de transporte fluvial. Criada em 2008, detém uma área de 102.978,83 hectares, tem como principais atividades a agricultura, manejo florestal madeireiro e a pesca. Com grande potencial para o turismo, a área é formada lagos, praias, igarapés, igapós, fauna endêmica interflúvio Negro/Solimões. Destaque ainda para as comunidades tradicionais, trilhas de caminhada, sítios arqueológicos, artesanato, pousadas rústicas e hotel de selva em Acajatuba.
Parque Estadual do Rio Negro Setor Norte - localizado no município de Novo Airão (a 200 km da capital), com transporte via fluvial. Criado em 1995, detém uma área de 146.028,00 hectares, com potencial para o turismo. A área é composta de Floresta de terra firme e de igapó, campinas e cachoeiras. Têm como atrações as ruínas de Airão Velho e sítios arqueológicos. Abrigam o Sauim-de-Coleira e o Sauim-de-mão-dourada, espécies ameaçadas de extinção.
Governo elabora edital para uso turístico de quatro unidades de conservação do Amazonas
Atividades como trilhas e escalada em árvores poderão ser realizadas a partir deste ano em unidades como a RDS Rio Negro e na APA Caverna do Maroaga
O programa de Uso Público de quatro unidades de conservação estadual do Amazonas entrou na fase de elaboração de edital. As licitações para a exploração de atividades turísticas serão realizadas por atividades e não por cada unidade, segundo explicou ao portal acrítica.com o coordenador do Centro Estadual de Unidade de Conservação (Ceuc), Sérgio Gonçalves, órgão vinculado à Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SDS).
Gonçalves disse que seis empresas locais e nacionais já sinalizaram com o interesse de participar da concorrência, que deve ocorrer ainda neste primeiro semestre.
Conforme o coordenador do Ceuc, em torno de cinco a seis atividades turísticas como hospedagem comunitária, escalada em árvores e trilhas serão desenvolvidas nas quatro unidades de conservação estadual que fazem parte do Programa de Uso Público.
As quatro unidades estão localizadas na região metropolitana de Manaus e no baixo rio Amazonas.
São elas: Área de Proteção Ambiental (APA) Caverna do Maroaga, localizada no município de Presidente Figuereido, Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Uatumã, no município de São Sebastião do Uatumã, RDS Rio Negro, em Iranduba, e Parque Estadual Rio Negro Setor Norte, na região do rio Cuieiras, afluente do rio Negro.
“A minuta do edital já está pronta. Contratamos um consultor que está avaliando para que a gente defina as atividades que serão realizadas nas unidades. Vamos lançar por atividade para atrair concorrentes e para que o controle delas seja mais fácil. Mas precisamos fazer um estudo econômico para cada uma dessas atividades e identificar a taxa de retorno que as empresas poderão ter. Essas receitas precisam ser superiores ao custo da implantação da atividade”, disse Gonçalves.
Em uma das atividades – o Parque Estadual Rio Negro Setor Norte – deverá ser recategorizado e transformado em RSD para que as atividades sejam viabilizadas. “Existe uma demanda das comunidades que pediram essa mudança. Muitas atividades não poderão ser realizadas caso ele continue como parque. O processo formal já passou por consulta pública”, explicou.
Saiba mais sobre cada uma das Unidades onde serão realizadas atividades turísticas
APA Caverna do Maroaga – localizada no município de Presidente Figueiredo (a 117 quilômetros de Manaus), com transporte via terrestre. Criada em 1990, detém uma área de 374.700,00 hectares. É formada por floresta de terra firme, cavernas, grutas, cachoeiras e corredeiras, além disso, abriga o Galo da Serra, espécie ameaçada de extinção.
