quinta-feira, 13 de novembro de 2008

"BIÓLOGO E ÁRVORES"

"O vereador Adilson Amadeu enviou à Câmara Municipal o Projeto de Lei 624?07, que altera a redação da Lei 10.365, de 22 de setembro de 1987, que disciplina o corte e a poda de vegetação de porte arbóreo existente no munícipio de São Paulo. Essa alteração vai proporcionar aos profissionais biólogos o direito legal de atuar em atividades relacionadas com o corte, a poda e a remoção de vegetação arbóreo.
O Projeto de Lei 624/07 está tramitando pelas Comissões e o vereador espera que após aprovação pelo plenário da Câmara Municipal, seja sancionado pelo prefeito.

Fonte: Jornal do Biólogo número 52, julho a setembro de 2008 "

UMA BOA NOTÍCIA PARA NÓS BIÓLOGOS E TAMBÉM PARA O MEIO AMBIENTE!!!! QUE SIRVA DE EXEMPLO E QUE SEJA APROVADO ESSE PROJETO DE LEI NÃO SÓ PARA SÃO PAULO MAS PARA O RESTANTE DO PAÍS!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Técnica de movimentação em dossel como apoio à pesquisa
2008-10-15 - 15:52:49
Pesquisadores e técnicos de projetos ligados ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) irão participar de 20 a 25 de outubro, do “II Curso de Técnica Universal de Movimentação em Dossel – 2008”. As aulas serão ministradas por escaladores voluntários franceses da Associação Angelim, na Reserva Florestal Adolpho Ducke, para oito pesquisadores e técnicos dos projetos Grande Escala da Biosfera-Atmosfera da Amazônia (LBA), Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais (PDBFF), Programa de Pesquisas em Biodiversidade da Amazônia (PPBio), Gavião-real e da Coordenação de Pesquisas em Entomologia (CPEN).
Durante os cinco dias do curso os escaladores irão ensinar e treinar os participantes a subirem e equilibrarem-se no alto das árvores. “Os pesquisadores de alguns projetos do Inpa têm estudos de longo prazo e precisam, mensalmente, subir nas árvores monitoradas por diversos anos”, destacou Tânia Sanaiotti, pesquisadora da Coordenação de Pesquisa em Ecologia (CPEC/Inpa), e uma das organizadoras do evento. Segundo ela, após o curso os participantes irão a campo com os escaladores profissionais para praticar e realizar coletas efetivas para as respectivas pesquisas.
O curso é promovido pela Associação Angelim em parceria com Inpa desde 2006. Além de Sanaiotti, o escalador e voluntário do Projeto Gavião-real, Olivier Jaudoin, auxiliou na organização do curso. Segundo informações de Jaudoin os escaladores que vêm ministrar o curso atuam em várias regiões do mundo em atividades de risco. “Algumas atividades incluem trabalhos verticais tais como limpeza de vidraça de prédios, poda de árvores de grande porte e apoio à pesquisa cientifica. Além disso, os escaladores também praticam o esporte “arvorismo” destinado a pessoas de 8 a 80 anos”. Jaudoin ressalta que todas as atividades são executadas com total segurança com base no Equipamento de Proteção Individual (EPI) específico para escalar.
Antes do curso, nesta quinta-feira (16/10), às 14h, na sala de Aula do curso PG-ECO do Inpa, campus do V-8, os alunos participarão de uma aula teórica sobre a técnica de trabalho em corda tanto em edifícios quanto em jardins e florestas. A palestra será ministrada pelo diretor da Associação Angelim que possui larga experiência em trabalhos com árvores, desde poda estética nos jardins da Europa ao apoio em pesquisas com aves, anfíbios e artrópodes, tais como Projeto Gavião-real e IBISCA.
Segundo Jaudoin, a principal preocupação e prioridade dos escaladores é a segurança em acessar a copa das árvores, e conseguir coletar nos galhos mais finos como, por exemplo, de um Angelim-pedra (Dinizia excelsa) onde a pessoa fica a pelo menos 40 metros de altura. E ainda, que a técnica funcione como uma ferramenta para apoiar os protocolos de coleta de dados.
Helena Aguiar, bolsista do Projeto Gavião-real, uma das alunas desta edição afirma que o curso visa, principalmente, a troca de conhecimentos entre os escaladores europeus sobre movimentação na copa das árvores, os técnicos e pesquisadores brasileiros sobre a pesquisa na floresta.
“Arvorismo” – é um tipo de esporte desenvolvido a partir da técnica criada pelos podadores de árvores que utiliza uma das bases da técnica universal de movimentação em dossel, ou seja, nó “prussic” (nó de fricção).

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Árvores alpinistas

Levantamentos revelam que o aquecimento global está fazendo árvores de florestas francesas migrarem para lugares mais altos em busca de melhores condições de sobrevivência
por David Biello

O aquecimento global está deixando as árvores para trás, de acordo com um novo estudo na Science. Uma análise das espécies florestais em seis cadeias de montanhas francesas ─ Alpes ocidentais, Pirineus setentrionais, maciço Central, Jura Ocidental, Vosges e cordilheira da Córsega ─ mostra que mais de dois terços das árvores subiu pelas encostas das montanhas, pelo menos 18 metros a cada década, no século 20. "Entre 171 espécies, a maior parte está subindo as encostas para recuperar as condições ideais de temperatura", comenta o ecologista e autor principal do estudo, Jonathan Lenoir, da AgroParisTech em Nancy, França. "As alterações climáticas já provocaram um efeito significativo em grande variedade de espécies de plantas, e não ficou restrito a ecossistemas sensíveis." Pesquisa anterior mostrou que plantas no topo de montanhas ─ e nas regiões polares ─ foram se deslocando para se adaptar ao aquecimento global. Mas esta é a primeira confirmação de que ecossistemas inteiros de regiões temperadas mais baixas também estão se mudando. "Espécies não estão apenas se deslocando nos pontos extremos das montanhas", alerta o ecologista e co-autor Pablo Marquet, da Pontifícia Universidade Católica do Chile, em Santiago. "O que observamos é que isso está ocorrendo em toda a parte."

