Conheça o CETB e solicite informações sobre outros cursos oferecidos! O blog ESCALADAS NO CERRADO mantem parceria com o CETB e também realiza cursos de técnicas verticais de ascensão ao dossel para pesquisa, ensino ou prestação de serviços ambientais.
quinta-feira, 3 de março de 2011
CURSO NO FIM DE SEMANA DEMONSTROU O USO DA ESCALADA EM ÁRVORE PARA COLETA BOTÂNICA
Nos dias 26 e 27 de fevereiro foi realizado mais um curso no CENTRO DE ESTUDOS TERRA BRAZILIS. Dessa vez foi o curso "Coleta, Herborização e Identificação de Famílias Botânicas". Na manhã do segundo dia foram demonstradas técnicas verticais de acesso ao dossel e uso de instrumentos para coleta botânica como tesoura de alta poda (podão) e colheitadeira aérea. Também foi demonstrada a possibilidade de ascensão de uma pessoa sem conhecimento/domínio nenhum das técnicas de escalada envolvidas no acesso ao dossel. Para isso uma aluna foi escolhida como voluntária, foi suspensa até a copa do pau d'óleo (Copaifera langsdorffii) e lá executou o manejo da colheitadeira aérea, capturando amostras de folhas! Essa demonstração, como parte da programação de um curso de coleta botânica, foi extremamente importante na medida em que mostrou aos alunos/pesquisadores novas perspectivas que se abrem de exploração do dossel, seja na prestação de serviços ambientais (poda, coleta de sementes, etc), seja no desenvolvimento de pesquisas científicas.
Alunos do curso de Coleta, Herborização e Identificação de Famílias Botânicas.
Conheça o CETB e solicite informações sobre outros cursos oferecidos! O blog ESCALADAS NO CERRADO mantem parceria com o CETB e também realiza cursos de técnicas verticais de ascensão ao dossel para pesquisa, ensino ou prestação de serviços ambientais.
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quarta-feira, 2 de março de 2011
INTERNATIONAL ARBORICULTURE SUMMIT - HONG KONG
國際樹木會議(香港)
A gathering to acquire knowledge to protect and preserve Asia’s trees
www.IAS.hk
IASHK: INTERNATIONAL ARBORICULTURE SUMMIT - HONG KONG
APRIL 2011 ARBORICULTURE EDUCATION (CEU) OPPORTUNITIES:
TRACE
TREE RISK ASSESSMENT COURSE & EXAM
This course may not be offered again in Hong Kong for quite some time. We strongly urge you to sign up for this opportunity today!
Download the registration form here
Details of this program can be viewed at the PNWISA website here.
2 Complete Programs, 10 CEUs per program
APRIL 6th–7th & 8th-9th 2011
As of Feb.26 there are now approximately 8 seats available for APRIL 6-7 & 8 seats available for APRIL 8-9 TRACE.
Become a Certified Tree Risk Assessor. This program is offered by friends at the Pacific Northwest Chapter of the ISA (PNW ISA) www.pnwisa.org
Location: Suen Douh Camp, Fanling, New Territories
Two Day Event with Lecture Workbook and Exam: 8:30-5:30 each day
Price: HK$4500 per person, (includes full attendance with breaks and lunch)
DEADLINE Registration: March 8; due to popular demand only a few seats remain
Prerequisite: Must be an ISA Certified Arborist to register.
REGISTER TODAY
info@IAS.hk
Download the registration form here
TRACE EXAM RETAKE
It may be quite some time before this examination retake is available in Hong Kong!
APRIL 13th 2011
Location: To Be Announced at Convenient Location
Time: 9:30-12:30
Price: HK$2000 per person (payment for exam retakes are required by PNWISA)
DEADLINE Registration: March 16, 2011
Download the registration form here
REPORT WRITING
Developing Arborist Assessment/Consultation Report Documents
(For those who must produce technically sound quality reports)
Professor Bill Fountain; University of Kentucky
Date: April 11, 2011
Time: 9:00-5:00
Registration Cost: HK$1280 if you register by March 11, 2011, HK$1450 after March 11
Location: Suen Douh Camp, Fanling, New Territories
Dr. Fountain has developed a professional college-level course which takes the Arborist, or any person who must produce sound and quality reports, through a successful step by step process:
Group discounts may also be considered
Register Today!