RDS Uatumã - localizada no município de São Sebastião do Uatumã (a 247 quilômetros de Manaus), com transporte via fluvial. Criada em 2004, detém uma área de 424.430 hectares, entre as margens dos rios Uatumã, Jatapu e Caribi. Formada por áreas de floresta densa em terra-firme e áreas inundáveis, campinas e campinaranas. É reconhecida nacionalmente pela imensa beleza cênica, paisagens singulares, como as serras que beiram as margens do Rio Uatumã e baixa incidência de mosquitos e insetos devido à acidez da água preta, o que a torna um dos principais pontos para a prática do turismo e a pesca esportiva.
RDS Rio Negro, localizada entre os municípios de Iranduba e Novo Airão (a 200 quilômetros de Manaus), com via de transporte fluvial. Criada em 2008, detém uma área de 102.978,83 hectares, tem como principais atividades a agricultura, manejo florestal madeireiro e a pesca. Com grande potencial para o turismo, a área é formada lagos, praias, igarapés, igapós, fauna endêmica interflúvio Negro/Solimões. Destaque ainda para as comunidades tradicionais, trilhas de caminhada, sítios arqueológicos, artesanato, pousadas rústicas e hotel de selva em Acajatuba.
Parque Estadual do Rio Negro Setor Norte - localizado no município de Novo Airão (a 200 km da capital), com transporte via fluvial. Criado em 1995, detém uma área de 146.028,00 hectares, com potencial para o turismo. A área é composta de Floresta de terra firme e de igapó, campinas e cachoeiras. Têm como atrações as ruínas de Airão Velho e sítios arqueológicos. Abrigam o Sauim-de-Coleira e o Sauim-de-mão-dourada, espécies ameaçadas de extinção.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Harpia escolhe mata de cambará para fazer primeiro ninho do Pantanal
Amazônia e Mata Atlântica são locais de origem da maior ave das Américas. Reportagem especial comemora os 32 anos de exibição do Globo Rural.
A mata de cambará no município de Barão de Melgaço, no Mato Grosso, está toda amarelada. Esse talvez seja o maior canteiro de mel do Brasil. Além da fauna pantaneira, o cambará em flor abriga um filhote de harpia, visitante ilustre que nasceu quase junto com as flores. O animal parece indefeso. Aos três meses de vida, quando tem a pelugem branca e o equilíbrio precário, o filhote recebe comida no bico e proteção com as asas da mãe. A ave também já gira a cabeça completamente sem mover o corpo, num movimento semelhante ao realizado pelas corujas. Quando atinge os seis meses, o corpo da ave fica bem configurado e as penas atingem um tamanho parecido ao de um animal adulto, aparecendo o penacho. A saída do adulto para caçar dá oportunidade de ataque ao carcará, maior comedor de filhotes de aves do Pantanal. Ainda que seja dos pequenos, o gavião pousa no galho e busca um lugar para dar o bote. Mas quando percebe com quem está mexendo, como bom malandro bate logo em retirada. O documentarista Haroldo Palo conseguiu registrar uma sequência de fotos que retrata a fêmea carregando a presa na garra e pousando em um galho antes de levar a carne para o filhote. Chega ao ninho um macaco sem cabeça e sem outras partes, comidas pelo adulto após a caçada. O filhote come a pele o osso da carne. No final da refeição, resta apenas o esqueleto.