FONTE: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/arvores_alpinistas.html

domingo, 3 de agosto de 2008

MATÉRIA DA FOLHA ON LINE 23/05/2002 - 08h27

Pular de galho em galho é novo esporte KATIA DEUTNERfree-lance para a FolhaSe um amigo ou seu chefe lhe convidar para praticar arborismo, não pense que você irá cavar uma cova no jardim mais próximo e plantar uma árvore. Conhecida também como arvorismo e verticália, essa atividade é um misto de esporte radical com passeio ecológico -nas alturas. Usando escadas, cordas, cabos e plataformas, o praticante se locomove entre copas de árvores. "Você se sente um macaquinho, pulando entre as árvores", diz a fonoaudióloga Patrícia Pitsch, 29. Praticado principalmente na França, na Nova Zelândia e na Costa Rica, o arborismo chegou ao Brasil há cerca de quatro anos, mas ainda não é muito conhecido. Os pesquisadores foram os primeiros a praticar essa atividade, utilizando equipamentos que lhes permitiam observar melhor a vegetação e os pássaros. "Ainda hoje, os estudiosos chegam a passar uma ou duas noites no topo das árvores", afirma Edner Antonio Brasil, instrutor do Copera (Centro Operacional Ambiental), que organiza circuitos de verticália. O arborismo é um bom começo para quem nunca praticou esportes radicais, pois não exige muito condicionamento físico nem habilidade especial. "Só é preciso ter coragem, coordenação e agilidade para enfrentar os obstáculos", afirma o francês Jean Claude Razel. No ano passado, ele montou o Verticália, primeiro circuito fixo de arborismo do Brasil, e um percurso exclusivo para crianças, ambos localizados em Brotas (245 km de SP).SegurançaOs praticantes fazem um aquecimento e aprendem a usar corretamente uma espécie de cinto de segurança, o trava-quedas, antes de subir até a plataforma da primeira árvore, instalada em alturas que variam de 3 m a 10 m. A escalada é realizada com o auxílio de escadas de corda e madeira, redes especiais e agarras.Os trechos aéreos, entre uma árvore e outra, são vencidos com cabos, túneis, cordas, pontes pênseis, redes e tirolesas. E essa é a melhor parte, segundo alguns praticantes. "O melhor é a adrenalina que você sente ao passar de um lado para o outro", diz o publicitário Eduardo Tonetti, 32.Para evitar acidentes, os praticantes são acompanhados por monitores e ficam presos, por meio de mosquetões, a cordas de suporte durante todo o percurso. E ninguém é obrigado a ir até o fim. Quem não gostar da experiência pode interromper o percurso sem prejudicar o resto do grupo.O tamanho dos circuitos varia, mas o grau de dificuldade aumenta a cada fase. O Verticália, por exemplo, oferece 36 atividades em cinco trechos aéreos e demora mais de duas horas para ser completado. "A sensação de satisfação é indescritível, você volta renovado. O mais gostoso é superar seus limites e descobrir que você é mais forte do que pensa", conta o analista de sistemas Wilton Feitosa.O único fator que impede a prática do arborismo é a altura. Pessoas com menos de 1m40 não podem participar dos percursos. A partir dos dez anos, as crianças podem fazer os circuitos desde que estejam acompanhadas pelos pais ou pelos responsáveis, explica Mateus Vieira, coordenador técnico da Saga Trek, que possui um percurso em Analândia (222 km de São Paulo). Foi o proprietário dessa agência, o montanhista Luiz Alberto Martinez, que começou a difundir o arborismo no país, aproveitando árvores fortes e altas, como o eucalipto, para montar circuitos itinerantes no interior de São Paulo.O esporte está ganhando adeptos até no mundo corporativo. Algumas empresas têm usado percursos de verticália para motivar seus funcionários, estimulando a capacidade de planejamento, de liderança e de trabalhar em grupo. Esses circuitos podem ser montados em qualquer lugar que ofereça condições físicas para a prática do esporte.As empresas que possuem ou organizam percursos de verticália fornecem todo o equipamento necessário, como mosquetões e capacetes. O preço da aventura varia de R$ 40 a R$ 45 por percurso. Para os mais independentes, o Copera dá cursos que ensinam desde as técnicas do arborismo até como criar circuitos com segurança e sem provocar fortes impactos ambientais.As peripécias do percurso
Escalar escadas de madeira ou de corda
Subir em troncos com encaixes para os pés e as mãos
Caminhar sobre pranchas de madeira equipadas com garras de escalada, colocadas entre os galhos das árvores
Subir e descer redes parecidas com as de pesca
Usar tirolesas ("cadeiras" presas a ganchos colocados em cabos de aço) para passar da copa de uma árvore para a outra
Cruzar pontes pênseis
Percorrer túneis colocados entre os galhos
Andar em "falsas baianas", técnica militar em que o participante atravessa as árvores apoiado em cordas paralelas (uma para as mãos, outra para os pés)

domingo, 20 de julho de 2008

DÚVIDA APRESENTADA NO ORKUT (COMUNIDADE CONQUISTADORES DE DOSSEL)

DÚVIDA DO Leandro Agra TIG
Técnicas
Na sua opinião que técnica seria a mais segura para a ascensão em árvores???Eu por exemplo subo com cordins em nó prusik, com corda única, mas não acho que seja a forma mais adequada!

