quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

MENSAGEM DE FIM DE ANO

Mais um ano está chegando ao fim!!! A despeito dos avanços ou retrocessos experimentados nos encontros internacionais que discutiram assuntos relacionados ao meio ambiente e as mudanças climáticas, creio que este foi um ano muito importante para este incrível Planeta. Diversas ações ao redor do mundo ocorreram em nome do "Ano Internacional da Biodiversidade" e é importante ressaltar que em 2011 teremos o "Ano Internacional das Florestas". Cada mudança de atitude, cada gesto de gentileza para com a natureza se transformará em um investimento no futuro. A sabedoria popular nos ensina algo simples: "a união faz a força"!!! Juntos podemos muito e os seres humanos precisam mudar de comportamento e sintonizar com o momento de mudança pela qual passa a Terra. Mais do que desejar um especial NATAL e um FELIZ ANO NOVO gostaria de finalizar esta mensagem de fim de ano com o exemplo de um garoto alemão chamado Felix Finkbeiner, que com 13 anos tem se dedicado a divulgar uma campanha chamada "Pare de Falar, Comece a Plantar"*. Este estudante a quatro anos planta árvores em diversas partes do mundo. Segundo o que a imprensa registrou a ideia teria surgido quando ele apresentou um trabalho no colégio e ao escolher como tema a crise climática, defendeu a idéia de que as crianças poderiam plantar 1 milhão de árvores em cada país para compensar as emissões de carbono. Seu professor solicitou para ele repetir sua apresentação em outras salas e escolas da região, que rapeidamente aderiram a campanha. A meta já foi atingida na Alemanha e a iniciativa chegou a 90 países.
Neste sentido, desejo a todos os visitantes, parceiros ou amigos do meu blog um ano novo cheio de esperança e realizações. Que possamos deixar de lado o egoísmo, o consumismo desenfreado, a luxuria e as questões efêmeras e que passemos a nos preocupar e cuidar um pouco mais do nosso Planeta. Parafraseando a campanha de Felix Finkbeiner, sigamos com menos palavras e mais árvores em 2011! Grande abraço a todos!

Alexandre Coletto da Silva

* Para saber mais sobre a campanha de Felix Finkbeiner visite o site: http://plant-for-the-planet.org/country/germany ou os vídeos no YOUTUBE: http://www.youtube.com/watch?v=pmAbvu-VODE e http://www.youtube.com/watch?v=sCc-KTXMxiE&feature=player_embedded.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Associado ABETA (Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura ) participa de promoção de cursos de escalada em árvores

Começa este mês em Presidente Figueiredo (AM) a série de cursos promovidos por meio de uma parceria entre a empresa Tropical Tree Climbing, associada ABETA, e as organizações norte-americanas Tree Climbers Internacional (TCI) e Tree Climbing Northwest (TCNW). Serão três cursos de escalada em árvore realizados no Centro de Treinamento de Escalada em Árvores para Áreas Tropicais, em um sítio localizado dentro de grande área verde de 270 hectares. Também acontecem duas grandes expedições no Arquipélago de Anavilhanas, com a presença de reconhecidos escaladores de Estados Unidos e Japão.

É o segundo ano consecutivo em que a parceria é promovida no Brasil. Os objetivos são promover o uso de uma técnica segura e eficiente de escalada em árvores, e criar alternativas ecoturísticas para a região.

Curso – As aulas são voltadas para pesquisadores, escaladores, turistas, fotógrafos, estudantes e amantes da natureza. O enviado especial da TCI para ministrar os cursos é Tim Kovar, instrutor profissional que já esteve no Brasil outras vezes dando aulas de escalada em árvore.

O que difere as escaladas já existentes no país da que é ensinada por Kovar é que os alunos aprendem as técnicas desenvolvidas pela TCI - um método seguro e que minimiza os impactos ambientais.

No curso básico, os alunos aprendem duas técnicas diferentes: Doubled Rope Technique (DRT) - que em português pode ser traduzido como “técnica de corda dupla” - normalmente utilizada por quem prefere escalar árvores de pequeno a médio porte. Single Rope Technique (SRT), ou “técnica de corda única”, desenvolvida para escalar árvores mais altas.

No módulo avançado, aprendem a se movimentar melhor pelos galhos para amarrar “tree boats”, espécie de rede que permite deitar e até dormir nas árvores com conforto e segurança.