A harpia, em seu ninho (Foto: TV Globo)
A Amazônia e a Mata Atlântica são os locais de origem da harpia, mas os pais do filhote resolveram fazer o ninho na reserva do Sesc, entre os rios Cuiabá e São Lourenço. João Batista Taques descobriu o ninho.Mas em qual medida a presença das harpias pode afetar a fauna com asas do Pantanal? O professor Dalci De Oliveira acha que é só um assunto de aristocracia. “Muda a questão da família real, uma vez que já temos o rei, que é o tuiuiú, e agora chegou a rainha, que é a harpia”, responde. Uma equipe de estudiosos de aves montou um esquema de observação tanto da terra quanto da torre, com a colocação de um mirante sobre um andaime de 18 metros de altura a 30 metros do ninho. “Esse é um bicho invisível. Ele aparece muito pouco. Quando vem, fica pouquíssimo tempo no ninho. A gente passa 12 horas por dia observando e vê o bicho cerca de um minuto. Ele bate as asas sem fazer ruído”, explica o documentarista Haroldo Palo. O escalador Olivier Jaudoin e a doutora Tânia Sanaiottis vão à região para capturar o filhote. Com uma baladeira que mais parece um estilingão com cabo de embaúba, Olivier mandou um fio de náilon na forquilha de uma árvore próxima ao ninho. Depois, ele organizou as cordas e, como se estivesse pedalando, começou a escalada. Em cima da árvore, o escalador observou se a forquilha do ninho era forte o suficiente para se apoiar quando fosse pegar o filhote. Para não assustar desnecessariamente o filhote e por segurança de quem sobe na árvore, a pega foi feita durante a noite. O escalador Benjamim da Luz ajudou na operação. Em pouco tempo, o filhote estava na mesa. Uma venda cobria o bico e o olho da ave para não estressar o animal. A equipe anotou as medidas das asas, das penas da calda e das garras. Depois, os biólogos retiraram uma amostra de sangue. Por fim, foi presa uma mochila com rádio transmissor nas costas do filhote. “Uma harpia chega a viver cerca de 40 anos na mata e 50 anos em cativeiro”, diz doutora Tânia. Passado um mês da captura, o filhote encorpou e cresceram penas ao longo do corpo, no peito e na área do pescoço. O fato mais importante desse período foi o abandono do ninho. A ave só volta ao lugar para comer, quando os pais, cada vez mais espaçadamente, levam alimento. Nessa fase, o filhotão vive de galho em galho movimentando as asas e fazendo até alongamento, ficando em cima de uma perna enquanto estica a outra para exercitar a musculatura. Um casal de harpias cria um filhote a cada três anos. Chama-se de águia o gavião de porte maior. No Brasil, existem a harpia e a águia do cerrado. Também há outros três gaviões grandes, chamados de pega-macaco: o iraçu, ou falso gavião real; o gavião de penacho, quase extinto; e o pega-macaco propriamente dito, da Mata Atlântica. Nas águas de 2011 no Pantanal, quando a área do ninho inundou, um animal pegou o filhote. Mas, em um comportamento comum em caso de perda de filhote, o casal reformou o ninho e faz novamente a cria.
FONTE: http://g1.globo.com
NOTA DO BLOG: Mais uma matéria sobre ecologia/zoologia em que a TV Globo nos dá a chance de constatar a importancia da escalada de árvores para compreensão e estudo da nossa fauna e flora! Vale a pena conferir a máteria!! Os links no YouTube são:
Primeira parte: http://www.youtube.com/watch?v=RSsPvVQM9nU
Segunda parte: http://www.youtube.com/watch?v=3DNb7_HpTD8&feature=mfu_channel&list=UL
Boas Escaladas!
Alexandre Coletto
A mata de cambará no município de Barão de Melgaço, no Mato Grosso, está toda amarelada. Esse talvez seja o maior canteiro de mel do Brasil. Além da fauna pantaneira, o cambará em flor abriga um filhote de harpia, visitante ilustre que nasceu quase junto com as flores. O animal parece indefeso. Aos três meses de vida, quando tem a pelugem branca e o equilíbrio precário, o filhote recebe comida no bico e proteção com as asas da mãe. A ave também já gira a cabeça completamente sem mover o corpo, num movimento semelhante ao realizado pelas corujas. Quando atinge os seis meses, o corpo da ave fica bem configurado e as penas atingem um tamanho parecido ao de um animal adulto, aparecendo o penacho. A saída do adulto para caçar dá oportunidade de ataque ao carcará, maior comedor de filhotes de aves do Pantanal. Ainda que seja dos pequenos, o gavião pousa no galho e busca um lugar para dar o bote. Mas quando percebe com quem está mexendo, como bom malandro bate logo em retirada. O documentarista Haroldo Palo conseguiu registrar uma sequência de fotos que retrata a fêmea carregando a presa na garra e pousando em um galho antes de levar a carne para o filhote. Chega ao ninho um macaco sem cabeça e sem outras partes, comidas pelo adulto após a caçada. O filhote come a pele o osso da carne. No final da refeição, resta apenas o esqueleto.