MINHA RESPOSTA:

Na minha opinião não existe uma técnica especial para subida e sim equipamentos de segurança que fazem a diferença! A dica é utilizar diferentes equipamentos (certificados e sem nenhuma avaria) para garantir o máximo de segurança! No mercado você tem os chamados bloqueadores, blocantes ou ascenders (o nome varia de literatura para literatura). Se você adquirir da marca Ptzel um deles é dourado (esquerdo) e o outro azul (direito). Como funcionam? Quando você os desloca para cima, correndo pela corda, eles se movimentam, quando você aplica força para baixo com o peso do seu braço (ascender azul) ou o peso do seu corpo (ascender dourado preso a cadeirinha), aí eles travam! Então eu falei até aqui dos ascenders e mencionei a cadeirinha ou “boudrie”. Além disso, você irá precisar de um estribo (feito com fita tubular) para apoiar os pés durante o deslocamento na corda, pelo menos 4 mosquetões e um freio em oito ou se tiver grana adquira um “stop” que vale a pena para a descida! Há no mercado um tipo de ascender que vai nos pés e tem o mesmo principio dos ascenders que mencionei acima só que se chama "pantin"! Aí a técnica muda e o esforço é bem menor! Você com esse pantin faz um movimento semelhante aquele quando pedala numa bicicleta ficando paralelo ao eixo da corda! O rendimento nesse caso é bem maior pois o esforço que você emprega é bem menor! Ah, antes de querer dominar o funcionamento dos equipamentos de subida primeiramente aprenda e treine a descida pois o que adianta você saber subir se não sabe descer? Fica aqui o convite para visitar o meu blog:
http://www.escaladasnocerrado.blogspot.com/
Espero ter ajudado! Boas escaladas!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Manaus sediará congresso de arborização

Atualizar conhecimentos e práticas que visem o desenvolvimento da arborização urbana. Com esse objetivo, profissionais, consultores e estudantes atuantes nas atividades de arborização urbana estarão reunidos no período de 13 a 16 de julho, no Tropical Hotel, em Manaus, no 12º Congresso Brasileiro de Arborização Urbana (CBAU). O evento será realizado pela primeira vez no Amazonas e terá como tema “Conservação e expansão dos espaços verdes: um desafio ao gerenciamento urbano”.
A abertura oficial do encontro será no domingo (13/07). Especialistas irão discutir a situação da arborização na cidade e traçar metas para promover melhorias nesse sentido. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) terá participação no evento com pesquisador, Niro Higuchi, que irá apresentar na manhã do dia 14 a conferência “O desafio da quantificação de carbono em ambiente urbano”. À tarde, a pesquisadora Maria Inês Higuchi participará da mesa-redonda “Educação Ambiental - Cidadania e Políticas Públicas”.
Organizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) e pela Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU), o congresso conta com apoio de entidades internacionais ligadas à arborização em espaços urbanos, como a International Society Arboriculture (ISA).
O terceiro dia do CBAU será dedicado aos mini-cursos e roteiros ambientais com os participantes. As atividades contarão com a presença de especialistas de áreas variadas, como engenheiros, arquitetos e biólogos de diversas instituições que se dedicam à arborização urbana.
Os roteiros ambientais serão divididos em dois blocos, que ocorrerão nas unidades de conservação do município. O roteiro da manhã percorrerá o Jardim Botânico Adolpho Ducke, o Refúgio da Vida Silvestre Sauim Castanheiras e a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Soka Gakkai. A visita da tarde será realizada no Parque Ponte dos Bilhares, Parque Municipal do Mindu, Horto Municipal e Bosque da Ciência, do Inpa.
SBAU – Fundada em 16 de setembro de 1992 na cidade de Vitória, Espírito Santo, com sede e foro em Curitiba, Paraná, a SBAU não tem fins lucrativos e nem cunho político e partidário. A entidade foi criada com a finalidade de apoiar e estimulas trabalhos técnicos, científicos e político-administrativos no campo da arborização urbana;
Divulgar e incentivar os trabalhos que contribuam para o desenvolvimento da arborização através de eventos, cursos, treinamentos, publicações e outras formas de comunicação; Promover o intercâmbio e cooperação entre pessoas físicas ou jurídicas que atuam no campo da arborização.
Representam o Inpa na SBAU, o pesquisador Joaquim dos Santos, coordenador de pesquisa em silvicultura tropical (CPST) e João Francisco Palmeira Vieira da Divisão de Estações e Reservas (DSER).
Programação
Dia 13/07
14h às 20h - Credenciamento
20h - Solenidade de Abertura
21h - Premiação do I Campeonato Brasileiro de Escalada em Árvore
21h30 - Coquetel e Apresentação Cultural
Dia 14/07
7h30 às 8h - Credenciamento
8h às 09h - Conferência - Aspects of arboriculture in the world (Aspectos da arboricultura no mundo) - Jim Skiera - Diretor Executivo da International Society Arboriculture - (ISA)
9h ás 10h - Conferência - Arborização urbana: Um desafio ao gerenciamento das cidades - Maria do Carmo Sanchotene
10h às 10h30 - Abertura da Feira de Produtos e Serviços para arborização e paisagismo.
10h30 às 11h30 - Conferência - O desafio da quantificação de carbono em ambiente urbano - Niro Higuchi - Pesquisador em Manejo Florestal do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
11h30 às 12h30 - Painel 1 - International Gardenshow Hamburg 2013 (IGS 2013) - Heiner Baumgarten (Diretor Executivo da International Garden Festival - 2013)
12h30 às 14h Intervalo
14h às 16h - Painel - Planejamento e gestão de espaços verdes
14h às 14h30 - Painel 1 - Planejamento e gestão de espaços verdes: Aspectos, ecológicos, ambientais e estéticos. Maria Alice de Lourdes Bueno Sousa - Engenheira. Agrônoma / Professora da ESALQ - SP– SP
14h30 às 15h - Painel 2 - Paisagismo com ênfase no plano diretor de arborização urbana de Porto Alegre.
Luis Antonio Piccoli – Engenheiro Agrônomo – Secretaria de Meio Ambiente do Município de Porto Alegre.
15h às 15h30 - Painel 3 - A importância das concessionárias de energia elétrica e das empresas de serviços terceirizados na arborização urbana - Carlos Alberto Coelho – Engenheiro Elétrico - CEMIG/MG
15h30 às 16h - Debate com a Plenária.
16h às 16h20 - Intervalo.
16h20 às 18h - Mesa Redonda - Educação Ambiental - Cidadania e Políticas Públicas - Maria Inês Higuchi (Inpa), Elisabete Brocki (UEA) e Carmem Lúcia Rodrigues (ESALQ- SP )
18h às 20h - Assembléia Geral da SBAU
Dia 15/07
08h às 12h - Mini-cursos e Visitas Técnicas (Roteiros 1 e 2)
12h às 14h - Intervalo
14h às 18h - Mini-cursos e Visitas Técnicas (Roteiros 1 e 2)
Mini-curso 1 - Introdução à Arboricultura e Preparatório para o Exame de Certificação ISA - Luana Vargas - Engenheira Florestal - (International Society Arboriculture - ISA)
Mini-curso 2 - Biodeterioração de Árvores e Análise de Riscos - Sergio Brazolin - Instituto de Pesquisas Tecnológicas - SP
Mini-curso 3 - Produção de mudas para arborização de ruas - André Duarte Puente Biólogo - SMAM/Porto Alegre.
Mini-curso 4 - Termo de Compromisso Ambiental para Arborização Urbana. - Leonardo Loyolla Coelho Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – USP
Mini-curso 5 - Paisagismo Sustentável - Raul Cânovas – STHIL
8h às 12h e 14h às 18h - Visitas Técnicas
Roteiro 1 - Manhã - Jardim Botânico Adolpho Ducke.
Tarde - Reserva do Patrimônio Particular Natural Soka Gakkai.
Roteiro 2 - Manhã - Bosque da Ciência do Inpa.
Horto Municipal de Manaus
Tarde - Bosque da Ciência do Inpa.
Parque Municipal do Mindu.
Dia 16/07
08h às 09h Conferência - Potencial de aplicação das Geotecnologias na arborização urbana - Lizit Alencar da Costa – Professor da Universidade Federal do Amazonas
09h às 10h Painel 2 - Aspectos da Silvicultura Urbana: manejo da vegetação dos parques, jardins, praças, ruas, fragmentos. Tadeu Viana de Pontes - Engenheiro Agrônomo - EMLURB/Recife
10h às 10h30 - Intervalo
10h30 às 11h30 - Painel 3 - Planejamento de Arborização e Solos Urbanos - Jeremy Thomas Chancey - Vice-presidente SBAU
11h30 às 12h - Debate com a plenária
12h às 14h - Intervalo
13h30 às 17h30 - Exame de Certificação ISA - Pedro Mendes Castro - Presidente SBAU, Sr. Jeremy Thomas Chancey - Vice-presidente SBAU.
14h00s 15h40 - Mesa Redonda - Desafios da Participação Comunitária na Conservação e Expansão dos Espaços Verdes - Lídia Maróstica da Prefeitura de Maringá, José Ricardo Martins da Silva Delegado SBAU Nordeste - FUNESO/EMLURB/PE, Claudia Steiner da Prefeitura de Manaus
15h40 às 16h - Intervalo
16h às 17h30 - Painel: Políticas Públicas para Arborização Urbana no Brasil
16h às 17h - Painel 1: Uma Fruta no Quintal: "Uma experiência de arborização e educação ambiental em Diadema - SP" - Raul Pereira – Arquiteto Urbanista
17h às 18h - Painel 2: Projeto Município Verde - José Walter Figueiredo – Engenheiro Agrônomo – Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo
18h00 - Elaboração e Leitura da Carta de Manaus Pedro Mendes Castro – Presidente da Sociedade Brasileira Arborização Urbana - SBAU
Solenidade de Encerramento