No curso para Facilitadores, estudam técnicas com a finalidade de ensinar escalada a outras pessoas.

As aulas incluem a hospedagem no alojamento do Centro de Treinamento de Escalada em Árvores para Áreas Tropicais.

Serviço:

Curso básico de escalada de árvores tropicais
Data: 28/12 a 03/01
Turma: máximo 3 pessoas

Curso avançado de escalada de árvores tropicais
Data: 05 a 07/01
Turma: máximo 3 pessoas.
Pré-requisito: Curso básico

Facilitador do programa de escalada em árvores tropicais
Data: 9/01 a 13/01
Turma: máximo 4 pessoas.
Pré-requisito: Curso básico, Avançado e Certificado em Resgate e Primeiros Socorros

Mais informações acesse http://www.tropicaltreeclimbing.com


FONTE: http://www.abeta.com.br 13/12/2010

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

MATÉRIA SOBRE ESCALADA DE SUMAÚMA NA AMAZÔNIA

NOTA DO BLOG I: Alguns blogueiros não compartilham da ideia de postar matérias de outros blogs. Neste blog, contrariamos essa ideia pelo simples fato de acreditarmos que quanto mais opções de acesso a informação melhor... Neste sentido reproduzo abaixo a matéria do fotógrafo João Paulo Lucena que experimentou a incrível sensação de escalar umas das espécies de árvore mais alta da Amazônia. Parabéns João por sua matéria e caso resolva passar pelas bandas das Gerais estamos de braços abertos para recebê-lo!! Quem sabe não surja alguma oportunidade de escalada conjunta! Grande abraço a todos e agora fiquem com a matéria na íntegra do João Paulo:

Cadernos Amazônicos: Climbing Tree - Você já escalou uma Samaúma?


A enorme samaúma se destaca sobre a copa das árvores da Floresta Amazônica.

Dentre as várias versões que correm por aí sobre a origem da escalada em árvore como atividade esportiva independente, uma delas relata que teria se originado em 1995 a partir das técnicas desenvolvidas para observação de epífitas (bromélias, orquídeas, etc.), dentro do Projeto Plantas Aéreas do Amazonas, patrocinado pelo governo estadual do Amazonas.

Não que subir em uma árvore seja uma suposta descoberta contemporânea, quanto mais quando se sabe que o homem partilha, junto com o macaco, de um ancestral comum...

Todavia, não se trata aqui de subir na ameixeira do quintal da sua avó, mas talvez de uma sequóia gigante, ou de uma samaúma amazônica com o topo da copa a 70 metros acima do solo, isto sim exigindo muita técnica, equipamento adequado e uma boa dose de força de disposição!

Ascender sobre a copa de todas as demais árvores, especialmente em uma floresta tropical como a Amazônia, é entrar em um mundo à parte, repleto de seres adaptados à vida nas alturas, boa parte deles jamais tocando o solo a dezenas e dezenas de metros abaixo.



Fonte de inspiração, base de observação de fauna e flora, pesquisa de novas espécies, aventura ou simplesmente fuga do stress é o que faz um crescente número de pessoas compartilhar a incrível experiência de escalar um gigantesco ser vivo, em alguns casos com centenas de anos e uma altura superior a um edifício de pelo menos 20 andares!

Embora já tivesse experimentado escalada em rocha e gelo, foi em uma autêntica samaúma amazônica que estreei na especialíssma técnica de escalada em árvores, desta vez na condição de fotógrafo integrante da equipe de gravações do Programa Adrenalina durante as gravações da temporada de 2010.

Acompanhados por Eduardo Cunha e Fabiano Moraes, da Amazon Climbing Tree, navegamos em uma lancha voadeira por mais de duas horas a partir do alojamento de selva Juma Lodge, atravessando igarapés e igapós em busca da samaúma perfeita, às margens de um dos seus afluentes do Rio Juma, em plena floresta amazônica.


Somente para chegar até a samaúma o viagem de voadeira foi uma atração à parte.


A samaúma é uma árvore frondosa, pertencente às famílias bombacáceas e a escolhida para a nossa escalada, com pelo menos 400 anos de idade, atingia a desproporcional altura de 70 metros (!), a mais alta de todas as árvores naquele setor da floresta amazônica.


A samaúma que escalamos com o topo da copa a 70 metro acima do solo da floresta, equivalente a um prédio de 20 andares.