Download the registration form here
Management of Mature Trees in the Urban Environment
(Unique Educational Opportunity with Two Experts in Tree Management)
Trainers: Professor Bill Fountain &Terry Flanagan
Date: April 12, 2011
Time: 9:00-5:00 (Includes Field Trip to view some OVTs)
Registration Cost: HK$1280 if you register by March 11, 2011, HK$1450 after March 11
Location: Suen Douh Camp, Fanling, New Territories
Group discounts may also be considered
Register Today!
Download the registration form here
園藝花藝業技能提升計劃ATP, Ltd. Tree Climbing Course
第三期課程大綱(園藝一般類別課程) (final course offer)
Tree Climbing & Work in Trees
課程名稱﹕ 攀樹及樹上操作技巧
修讀時間﹕ 40小時
To Be Scheduled for要排定:
課程E班﹕3月 2011 (12 & 17-18 & 25-26) tentative dates are flexible for attendees
Some seats are still available
DEADLINE for signup is March 4, 2011
Call either: 6825-1809 OR 2669-5126
每班人數 8人
學費HK$2200
(the lowest price for top-quality training in HK)
register@atptree.com
follow on Twitter | friend on Facebook | forward to a friend
Copyright © 2011 Asia Tree Preservation, All rights reserved.
Thank you for your interest in the ARBORNews Newsletter. If you received this newsletter by mistake, please contact us.
Our mailing address is:
Asia Tree Preservation
C5th Floor Windsor Mansion
29-31 Chatham Road
TST, Kowloon 000000
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APRIL 6th–7th & 8th-9th 2011
As of Feb.26 there are now approximately 8 seats available for APRIL 6-7 & 8 seats available for APRIL 8-9 TRACE.
Become a Certified Tree Risk Assessor. This program is offered by friends at the Pacific Northwest Chapter of the ISA (PNW ISA) www.pnwisa.org
Location: Suen Douh Camp, Fanling, New Territories
Two Day Event with Lecture Workbook and Exam: 8:30-5:30 each day
Price: HK$4500 per person, (includes full attendance with breaks and lunch)
DEADLINE Registration: March 8; due to popular demand only a few seats remain
Prerequisite: Must be an ISA Certified Arborist to register.
REGISTER TODAY
info@IAS.hk
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TRACE EXAM RETAKE
It may be quite some time before this examination retake is available in Hong Kong!
APRIL 13th 2011
Location: To Be Announced at Convenient Location
Time: 9:30-12:30
Price: HK$2000 per person (payment for exam retakes are required by PNWISA)
DEADLINE Registration: March 16, 2011
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REPORT WRITING
Developing Arborist Assessment/Consultation Report Documents
(For those who must produce technically sound quality reports)
Professor Bill Fountain; University of Kentucky
Date: April 11, 2011
Time: 9:00-5:00
Registration Cost: HK$1280 if you register by March 11, 2011, HK$1450 after March 11
Location: Suen Douh Camp, Fanling, New Territories
Dr. Fountain has developed a professional college-level course which takes the Arborist, or any person who must produce sound and quality reports, through a successful step by step process:
Group discounts may also be considered
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Management of Mature Trees in the Urban Environment
(Unique Educational Opportunity with Two Experts in Tree Management)
Trainers: Professor Bill Fountain &Terry Flanagan
Date: April 12, 2011
Time: 9:00-5:00 (Includes Field Trip to view some OVTs)
Registration Cost: HK$1280 if you register by March 11, 2011, HK$1450 after March 11
Location: Suen Douh Camp, Fanling, New Territories
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園藝花藝業技能提升計劃ATP, Ltd. Tree Climbing Course
第三期課程大綱(園藝一般類別課程) (final course offer)
Tree Climbing & Work in Trees
課程名稱﹕ 攀樹及樹上操作技巧
修讀時間﹕ 40小時
To Be Scheduled for要排定:
課程E班﹕3月 2011 (12 & 17-18 & 25-26) tentative dates are flexible for attendees
Some seats are still available
DEADLINE for signup is March 4, 2011
Call either: 6825-1809 OR 2669-5126
每班人數 8人
學費HK$2200
(the lowest price for top-quality training in HK)
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TST, Kowloon 000000
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
Índios coletam sementes usadas para recuperar as nascentes do Rio Xingu
Fazendeiros e ambientalistas plantam florestas de árvores nativas da região. Os técnicos trabalham com 160 espécies florestais.