Agenda Paralela:
12 a 13 de julho (manhã e tarde) - I Campeonato Brasileiro de Escalada em Árvores
15 de julho (terça-feira – manhã) Reunião da ANAMMA
13 a 16 de julho - 1a. Feira de Feira de Produtos e Serviços para arborização e paisagismo.
Mais informações: http://www.cbau.com.br/
Foto: skyscrapercity.com

FONTE: www.inpa.gov.br

domingo, 29 de junho de 2008

Redescubra sua ligação com a natureza escalando árvores

Por Karina MiottoRevista Vida Simples - 03/2008
Não há por que ter pressa. Interessante mesmo é subir devagar, ficando cada vez mais longe do chão. Ao redor, som de pássaros. O vento balança a árvore levemente, você sente o movimento como se fizesse parte dela. Uma vez lá em cima, os músculos relaxam e você descansa. Respira fundo, em estado de graça.
Esse sentimento, unido ao gosto por aventura, tem levado milhares de pessoas a praticar tree climbing, técnica de escalada em árvores de portes variados feita com equipamentos especiais - como cordas revestidas - que não machucam troncos e galhos, desenvolvida e aprimorada nos Estados Unidos desde a década de 60. "Escalar árvores possibilita o exercício físico e impulsiona a explorar sons, texturas e cheiros inusitados", diz Tim Kovar, instrutor e diretor de operações internacionais da Tree Climbers International, que já viajou o mundo para fazer mais de 3 mil pessoas subir em árvores.
Escalar no Brasil também é possível, pois os instrutores têm disponibilidade para viajar. As árvores preferidas são as de médio porte, com cerca de 20 metros de altura, em parques nas cidades ou até mesmo em alguma floresta.
Tim diz que a atividade é segura quando feita por profissionais especializados. E finaliza: "Quando escalamos, sentimos emoções que podem ficar por muito tempo". É verdade. Minha primeira escalada aconteceu em um mogno do Horto Florestal de Manaus. Vou levar comigo a paz que senti naquele dia.
Conheça os grupos internacionais que fazem escaladas em árvores em: www.revistavidasimples.com.br
Não há por que ter pressa. Interessante mesmo é subir devagar, ficando cada vez mais longe do chão. Ao redor, som de pássaros. O vento balança a árvore levemente, você sente o movimento como se fizesse parte dela. Uma vez lá em cima, os músculos relaxam e você descansa. Respira fundo, em estado de graça.
Esse sentimento, unido ao gosto por aventura, tem levado milhares de pessoas a praticar tree climbing, técnica de escalada em árvores de portes variados feita com equipamentos especiais - como cordas revestidas - que não machucam troncos e galhos, desenvolvida e aprimorada nos Estados Unidos desde a década de 60. "Escalar árvores possibilita o exercício físico e impulsiona a explorar sons, texturas e cheiros inusitados", diz Tim Kovar, instrutor e diretor de operações internacionais da Tree Climbers International, que já viajou o mundo para fazer mais de 3 mil pessoas subir em árvores.
Escalar no Brasil também é possível, pois os instrutores têm disponibilidade para viajar. As árvores preferidas são as de médio porte, com cerca de 20 metros de altura, em parques nas cidades ou até mesmo em alguma floresta.
Tim diz que a atividade é segura quando feita por profissionais especializados. E finaliza: "Quando escalamos, sentimos emoções que podem ficar por muito tempo". É verdade. Minha primeira escalada aconteceu em um mogno do Horto Florestal de Manaus. Vou levar comigo a paz que senti naquele dia.
Conheça os grupos internacionais que fazem escaladas em árvores em: www.revistavidasimples.com.br