Os galhos principais, objetivo da escalada, a uma altura de 50 m.

É comum que se destaque em meio à copa média das árvores, superando inclusive a altura das castanheiras. A sua copa ocupa uma enorme extensão, diretamente proporcional às raízes tubulares em forma de sapopema que entranham no solo da floresta, algumas vezes atingindo até mesmo o próprio lençol freático.


As incríveis raízes tubulares da samaúma, também chamadas de sapopema.



Localizada a árvore, a escalada iniciou com a montagem dos sistemas de ascenção. Para fixação das cordas a equipe da Amazon Climbing Treedesenvolveu uma espécie de balestra, com a qual lançam por cima dos galhos principais uma linha mais fina, utilizada depois para puxar para cima as cordas usadas na escalada.



Há necessidade de utilização de equipamento técnico de escalada, alguns bem conhecidos como capacetes, luvas, estribos, mosquetões, freios, ascensores e descensores. Outros nem tanto, pois adaptados para a atividade em árvores, assim como as cadeirinhas especialmente desenhadas para maior conforto e os sistemas de linhas e pesos para montagem dos sistemas de ancoragem e corrimões no topo da árvore.

Acompanhada de guias habilitados qualquer pessoa pode escalar uma árvore uma vez que, durante o percurso da subida, se utiliza basicamente a força das pernas, sendo possível descansar o tempo que for necessário.


Equipamento individual de escalada em árvore.


Observar a copa das árvores de baixo para cima também é uma experiência relaxante, principalmente sob o calor sufocante 40º C em meio a uma rainforest... Foto: Ana Karina Belegantt


Fixadas as cordas do sistema de ascenção, começa a escalada de 50 metros até os galhos principais.


Aos poucos a turma vai chegando... Léo Sassen direto na atividade!


Montando os sistemas de passagem entre os galhos da copa...




Para a escalada são usadas combinações de ascensores e estribos, utilizando-se basicamente a força das pernas.


A equipe de produção também se esforça. A fundo, no rio, os câmeras do Programa Adrenalina.


Luca Silveira, o multi-cameraman do Adrenalina.


E os guias da Amazon Tree Climbing, Fabiano e...


...Eduardo, em meio ao jardim suspenso de epífitas na copa da samaúma.


Ana Karina Belegantt 50 metros acima do solo da floresta. Só resta curtir a paisagem...






Ana Karina e o autor do blog www.terra-australis-br.blogspot.com


COMENTÁRIO FOTOGRÁFICOS: Encontrei duas grandes dificuldades para fotografar na floresta amazônica. A primeira foi o permanente desafio para equilibrar a fotometria em função do enorme contraste claro-escuro, decorrente do jogo de sombra e sol tropical dentro da mata.

A segunda, sem solução aparente, foi o embaçamento das lentes, fruto da umidade da floresta e das constantes variações de temperatura, consequencia das tempestades tropicais que entremeavam nossas atividades durante todos os dias em que estivemos na Amazônia.

Vou perguntar ao Rodrigo Baleia qual é o "pulo do gato" para proteger o equipamento da umidade...

IMAGENS: Todas as imagens foram captadas utilizando-se uma Canon EOS-1D Mk II e conjuntos de lentes da mesma marca. © 2010 João Paulo Lucena.

NOTA DO BLOG II: Todas as imagens fazem parte do acervo do fotógrafo João Paulo Lucena! Caso utilizem alguma das imagens entre em contato com o fotógrafo e/ou cite os créditos!!

FONTE: www.terra-australis-br.blogspot.com

domingo, 21 de novembro de 2010

VEM AÍ MAIS UM CURSO BÁSICO DE ORIENTAÇÃO E ESCALADA EM ÁRVORES (DEZEMBRO DE 2010)



ESCALADA EM ÁRVORE E ORIENTAÇÃO
MINISTRANTES: Biólogos Doutores Alexandre Coletto da Silva e Edivane Cardoso Silva
DATA: 11 e 12 de dezembro de 2010
HORÁRIO: 08:00 às 17:00h
LOCAL: CENTRO DE ESTUDOS TERRA BRAZILIS/CETB
PROGRAMA RESUMIDO:
- Utilização adequada de GPS, bússolas e leitura de cartas geográficas para trabalhos de campo;
- Técnicas de ascensão vertical ao dossel (escalada em árvores) para uso na pesquisa, coleta de dados e/ou prestação de serviços ambientais.