O trabalho de recuperação das nascentes do Rio Xingu, em Mato Grosso, conta com a ajuda dos índios ikpengs, que coletam sementes de espécies nativas para vender aos agricultores da região. Os agricultores e ambientalistas também utilizam a técnica muvuca, pela qual é usada a plantadeira de soja para semear florestas.
A tribo ikpeng tem 400 índios, na maioria são jovens que trabalham na coleta de sementes. “Uma marca indica que no local tem um recurso importante para nós. Agora, eu vou colher esta fruta que nós consumimos como sucos ou a própria polpa”, explicou.
O nome da fruta em português é pitomba, uma frutinha muito doce típica da zona de transição entre o cerrado e a Amazônia. Como ela fica no alto, não é fácil coletar as sementes. Oremé Ikpeng orienta o Wayge, que foi escolhido para escalar a árvore. Eles comem a polpa e guardam os caroços em sacos plásticos.
Depois o grupo muda de área. A caminhada é longa até o centro da floresta, onde estão as árvores maiores. No meio do caminho uma nascente brota da terra, com água limpa para matar a sede.
Após duas horas de caminhada mata a dentro, o grupo chega à área da coleta. A árvore é um angelim saia. As sementes, que ficam dependuradas no alto, surgem em pencas presas nos cipós. De novo o pessoal, tem de escalar a árvore para fazer a coleta. Mas Waygé desistiu da empreitada.
O engenheiro florestal Marcos Schmidt do Instituto Sócioambiental coordenou o treinamento dos índios para este tipo de situação. A técnica usada é o rapel. A chegada se deu bem no meio dos cachos de sementes.
Com a ajuda de um alicate de poda, ele começa o serviço. O restante do pessoal vai juntando o material que cai no chão. Marcos Schmidt disse que o preço pago para os índios pela coleta varia de R$ 0,50 a R$ 500 o quilo.
“O quilo de uma semente grande são poucas sementes. O quilo de uma semente bem miudinha são milhares. Então, esta questão também influencia no preço. Além do valor monetário, eu acho que a experiência e o reconhecimento deles nesta luta de recuperação esta região, que foi muito desmatada, eu acho que isso é o maior benefício para eles também”, disse Schmidt.
Quando a missão cumprida, o índio Oremé recebe o aplauso do pessoal. Na sombra do barracão construído no meio da aldeia os índios ikpenges armazenam as sementes coletadas na floresta. Ao ar livre, elas passam por um processo natural de secagem.
Para transportar o produto até a cidade de Canarana o pessoal pega a única estrada da reserva: o Rio Xingu. A viagem leva um dia inteiro. Waengué e Oremé são os responsáveis pela comercialização do produto na cidade. Eles vendem tudo para a Rede de Sementes, coordenada pelo Instituto Sócioambiental.
Os técnicos trabalham com 160 espécies florestais e, em parceria com a prefeitura de Canarana, instalaram um viveiro. O agricultor Anderlei Goldoni comprou sementes e mudas de 40 espécies diferentes para reflorestar três hectares no entorno do rio que corta a fazenda. O plantio tem dois anos e meio e muitas árvores já estão com três metros de altura.
Para o reflorestamento de pequenas áreas, como do Anderlei Goldoni, os pesquisadores recomendam o plantio de mudas. Mas para lugares maiores, a técnica que está sendo testada é a muvuca de sementes. Foram selecionadas 41 espécies nativas que serão plantadas de uma vez só.
A receita para plantar em meio hectare leva dois sacos de 60 quilos de terra e um saco de areia. A primeira semente da muvuca é o feijão de porco, uma leguminosa que não é nativa do Brasil.