segunda-feira, 9 de junho de 2008

DOAÇÕES DE LITERATURA E CONTRIBUIÇÃO COM SUGESTÕES DE SITES OU LINKS

Se você possui algum material de divulgação (livro, revista, artigo, etc) relacionado a escaladas em árvores e quer se desfazer eu aceito doações! Se possui alguma dica de reportagem ou site interessante manda pro e-mail estaginseto@hotmail.com! Eu dou uma formatada e publico aqui! Valeu!

sábado, 7 de junho de 2008

1o CAMPEONATO BRASILEIRO DE ESCALADA EM ÁRVORES

O evento destina-se à participação de arboristas, coletores de sementes e demais pessoas que habitualmente usam a escalada como técnica de acesso a árvores de grande porte. A intenção é divulgar as boas práticas de manejo da arborização urbana e promover a confraternização entre profissionais. Assim, serão valorizadas as normas e os equipamentos de segurança para os trabalhos em altura, bem como o respeito pela integridade das árvores.
Por uma questão de igualdade entre os concorrentes não será permitido, durante as provas, a utilização de equipamentos que o Júri considere vantagem competitiva. No entanto, sendo um dos objetivos deste encontro a troca de informações técnicas, estimulam-se aos participantes divulgar, extra-campeonato, e a divulgação extra campeonato de eventuais novos equipamentos ou técnicas inovadoras que possam contribuir para a evolução da profissão.

1. O Campeonato é constituído por duas fases de provas:
a SELETIVA, com 03 provas (footlock, resgate em altura e deslocamento na copa), realizadas no 1º dia do Campeonato.
a FINAL, onde os 3 ou 5 competidores com menores tempos na primeira fase realizam uma prova final de deslocamento na copa, realizada no 2º dia do Campeonato.
1.1. Prova de FOOTLOCK - O objetivo desta prova é testar a capacidade do concorrente em escalar verticalmente a árvore numa corda dobrada (dupla), utilizando o método conhecido por Footlock, o qual combina a utilização de um nó autoblocante (Prusik, por exemplo) com um travão feito com os pés.
O concorrente deverá subir a corda previamente instalada pelo método descrito.
Será cronometrado o tempo entre o momento em que deixar o chão e o momento em que fizer soar uma sineta colocada no topo da subida. Os competidores serão ordenados por ordem crescente de tempo.
Não são permitidos dispositivos mecânicos, tipo ascensor
1.2. Prova de RESGATE EM ALTURA – O objetivo desta prova é testar a capacidade do concorrente nas técnicas de salvamento e resgate aplicados num manequim instalado com a sua corda de escalada situada a grande altura numa árvore.
1.3. Prova de DESLOCAMENTO – O objetivo desta prova é testar a capacidade do concorrente em deslocar-se rapidamente e em segurança na copa da árvore e a sua aptidão para realizar tarefas em altura.
O concorrente deverá, ainda no solo, selecionar mentalmente a bifurcação onde se vai instalar, de forma que possa deslocar-se aos pontos da copa pré-determinados pela organização.
Sobe através de escada os primeiros galhos da árvore e, a partir daí, escala ao ponto de ancoragem por si escolhido para instalar a fita de ancoragem.
Em ramos terminais dos galhos da árvore, estarão colocadas 3 sinetas sinalizadas com fitas de cor.
Para completar a prova, o concorrente terá de tocar todas as sinetas, deslocando-se na copa o mais rapidamente possível, mas sempre preso à árvore pelo seu equipamento de segurança.
Será cronometrado o tempo total da prova (que começa quando o concorrente sai do solo para a escada e termina quando volta a tocar no solo). Os competidores serão ordenados por ordem crescente de tempo.

Maiores informações: http://www.cbau.com.br/camp_escala.asp

ACONTECEU MAS VALE A PENA DIVULGAR - Prefeitura realiza treinamento em escalada de árvores