A harpia, em seu ninho (Foto: TV Globo)
A Amazônia e a Mata Atlântica são os locais de origem da harpia, mas os pais do filhote resolveram fazer o ninho na reserva do Sesc, entre os rios Cuiabá e São Lourenço. João Batista Taques descobriu o ninho.Mas em qual medida a presença das harpias pode afetar a fauna com asas do Pantanal? O professor Dalci De Oliveira acha que é só um assunto de aristocracia. “Muda a questão da família real, uma vez que já temos o rei, que é o tuiuiú, e agora chegou a rainha, que é a harpia”, responde. Uma equipe de estudiosos de aves montou um esquema de observação tanto da terra quanto da torre, com a colocação de um mirante sobre um andaime de 18 metros de altura a 30 metros do ninho. “Esse é um bicho invisível. Ele aparece muito pouco. Quando vem, fica pouquíssimo tempo no ninho. A gente passa 12 horas por dia observando e vê o bicho cerca de um minuto. Ele bate as asas sem fazer ruído”, explica o documentarista Haroldo Palo. O escalador Olivier Jaudoin e a doutora Tânia Sanaiottis vão à região para capturar o filhote. Com uma baladeira que mais parece um estilingão com cabo de embaúba, Olivier mandou um fio de náilon na forquilha de uma árvore próxima ao ninho. Depois, ele organizou as cordas e, como se estivesse pedalando, começou a escalada. Em cima da árvore, o escalador observou se a forquilha do ninho era forte o suficiente para se apoiar quando fosse pegar o filhote. Para não assustar desnecessariamente o filhote e por segurança de quem sobe na árvore, a pega foi feita durante a noite. O escalador Benjamim da Luz ajudou na operação. Em pouco tempo, o filhote estava na mesa. Uma venda cobria o bico e o olho da ave para não estressar o animal. A equipe anotou as medidas das asas, das penas da calda e das garras. Depois, os biólogos retiraram uma amostra de sangue. Por fim, foi presa uma mochila com rádio transmissor nas costas do filhote. “Uma harpia chega a viver cerca de 40 anos na mata e 50 anos em cativeiro”, diz doutora Tânia. Passado um mês da captura, o filhote encorpou e cresceram penas ao longo do corpo, no peito e na área do pescoço. O fato mais importante desse período foi o abandono do ninho. A ave só volta ao lugar para comer, quando os pais, cada vez mais espaçadamente, levam alimento. Nessa fase, o filhotão vive de galho em galho movimentando as asas e fazendo até alongamento, ficando em cima de uma perna enquanto estica a outra para exercitar a musculatura. Um casal de harpias cria um filhote a cada três anos. Chama-se de águia o gavião de porte maior. No Brasil, existem a harpia e a águia do cerrado. Também há outros três gaviões grandes, chamados de pega-macaco: o iraçu, ou falso gavião real; o gavião de penacho, quase extinto; e o pega-macaco propriamente dito, da Mata Atlântica. Nas águas de 2011 no Pantanal, quando a área do ninho inundou, um animal pegou o filhote. Mas, em um comportamento comum em caso de perda de filhote, o casal reformou o ninho e faz novamente a cria.
FONTE: http://g1.globo.com
NOTA DO BLOG: Mais uma matéria sobre ecologia/zoologia em que a TV Globo nos dá a chance de constatar a importancia da escalada de árvores para compreensão e estudo da nossa fauna e flora! Vale a pena conferir a máteria!! Os links no YouTube são:
Primeira parte: http://www.youtube.com/watch?v=RSsPvVQM9nU
Segunda parte: http://www.youtube.com/watch?v=3DNb7_HpTD8&feature=mfu_channel&list=UL
Boas Escaladas!