“Ela é fundamental nos primeiros seis meses a um ano da floresta porque é uma espécie rasteira, mas que faz um sombreamento muito rápido. Ela tem a função também de descompactar o solo com as suas raízes e de levar nitrogênio para o solo através das suas folhas que vão caindo e decompondo em cima da terra. Ela vai melhorando as propriedades físicas e químicas do solo”, explicou Marcos Schmidt, engenheiro Florestal do Instituto Socioambiental.
Em seguida, começa uma verdadeira salada de sementes de espécies florestais nativas. Tem até isca para formiga. “A gente não mata a formiga dos reflorestamentos. A gente coloca comida para elas. O tamarindo é uma semente que a gente consegue fácil. Então, a gente usa bastante porque germina bem e a formiga adora cortar”, completou Schmidt.
A muvuca é colocada na caixa de adubo da plantadeira de soja. Na área experimental os técnicos do Instituto Sócioambiental testam o plantio das sementes florestais com a plantadeira, a mesma máquina do plantio direto da soja e do milho. Ela rasga o solo e coloca a semente na cova. Para completar o serviço, homens espalham as sementes que não podem ser enterradas. São espécies que só germinam na flor da terra, como o tingui e os ipês. Na área onde as sementes já germinaram, as folhas largas do feijão de porco sombreiam outras mudinhas.
A fazenda Bang Bang, que cria gado de corte, plantou 200 hectares de florestas usando a muvuca. Ao invés de terra, eles usam serragem e adubo químico. O gerente da fazenda Anderson Araújo disse que o sistema é muito prático porque economiza a mão de obra da produção de mudas e também do plantio.
A máquina que espalha as sementes é o tornado, a mesma usada para plantar capim. Atrás do equipamento tem uma grade leve que vai cobrindo as sementes. “É impressionante a germinação rápida. Na nossa planilha, o custo maior é o da cerca. Embora este processo seja muito mais barato, a cerca é muito cara”, comparou o agricultor Luiz Castelo.
Quem não lida com pecuária pode dispensar a cerca. É o que acontece na fazenda em Canarana, onde os alunos da escola municipal estão plantando mudas ao redor do Rio Queixada. A ideia de fazer o reflorestamento é do garoto Igor Trovo, que convenceu o pai, Sebastião Trovo, a fazer o serviço.
O engenheiro florestal Rodrigo Junqueira, do Instituto Sócioambiental, disse que a junção das florestinhas ao longo dos rios acabou estabelecendo corredores que no futuro ligarão as áreas das fazendas com a floresta do Parque Indígena do Xingu.
“Ele vai permitir que a água que corre para dentro do Xingu possa correr com uma qualidade melhor e que não tenha nenhum risco de contaminação”, explica Rodrigo Junqueira.
Hoje, o Igor Trovo tem 16 anos. Se o pessoal cuidar bem das mudinhas, quando ele tiver o dobro da idade, poderá caminhar dentro da floresta que ajudou a plantar.
FONTE: http://gazetaweb.globo.com
O trabalho de recuperação das nascentes do Rio Xingu, em Mato Grosso, conta com a ajuda dos índios ikpengs, que coletam sementes de espécies nativas para vender aos agricultores da região. Os agricultores e ambientalistas também utilizam a técnica muvuca, pela qual é usada a plantadeira de soja para semear florestas.
A tribo ikpeng tem 400 índios, na maioria são jovens que trabalham na coleta de sementes. “Uma marca indica que no local tem um recurso importante para nós. Agora, eu vou colher esta fruta que nós consumimos como sucos ou a própria polpa”, explicou.
O nome da fruta em português é pitomba, uma frutinha muito doce típica da zona de transição entre o cerrado e a Amazônia. Como ela fica no alto, não é fácil coletar as sementes. Oremé Ikpeng orienta o Wayge, que foi escolhido para escalar a árvore. Eles comem a polpa e guardam os caroços em sacos plásticos.
Depois o grupo muda de área. A caminhada é longa até o centro da floresta, onde estão as árvores maiores. No meio do caminho uma nascente brota da terra, com água limpa para matar a sede.