A Prefeitura de Manaus no dia 31 de maio o primeiro treinamento em escalada de árvores para os funcionários da Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Semulsp) que trabalham com manejo de arborização na cidade. O treinamento foi ministrado pelo engenheiro florestal Sidney Brasil, chefe do Núcleo Operacional da Coordenadoria de Arborização e Paisagismo da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), que participou em abril de uma série de treinamentos em técnicas de escalada nos Estados Unidos, onde a modalidade é bastante praticada.
De acordo com Sidney, o treinamento dos funcionários da Semulsp visou dar mais segurança ao trabalho de corte e poda feito nas árvores urbanas ao repassar ensinamentos sobre uso correto de equipamentos básicos e técnicas que garantem o acesso mais rápido à copa das árvores.
A iniciativa visa também divulgar o 1º Campeonato Brasileiro de Escalada em Árvore, nos dias 12 e 13 de julho, antecedendo a abertura do 12º Congresso Brasileiro de Arborização Urbana (CBAU), entre 13 e 16 de julho.
O treinamento foi oferecido a 17 servidores da Semulsp que trabalham com corte e poda. Foram dois dias de aulas teóricas e práticas (sábado e domingo), na Fundação Doutor Thomaz, na rua Maceió.
De acordo com o coordenador do Programa Universidade do Meio Ambiente (Uniambiente), Marcelo Silva Dantas, responsável pela organização do treinamento, foram feitos os contatos para a disponibilização do espaço e dos servidores.
“A área da fundação foi escolhida porque possui visibilidade e espécies de árvores que permitem a escalada, a exemplo de jatobás, mangueiras, leucenas e jaqueiras muito comuns na cidade”, afirma Sidney Brasil. Alguns materiais foram disponibilizados aos participantes, levaram consigo os equipamentos básicos de proteção que utilizam no dia-a-dia.
No primeiro dia foram oferecidas instruções teóricas e práticas e no segundo só atividades práticas. “Todos os participantes serão candidatos em potencial para participar do campeonato, que oferecerá prêmios aos primeiros colocados e será o primeiro evento da modalidade que acontece no Brasil”, salienta Sidney.
O 12º CBAU será realizado pela Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU) com apoio da Prefeitura de Manaus. O campeonato ocorrerá nos dias 12 e 13 de julho, em local ainda a ser definido. Os interessados em se inscrever no campeonato podem acessar o site do 12º CBAU, através do Portal da Prefeitura de Manaus. As técnicas de escalada em árvore possibilitam o acesso a copas de árvores das mais diversas alturas. Em Manaus, algumas espécies chegam a atingir 30 metros de altura.

'Homem-Aranha' escala prédio do New York Times

MARCY NICHOLSON - REUTERS

NOVA YORK - O escalador francês conhecido como "Homem-Aranha" escalou o prédio do jornal New York Times, nesta quinta-feira, com o intuito de chamar a atenção para o problema do aquecimento global. Antes da subir, Alain Robert, de 45 anos, disse a repórteres que a escalada estava sendo feita no Dia Internacional do Meio Ambiente para "chamar a atenção para o aquecimento global, já que este é um dos maiores problemas do nosso tempo". Ao chegar ao topo do prédio, ele levantou os dois braços e acenou para os observadores. A polícia já o esperava lá. O "Homem-Aranha" já escalou edificações como a torre Eiffel e a ponte Golden Gate. Durante passagem por São Paulo em fevereiro, ele subiu o Edifício Itália. Ele subiu o prédio do New York Time pela treliça da fachada, usando apenas pó para as mãos e sapatos próprios para escalada. Quando estava perto do décimo andar, ele pendurou um cartaz na fachada que dizia: "O aquecimento global mata mais pessoas que o 11 de setembro toda semana". A escalada atraiu centenas de espectadores, policiais, bombeiros e as equipes de outros serviços de emergência. "Ele deve ser louco", disse Sammy Cataldo, que trabalhava na construção de um prédio vizinho. O New York Times mudou-se há um ano para um prédio de 52 andares em Manhattan. Desenhado pelo arquiteto italiano Renzo Piano, sua antena alcança 348 metros. A porta-voz do jornal não fez nenhum comentário sobre a escalada. O "Homem-Aranha", que diz sofrer de vertigem, já escalou mais de 80 arranha-céus e pontos turísticos, como a torre Sears, em Chicago, e a Taipei 101, em Taiwan, o prédio mais alto do mundo. Suas escaladas costumam ser ilegais, já que feitas sem permissão e sem corda de proteção. No ano passado, ele foi preso por cinco dias na China, depois de escalar o prédio Jin Mao, de 88 andares, em Xangai. Ele foi expulso e proibido de entrar na China por cinco anos.
(Reportagem de Marcu Nicholson) REUTERS MR PF

sábado, 31 de maio de 2008

COLETA DE SEMENTES DE EUCALIPTO

http://br.youtube.com/watch?v=tIGvP05FwI4&feature=related - Vídeo que mostra o uso de técnicas de escalada para coleta de sementes de eucalipto! Vale a pena conferir!

NÓ PRUSSIK

http://br.youtube.com/watch?v=P0d8-Fxdx8Y - Nesse vídeo o instrutor demonstra o "nó prussik" que pode ser uma alternativa mais econômica para se subir numa árvore! Ele pode substituir o papel de um ascender mas será necessário um peitoral e um bloqueador ventral ou croll! Uma outra utilidade desse nó é o travamento de alguma carga que se queira subir! No final do vídeo o instrutor demonstra como se faz a conexão do mosquetão com o nó prussik e o mecanismo é o mesmo de um ascender, pra cima há movimento, pra baixo com o peso há travamento! Pode ser muito útil por exemplo para fixar algum equipamento de campo (máquina fotográfica, binóculo, etc) acima do ponto de ancoragem do escalador.Até a próxima!

NÓ DUPLO PESCADOR

http://br.youtube.com/watch?v=2OIIRbpoTJw&feature=related - Vídeo com demonstração de um tipo de nó chamado "Duplo Pescador". Pode ser útil em várias situações! Fiz uma variação desse nó com uma corda circular e ao invés de abraçar 1 vez a corda para montar o nó, abracei 2 vezes formando um oito que pode substituir uma fita expressa! Qualquer hora coloco uma foto!Abraços!

sexta-feira, 30 de maio de 2008

CAMPEONATO DE ESCALADA EM ÁRVORES NOS EUA

http://br.youtube.com/watch?v=eq4EDgUKjOA&feature=related - A moda podia pegar aqui no Brasil também pois temos uma grande diversidade de espécies arbóreas, lugares turísticos com excelente potencial para isso como a Mata Atlântica e a Amazônia! O turismo associado a escalada de árvores (arborismo) pode gerar muitos empregos e pode ser mais uma alternativa de agregar valor a nossas florestas sem derrubá-las!

PODA DE ÁRVORE COM USO DE "TIROLESA"

http://br.youtube.com/watch?v=gPzN-UQ5Sl8&feature=related - Neste caso o escalador utiliza uma espécie de tirolesa para descer o pedaço de árvore podado! Já representa uma evolução em relação ao vídeo anterior!