Alexandre Coletto
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Árvores da Vida
Escola leva prêmio ao doar árvore a cada bebê nascido!
Premiação que leva o nome de Fani Lerner reconheceu ainda outras 14 iniciativas desenvolvidas por diversas instituições do Paraná
Alunos e professores do Colégio Estadual Tiradentes, de Umuarama, Região Noroeste, criaram em 2008 um projeto de educação ambiental que distribui uma muda de árvore para cada bebê nascido na cidade. São em média cem mudas por mês entregues nas três maternidades do município. O envolvimento da comunidade e a singularidade da iniciativa fizeram com que o “Árvores da Vida” ganhasse na semana passada o primeiro lugar do Prêmio Fani Lerner, recebendo uma premiação de R$ 5 mil.
confira: http://undime.org.br/escola-leva-premio-ao-doar-arvore-a-cada-bebe-nascido/
Confira o resultado da segunda edição do Prêmio Fani Lerner: http://www.premiofanilerner.com.br/pdf/premiados.pdf
1º. Árvores da Vida - CE Tiradentes, Umuarama
Sensibilizar a comunidade para a conscientização ambiental, formação de cidadãos responsáveis, ampliar o conhecimento sobre os problemas ambientais locais. Todos esses aspectos foram abordados no projeto que ainda colabora com o programa de arborização urbana da cidade. A cada nascimento na cidade, uma muda de arvore é dada aos pais. Desde a analise da situação ambiental do município, passando pela construção da estufa, pesquisa e plantio de sementes, confecção das mudas e potes, entrega das mudas nos hospitais e a preparação da praça para plantio.
FONTE: http://expressinhodoeducador.blogspot.com
Premiação que leva o nome de Fani Lerner reconheceu ainda outras 14 iniciativas desenvolvidas por diversas instituições do Paraná
Alunos e professores do Colégio Estadual Tiradentes, de Umuarama, Região Noroeste, criaram em 2008 um projeto de educação ambiental que distribui uma muda de árvore para cada bebê nascido na cidade. São em média cem mudas por mês entregues nas três maternidades do município. O envolvimento da comunidade e a singularidade da iniciativa fizeram com que o “Árvores da Vida” ganhasse na semana passada o primeiro lugar do Prêmio Fani Lerner, recebendo uma premiação de R$ 5 mil.
confira: http://undime.org.br/escola-leva-premio-ao-doar-arvore-a-cada-bebe-nascido/
Confira o resultado da segunda edição do Prêmio Fani Lerner: http://www.premiofanilerner.com.br/pdf/premiados.pdf
1º. Árvores da Vida - CE Tiradentes, Umuarama
Sensibilizar a comunidade para a conscientização ambiental, formação de cidadãos responsáveis, ampliar o conhecimento sobre os problemas ambientais locais. Todos esses aspectos foram abordados no projeto que ainda colabora com o programa de arborização urbana da cidade. A cada nascimento na cidade, uma muda de arvore é dada aos pais. Desde a analise da situação ambiental do município, passando pela construção da estufa, pesquisa e plantio de sementes, confecção das mudas e potes, entrega das mudas nos hospitais e a preparação da praça para plantio.
FONTE: http://expressinhodoeducador.blogspot.com
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Confresa: Embrapa inicia capacitação de coletores de sementes nativas em Mato Grosso
Cerca de 50 agricultores beneficiários da Reforma Agrária do município de Confresa, Nordeste de Mato Grosso, começaram, nesta segunda-feira, a ser capacitados para tornarem-se coletores de sementes e produtores de mudas de espécies florestais nativas. O I Curso de Colheita de Sementes e Produção de Mudas de Espécies Florestais é ministrado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e busca repassar os conhecimentos necessários para que os participantes possam ser credenciados como coletores junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Fruto de uma parceria entre a Embrapa e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o curso é parte do projeto Amazônia Nativa, que pretende capacitar agricultores a se tornarem produtores de sementes e mudas nativas, fazendo desta atividade uma fonte de renda e uma forma de conservação ambiental.