Após duas horas de caminhada mata a dentro, o grupo chega à área da coleta. A árvore é um angelim saia. As sementes, que ficam dependuradas no alto, surgem em pencas presas nos cipós. De novo o pessoal, tem de escalar a árvore para fazer a coleta. Mas Waygé desistiu da empreitada.
O engenheiro florestal Marcos Schmidt do Instituto Sócioambiental coordenou o treinamento dos índios para este tipo de situação. A técnica usada é o rapel. A chegada se deu bem no meio dos cachos de sementes.
Com a ajuda de um alicate de poda, ele começa o serviço. O restante do pessoal vai juntando o material que cai no chão. Marcos Schmidt disse que o preço pago para os índios pela coleta varia de R$ 0,50 a R$ 500 o quilo.
“O quilo de uma semente grande são poucas sementes. O quilo de uma semente bem miudinha são milhares. Então, esta questão também influencia no preço. Além do valor monetário, eu acho que a experiência e o reconhecimento deles nesta luta de recuperação esta região, que foi muito desmatada, eu acho que isso é o maior benefício para eles também”, disse Schmidt.
Quando a missão cumprida, o índio Oremé recebe o aplauso do pessoal. Na sombra do barracão construído no meio da aldeia os índios ikpenges armazenam as sementes coletadas na floresta. Ao ar livre, elas passam por um processo natural de secagem.
Para transportar o produto até a cidade de Canarana o pessoal pega a única estrada da reserva: o Rio Xingu. A viagem leva um dia inteiro. Waengué e Oremé são os responsáveis pela comercialização do produto na cidade. Eles vendem tudo para a Rede de Sementes, coordenada pelo Instituto Sócioambiental.
Os técnicos trabalham com 160 espécies florestais e, em parceria com a prefeitura de Canarana, instalaram um viveiro. O agricultor Anderlei Goldoni comprou sementes e mudas de 40 espécies diferentes para reflorestar três hectares no entorno do rio que corta a fazenda. O plantio tem dois anos e meio e muitas árvores já estão com três metros de altura.
Para o reflorestamento de pequenas áreas, como do Anderlei Goldoni, os pesquisadores recomendam o plantio de mudas. Mas para lugares maiores, a técnica que está sendo testada é a muvuca de sementes. Foram selecionadas 41 espécies nativas que serão plantadas de uma vez só.
A receita para plantar em meio hectare leva dois sacos de 60 quilos de terra e um saco de areia. A primeira semente da muvuca é o feijão de porco, uma leguminosa que não é nativa do Brasil.
“Ela é fundamental nos primeiros seis meses a um ano da floresta porque é uma espécie rasteira, mas que faz um sombreamento muito rápido. Ela tem a função também de descompactar o solo com as suas raízes e de levar nitrogênio para o solo através das suas folhas que vão caindo e decompondo em cima da terra. Ela vai melhorando as propriedades físicas e químicas do solo”, explicou Marcos Schmidt, engenheiro Florestal do Instituto Socioambiental.
Em seguida, começa uma verdadeira salada de sementes de espécies florestais nativas. Tem até isca para formiga. “A gente não mata a formiga dos reflorestamentos. A gente coloca comida para elas. O tamarindo é uma semente que a gente consegue fácil. Então, a gente usa bastante porque germina bem e a formiga adora cortar”, completou Schmidt.
A muvuca é colocada na caixa de adubo da plantadeira de soja. Na área experimental os técnicos do Instituto Sócioambiental testam o plantio das sementes florestais com a plantadeira, a mesma máquina do plantio direto da soja e do milho. Ela rasga o solo e coloca a semente na cova. Para completar o serviço, homens espalham as sementes que não podem ser enterradas. São espécies que só germinam na flor da terra, como o tingui e os ipês. Na área onde as sementes já germinaram, as folhas largas do feijão de porco sombreiam outras mudinhas.
A fazenda Bang Bang, que cria gado de corte, plantou 200 hectares de florestas usando a muvuca. Ao invés de terra, eles usam serragem e adubo químico. O gerente da fazenda Anderson Araújo disse que o sistema é muito prático porque economiza a mão de obra da produção de mudas e também do plantio.