ACIDENTE PODANDO UMA ÁRVORE

http://br.youtube.com/watch?v=hGN5xyC2e5o&feature=related - Combinação perigosa de usar a escalada para poda de uma árvore! Neste vídeo o escalador amarra o pedaço que vai ser cortado da árvore mas não calcula seu peso! Manejar ao mesmo tempo uma moto serra, um galho cortado e os equipamentos da escalada pode deixar o escalador exposto a riscos! Vale como alerta!

ESCALADOTERAPIA

http://br.youtube.com/watch?v=r5bgagBfjkQ&feature=related - Fantástico vídeo mostrando as possibilidades da escalada em árvores! Neste caso o pessoal utilizou a escalada para lazer de postadores de necessidades especiais! Boas imagens, boa trilha sonora e principalmente muita segurança demonstrada nos nós, equipamentos e bastante pessoal de apoio. Parabéns ao pessoal do Trail's Edge Camp!

DEMONSTRAÇÃO DE ESCALADA EM ÁRVORE POR UMA CRIANÇA

http://br.youtube.com/watch?v=gdXMZTErD-Q&feature=related - Este vídeo mostra uma criança fazendo uma demonstração de escalada! Nele podemos identificar 2 pontos falhos:
- equipamento fora do ajuste para o tamanho da criança, o que pode levar ao comprometimento da técnica! É visível que a criança faz um esforço muito grande e o rendimento (velocidade e deslocamento) não é satisfatório!
- não há presença de outra pessoa (adulto) fazendo a segurança do escalador, o que é muito sério por se tratar de uma criança! Apesar de se tratar de uma escalada de poucos metros vários acidentes podem acontecer.

ESCALADA COM PECONHA

http://br.youtube.com/watch?v=zZigK2tsfY8&feature=related - Esse vídeo mostra um tipo de escalada comum na Amazônia que é a escalada com peconha. Apesar de tradicional, o uso da peconha representa um desafio para a maioria dos escaladores e há relatos de pessoas que se acidentaram ao tentar subir em palmeiras usando a peconha. Não sei se o rapaz utilizou uma peconha fabricada com fibras naturais. Segundo Evandro Ferreira, pesquisador de Rio Branco no Acre, "este instrumento rudimentar se constitui de um pedaço de casca flexível e resistente com cerca de 1 m de comprimento que é enrolado nos pés e geralmente é chamado de "envira" pelos seringueiros. Ainda segundo esse pesquisador a envira é retirada, em sua maioria, das árvores da família Annonaceae (a mesma da graviola). " Nas minhas andanças na Amazônia vi os povos tradicionais (indígenas e/ou ribeirinhos) montarem esse dispositivo com folhas de palmeira! Pode ser útil em situações de sobrevivência na selva, para coleta de alimentos e água de coco, além de servir para orientação.
Alexandre
Vídeo sobre coleta de sementes http://br.youtube.com/watch?v=qvXPGgaNRFM

terça-feira, 27 de maio de 2008

CURSOS DE ESCALADA EM DOSSEL

Em breve estarei disponibilizando informações sobre futuros cursos de escalada em árvores em Uberlândia! Estou na fase dos preparativos (programação, local, parcerias, etc) mas fiquem atentos pois novidades virão! Grande abraço e obrigado por visitar o Blog!

Alexandre

sábado, 24 de maio de 2008

LITERATURA IMPORTANTE

It's a Jungle Up There: More Tales from the Treetops by Margaret D. Lowman, Edward Burgess, and James BurgessYale University Press (March 11, 2006).
Drawn to the mysteries of tropical rain forests and fascinated by life in the treetops, Meg Lowman has pursued a life of scientific exploration while raising her two sons, Edward and James Burgess. This book recounts their family adventures in remote parts of the world (Samoa, West Africa, Peru, Panama, India, Biosphere 2, and others), from the perspectives of both children and parent. Together they explore tropical rain forests, encounter anacondas and piranhas, eat crickets as hors d'oeuvres, discover new species, and nurture a family ethic for conservation. The chapters of the book focus on field biology questions, the canopy access methods developed to answer the questions, and conservation or education components of each expedition. Lowman enumerates the challenges and joys of juggling parenthood and career, and the children reflect on how their mother's work has affected their lives. A rollicking, inspiring book, "It's a Jungle Up There" is an upbeat portrayal of how a parent's career can imprint children, and how children in turn can influence the success and trajectory of their parent's career.
Chapter 14 (Global Citizens: An Environmental Ethic for Families) is available in PDF format. Read it here.
Available at your local bookstore or order online.
Forest Canopies by Lowman M.D. and H.B. RinkerElsevier Press (2004)
The treetops of the world's forests are where discovery and opportunity abound, however they have been relatively inaccessible until recently. This book represents an authoritative synthesis of data, anecdotes, case studies, observations, and recommendations from researchers and educators who have risked life and limb in their advocacy of the High Frontier. With innovative rope techniques, cranes, walkways, dirigibles, and towers, they finally gained access to the rich biodiversity that lives far above the forest floor and the emerging science of canopy ecology. In this new edition of Forest Canopies, nearly 60 scientists and educators from around the world look at the biodiversity, ecology, evolution, and conservation of forest canopy ecosystems.
Available at your local bookstore or order online.
Life in the Treetops : Adventures of a Woman in Field Biology by Margaret D. LowmanYale University Press (June 10, 1999)
A pioneering tree canopy scientist for more than twenty years, Margaret D. Lowman first gained access to the treetops with ropes and ladders, later a cherrypicker, and recently with such advanced methods as hot-air balloons and treetop walkways. In this absorbing book, Lowman describes her scientific studies in forest canopies around the world and her challenges as a field biologist, wife, and single parent.
Available at your local bookstore or order online:Hardcover or Paperback