Este primeiro módulo tem duração de cinco dias, sendo que nos dois primeiros dias concentram-se as aulas teóricas e nos dias restantes serão realizadas as atividades práticas.
Em sala de aula os participantes aprenderão noções básicas sobre adequação ambiental, ecologia florestal, produção de sementes florestais, métodos de colheita de sementes, manejo das sementes, germinação, quebra de dormência, implantação de viveiros florestais, produção de mudas, entre outras temáticas. Já nas atividades de campo, o grupo terá aula prática sobre extração, secagem e beneficiamento de frutos e sementes; quebra de dormência de sementes; ecologia de campo; fenologia reprodutiva; técnicas de escalada em árvores com uso de espora e cinto de segurança; alpinismo; rapel; avaliação de equipamentos utilizados para a colheita; e conservação e armazenamento de sementes.
Segundo o coordenador estadual do projeto Amazônia Nativa, Ingo Isernhagen, este curso é a segunda etapa do processo de capacitação dos coletores. Anteriormente, explica, já foi realizada uma oficina de sensibilização e mobilização do grupo.
O I Curso de Colheita de Sementes e Produção de Mudas de Espécies Florestais é ministrado por uma equipe formada por integrantes da Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Agrossilvipastoril e Embrapa Transferência de Tecnologia e conta com apoio da Prefeitura de Confresa.
Em Mato Grosso, além de Confresa, beneficiários da Reforma Agrária de Querência, Peixoto de Azevedo e Nova Ubiratã também serão capacitados para a coleta de sementes e produção de mudas de espécies nativas.
FONTE: http://www.tosabendo.com
Fruto de uma parceria entre a Embrapa e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), o curso é parte do projeto Amazônia Nativa, que pretende capacitar agricultores a se tornarem produtores de sementes e mudas nativas, fazendo desta atividade uma fonte de renda e uma forma de conservação ambiental.
Este primeiro módulo tem duração de cinco dias, sendo que nos dois primeiros dias concentram-se as aulas teóricas e nos dias restantes serão realizadas as atividades práticas.
Em sala de aula os participantes aprenderão noções básicas sobre adequação ambiental, ecologia florestal, produção de sementes florestais, métodos de colheita de sementes, manejo das sementes, germinação, quebra de dormência, implantação de viveiros florestais, produção de mudas, entre outras temáticas. Já nas atividades de campo, o grupo terá aula prática sobre extração, secagem e beneficiamento de frutos e sementes; quebra de dormência de sementes; ecologia de campo; fenologia reprodutiva; técnicas de escalada em árvores com uso de espora e cinto de segurança; alpinismo; rapel; avaliação de equipamentos utilizados para a colheita; e conservação e armazenamento de sementes.
Segundo o coordenador estadual do projeto Amazônia Nativa, Ingo Isernhagen, este curso é a segunda etapa do processo de capacitação dos coletores. Anteriormente, explica, já foi realizada uma oficina de sensibilização e mobilização do grupo.
O I Curso de Colheita de Sementes e Produção de Mudas de Espécies Florestais é ministrado por uma equipe formada por integrantes da Embrapa Amazônia Oriental, Embrapa Agrossilvipastoril e Embrapa Transferência de Tecnologia e conta com apoio da Prefeitura de Confresa.
Em Mato Grosso, além de Confresa, beneficiários da Reforma Agrária de Querência, Peixoto de Azevedo e Nova Ubiratã também serão capacitados para a coleta de sementes e produção de mudas de espécies nativas.
FONTE: http://www.tosabendo.com
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