A máquina que espalha as sementes é o tornado, a mesma usada para plantar capim. Atrás do equipamento tem uma grade leve que vai cobrindo as sementes. “É impressionante a germinação rápida. Na nossa planilha, o custo maior é o da cerca. Embora este processo seja muito mais barato, a cerca é muito cara”, comparou o agricultor Luiz Castelo.
Quem não lida com pecuária pode dispensar a cerca. É o que acontece na fazenda em Canarana, onde os alunos da escola municipal estão plantando mudas ao redor do Rio Queixada. A ideia de fazer o reflorestamento é do garoto Igor Trovo, que convenceu o pai, Sebastião Trovo, a fazer o serviço.
O engenheiro florestal Rodrigo Junqueira, do Instituto Sócioambiental, disse que a junção das florestinhas ao longo dos rios acabou estabelecendo corredores que no futuro ligarão as áreas das fazendas com a floresta do Parque Indígena do Xingu.
“Ele vai permitir que a água que corre para dentro do Xingu possa correr com uma qualidade melhor e que não tenha nenhum risco de contaminação”, explica Rodrigo Junqueira.
Hoje, o Igor Trovo tem 16 anos. Se o pessoal cuidar bem das mudinhas, quando ele tiver o dobro da idade, poderá caminhar dentro da floresta que ajudou a plantar.
FONTE: http://gazetaweb.globo.com
sábado, 19 de fevereiro de 2011
15o CONGRESSO BRASILEIRO E 1o CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE ARBORIZAÇÃO URBANA
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
63ª Reunião Anual da SBPC - TEMA: Cerrado: água, alimento e energia
Estão abertas as inscrições para a 63ª Reunião Anual da SBPC, que será realizada de 10 a 15 de julho de 2011 nas dependências da Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia (GO). Trata-se do maior evento científico do país, realizado anualmente pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Serão realizadas centenas de atividades, tais como conferências, simpósios e mesas-redondas, com a participação de cientistas renomados de todas as regiões do País. O objetivo dessas atividades é discutir políticas públicas de educação, ciência, tecnologia, meio ambiente e saúde, além de mostrar os avanços da ciência nas mais diversas áreas do conhecimento. 07 de abril é o prazo final para submissão de resumos. Terão descontos as inscrições feitas até o dia 5 de fevereiro. Mais informações: www.sbpcnet.org.br/goiania.
FONTE: Assessoria de Comunicação CRBio-04
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I Simpósio de Sustentabilidade
O I Simpósio de Sustentabilidade acontecerá de 16 a 18 de setembro de 2011, em São Lourenço (MG). O tema do evento será "Homem - Ambiente - Sustentabilidade". O prazo final para submissão de trabalhos vai até o dia 30 de abril 2011. Mais informações: www.xceb.com.br/simposio/.
FONTE: Assessoria de Comunicação CRBio-04
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10ª Conferência da Sociedade Internacional de Ciências em Sementes
A 10ª Conferência da Sociedade Internacional de Ciências em Sementes é uma promoção da Sociedade Internacional de Ciências em Sementes (International Society for Seed Science), em parceria com a Universidade Federal da Bahia. O objetivo é debater sobre o futuro global das ciências em sementes no cenário agrícola e no da biodiversidade vegetal, tendo como tema principal "Ciências em Sementes no Século XXI". O evento será realizado de 10 a 15 de abril de 2011, no Hotel Sauípe Class - Costa do Sauípe (a 80 Km de Salvador, no litoral norte do estado da Bahia). Terão descontos as inscrições feitas até o dia 25 de fevereiro de 2011. Mais informações: www.seedscience2011.com.br.
FONTE: Assessoria de Comunicação CRBio-04
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
GRIGRI 2 - VÍDEO INFORMATIVO SOBRE O NOVO GRIGRI
No link abaixo é possível conferir o vídeo de apresentação do novo GRIGRI ou GRIGRI 2! Excelente equipamento de segurança que pretendo adquirir para ampliar a segurança de meus cursos e serviços no dossel! Espero que curtam esse video institucional da Petzl!