EXEMPLOS DE TRABALHOS CIENTÍFICOS QUE UTILIZARAM TÉCNICAS DE ESCALADA EM DOSSEL


Melitocoria de Zygia racemosa (Ducke) Barneby & Grimes por Melipona seminigra merrillae Cockerell, 1919 y Melipona compressipes manaosensis Schwarz, 1932 (Hymenoptera, Meliponina) en la Amazonía Central, Brasil
BACELAR-LIMA et al. 2006
D.C. Shaw, K.A. Ernest, H.B. Rinker, and M.D. Lowman. 2006. Stand-Level Herbivory in an Old-Growth Conifer Forest Canopy. 2006. Western North American Naturalist. 66(4): 473-481.
H.B. Rinker, M.D. Lowman, D.C. Shaw, and K.A. Ernest. 2006. Development of a novel method for assessing stand-level herbivory in forests. 2006. Newsletter of the International Canopy Network 12 (2): 4-6.
M.D. Lowman 2004. Canopy conservation initiatives. Plant Talk 35: 45.
M.D. Lowman 2004. Ecotourism and the treetops: complement, not conflict, for an emerging science. In: Forest Canopies, Elsevier Press, San Diego CA. pp. 466-89.
M.D. Lowman. 2004. Tarzan or Jane? The history of canopy ecology. In: Forest Canopies, Elsevier Press, San Diego CA. pp. 379-93.
Lowman, M.D., Mark Hunter, Bruce Rinker, Tim Schowalter and Steve Conte. 2002. Canopy walkways - highways in the sky. In: The Global Canopy Handbook (eds. Andrew W. Mitchell, Katherine Secoy, Tobias Jackson) Techniques of Access and Study in the Forest Roof. Pp.35 -40.
Lowman, M.D. 2001. Plants in the forest canopy: some reflections on current research and future direction. In: Tropical Forest Canopies: Ecology and Management. K.E.Linsenmair, A.J. Davis, B. Fiala, M.R. Speight (Eds.). Pp.39-50.
Rinker, H.B., M.D. Lowman, M.D. Hunter, T.D. Schowalter, and S.J. Fonte. 2001. Canopy herbivory and soil ecology - the top-down impact of forest processes. Selbyana 22(2): 225-231.
Lowman, M.D., H. B. Rinker, M. D. Hunter, T. D. Schowalter and Steve Fonte. 2001. Canopy herbivory and soil processes in temperate and tropical forests. In: Tropical Ecosystems. (Edited by K.N. Gaenshaiah, R. Uma Shaanker and K. S. Bawa): 433.
Lowman, M.D. 2001. Plants in the forest canopy: some reflections on current research and future direction. Plant Ecology 153: 39-50.
Grushka, M.M., J. Adams, M. Lowman, G. Lin, B.D.V. Marino. 1999. The Biosphere 2 canopy access system. Ecological Engineering 13: 313-320.
Preisser, E, D. Smith, and M.D. Lowman. 1999. Canopy and ground level insect distribution in a temperate forest. Selbyana 19(2):141-146.
Grushka, M.M., J. Adams, M. Lowman, G. Lin, B.D.V. Marino. 1999. The Biosphere 2 canopy access system. In: Biosphere 2: Research Past and present. B.D.V. Marino and H.T. Odum (Eds.). Elsevier.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

SITES INTERNACIONAIS DE INTERESSE:

http://www.canopymeg.com/ - Internationally recognized for her pioneering research in forests canopy ecology, Dr. Meg Lowman has explored all three major rain forests of the world - Africa, Australia/Asia, and the Neotropics (including the Amazon). She is the author of over 95 peer-reviewed publications and four books. Her upcoming new book is the definitive textbook in the field, entitled Forest Canopies. And her recent autobiography, Life in the Treetops, received a cover review in the New York Times Sunday Book Review and many literary awards. With humor as well as scientific accuracy, Dr. Lowman describes her adventures studying rain forest canopies, while juggling family and career, in some of the most remote jungles of the world.Dr. Lowman has conducted global conservation work in Africa, Samoa, the Amazon basin, and Australia. Her education outreach has included distance learning via satellite to millions of kids worldwide, was broadcast from Belize, Panama, and Peru. Canopymeg is a scientific expert on herbivory, the activity of insects eating plants. This interaction is important to the health of all forests. In her website, canopymeg.com Dr. Lowman tours some of her research sites in jungles and tree canopies, and posts information on her latest explorations, lectures, walkway construction projects, and publications as a woman in science. Trees rule!
TREE Foundation.org - The TREE Foundation is a not-for-profit organization dedicated to tree research, exploration and education. Mission: "TREE Foundation pursues and promotes research, education, and exploration to advance the conservation of our planet's botanical resources and ecosystems dependent upon them."
Out on a Limb - Forest Canopies - The web site for the traveling exhibit — sponsored by the National Science Foundation, New College of Florida, and TREE Foundation — that will educate students, families, residents, and visitors of southwest Florida about forest canopies and their importance to our daily lives. The exhibit will focus on the biodiversity found in forest canopies, links between the canopy and forest floor, and illustrate the challenges of canopy access by scientists.
goclimbtrees.com - A site dedicated to everything about climbing trees around the globe.
Canopy Construction Associates - Staffed by scientists and construction experts, CCA provides canopy access and consultation with regard to site, selection of access options, and costs. Whether you are interested in an extensive system of walkways, or a modest observation platform, we can design and build an access system to suit your needs. During the last decade, CCA has consulted, surveyed, designed and built many canopy access facilities around the world - both in the tropics and the temperate climes.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

A prática do rapel em árvores permite ao praticante muito mais opções do que simplesmente um novo tipo de lazer! Para as pessoas que trabalham com o meio ambiente e com a natureza esta atividade pode abrir caminho para uma série de opções. O profissional da área de fotografia, por exemplo, pode ter acesso a um mundo muito diferente daquele que está acostumado estando no chão pois novos animais ou plantas podem ser observados e documentados! Para o biólogo podemos citar algumas vantagens ao se dominar técnicas de ascensão vertical ao dossel:
- coleta de material fértil para estudos botânicos;
- estudos de comportamento animal;
- monitoramento de insetos;
- fixação de orquídeas e/ou bromélias;
- coleta de sementes;
- instalação de equipamentos fotográficos com sensor de presença para documentação de animais, etc
Espero que este blog estimule você a prática dessa atividade! Bom divertimento!

Alexandre Coletto da Silva