Confiram no YOUTUBE: http://www.youtube.com/watch?v=i6EzpBaKYTs&feature=player_embedded
Confiram no YOUTUBE: http://www.youtube.com/watch?v=i6EzpBaKYTs&feature=player_embedded
COUNTERFEIT PETZL PRODUCTS 2
Counterfeit Petzl products are not a new phenomenon.
Over the years, Petzl has discovered counterfeits or copies of several of its products:
- counterfeit headlamps with the Petzl logo, including headlamps from the TIKKA and MYO lines
- counterfeit copies of Personal Protective Equipment (PPE) without the Petzl logo, such as ASCENSION handled ascenders, the ASAP, etc.
February 2011: This is the first time Petzl discovered identical-looking counterfeit PPE products with the Petzl logo.
The four products we found do not meet our safety requirements and are potentially dangerous.

Attention :
An end-user will not be able to tell the difference between these counterfeits and authentic Petzl products (see below for more information)
They have serious quality, performance and safety problems.
For these reasons, Petzl decided to alert its end-users and begin legal action against the counterfeiters.
Petzl is fighting against counterfeiting
Over the past several years, Petzl has been fighting to stop the counterfeiting of our products. Our concern is for the safety and satisfaction of our end-users. These actions have enabled us to stop the illegal manufacture of our products.
How do I make sure that I am purchasing an authentic Petzl product?
To ensure that you have purchased authentic Petzl products, be sure to shop at an authorized Petzl dealer (link). If you are in doubt, contact the distributor in your country. You can find their contact information with the Petzl dealer locator.

FONTE: http://www.petzl.com
Over the years, Petzl has discovered counterfeits or copies of several of its products:
- counterfeit headlamps with the Petzl logo, including headlamps from the TIKKA and MYO lines
- counterfeit copies of Personal Protective Equipment (PPE) without the Petzl logo, such as ASCENSION handled ascenders, the ASAP, etc.
February 2011: This is the first time Petzl discovered identical-looking counterfeit PPE products with the Petzl logo.
The four products we found do not meet our safety requirements and are potentially dangerous.

Attention :
An end-user will not be able to tell the difference between these counterfeits and authentic Petzl products (see below for more information)
They have serious quality, performance and safety problems.
For these reasons, Petzl decided to alert its end-users and begin legal action against the counterfeiters.
Petzl is fighting against counterfeiting
Over the past several years, Petzl has been fighting to stop the counterfeiting of our products. Our concern is for the safety and satisfaction of our end-users. These actions have enabled us to stop the illegal manufacture of our products.
How do I make sure that I am purchasing an authentic Petzl product?
To ensure that you have purchased authentic Petzl products, be sure to shop at an authorized Petzl dealer (link). If you are in doubt, contact the distributor in your country. You can find their contact information with the Petzl dealer locator.

FONTE: http://www.petzl.com
COUNTERFEIT PETZL PRODUCTS 1


There is a significant risk that these counterfeit products could open or otherwise fail at low loads and under normal use:
These counterfeit products do not meet UIAA or CE safety standards.
These counterfeit products do not meet Petzl safety and quality requirements.
It will be very difficult for you to identify these fakes:
They have been reproduced in a way that makes them very difficult to identify. The following features have been reproduced nearly identically:
Petzl logo
Design
Color
Product markings
Batch number
Instructions for use (down to the most minor details)
Packaging
Only an in-depth analysis allows us to identify these counterfeit products, due to minor differences in the tools used to produce them.
What can you do?
Only purchase from an authorized Petzl retailer to be sure that you are purchasing a genuine Petzl product.
If you have any doubt as to the authenticity of Petzl products, please help us and contact the Petzl distributor in your country.
For a list of Petzl retailers, please visit:
- The Professional Products Dealer Locator
- The Sport Products Dealer Locator
Petzl distributors are currently in the process of cross-referencing and updatingtheir Dealer Locator, but if you happen to notice your business or location is not listed, please contact the Petzl distributor of your country.
Petzl is working hard to stop these counterfeits, which put users’ lives at risk, from reaching the market.
FONTE: http://www.petzl.com
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