VALOR: R$ 130,00 (até 05/12/10) Incluso: Certificado e almoço* (*bebidas a parte).
Nº DE VAGAS: 40

OBSERVAÇÕES:

DADOS PARA INSCRIÇÃO: Nome completo (como deve ser colocado no certificado), Endereço, Telefone fixo, Celular,
Email, Instituição de origem (Faculdade ou Empresa), Curso e Período.
FORMA DE PAGAMENTO:
Depósito bancário:
Caixa Econômica Federal
Favorecido: Neiva Beatriz Antunes
Agência: 0161 Conta: 342923-5 (Operação: 013 conta poupança)

Se precisar reserve sua vaga no alojamento e também as refeições extras conforme valores abaixo:
ALOJAMENTO: R$ 30,00 por pernoite (sem café da manhã, trazer roupa de cama, cobertor, toalha, travesseiro e objetos
de uso pessoal).
CAMPING: R$ 15,00 por pernoite (sem café da manhã). Área gramada com energia elétrica e disponibilidade de banheiro
com chuveiro de água quente. Deverá trazer barraca, roupa de cama, cobertor, travesseiro, toalha e objetos de uso
pessoal.
REFEIÇÕES EXTRAS:: R$ 12,00 cada (café da manhã simples ou jantar)

MAIORES INFORMAÇÕES E CONTATOS:
CETB - Centro de Estudos Terra Brazilis (34) 9672 0221
ENDEREÇO: BR 497 Rodovia Uberlândia/Prata km 16 Condomínio Silverado Chácara 6 Fone: (34) 9672 0221
EMAIL: cetbio@terra.com.br; BLOG: www.ceterrabrazilis.blogspot.com
www.twitter.com/cetbio; www.fotolog.com/ceterrabrazilis
ORKUT: comunicacaocetb@gmail.com

Não perca tempo, inscreva-se e garanta sua vaga!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

NOVO CURSO REALIZADO EM UBERLÂNDIA NO FIM DE SEMANA PASSADO - 13 e 14/11/2010

Olá amigos, seguidores ou visitantes do meu blog! É com imenso prazer que registro nesta postagem mais um curso de Técnicas de Ascensão Vertical ao Dossel (Escalada em Árvores) realizado em Uberlândia nos dias 13 e 14 de novembro. O curso, ocorrido no Centro de Estudos Terra Brazilis, foi um sucesso total e dessa vez o aluno foi o administrador de empresas Carlos Gabriel Eggert Boehs. O Carlos reside em Curitiba - PR, é funcionário da COPEL (Companhia Paranaense de Energia) e veio especialmente para fazer o curso comigo. O interessante é que mesmo não sendo biólogo, pesquisador ou qualquer outro profissional ligado a área ambiental, o Carlos desde pequeno se interessa pelo assunto e ele me relatou que sua família se preocupa bastante com a questão do reflorestamento, produção de mudas, etc. Isso o estimulou a procurar o curso e espero que esse conhecimento, aplicado a coleta de sementes, se traduza em muitas mudas de árvores plantadas num futuro não muito distante. Foi bem interessante esse curso porque algumas "situações problema" foram simuladas e acabamos criando novas respostas técnicas para resolver essas situações. É muito bom ensinar as técnicas que já estou acostumado, mas descobrir coisas novas junto com os alunos é melhor ainda!!! Creio que o Carlos Gabriel saiu de Uberlândia com a sensação de que a escalada de árvores é uma atividade fantástica mas que é necessário muito treinamento. Obrigado Carlos pela confiança e escolha do nosso curso, espero que possa utilizar o que aprendeu e que seja um divulgador desta atividade na sua região! Nossas portas estarão sempre abertas para recebê-lo futuramente. Fiquem agora com alguns momentos do curso do Carlos:











Se você gostou da experiência que o Carlos passou em Uberlândia, faça contato e agende um curso também! Ofereço o curso básico de escalada em árvores durante todo o ano, preferencialmente aos finais de semana. Além desses cursos também oferecemos outros não convencionais para estudantes, professores e profissionais da área ambiental! Confira outras opções em http://ceterrabrazilis.blogspot.com/. Grande abraço a todos e boas escaladas!!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Lessons From the Tree Tops

Nov 3rd, 2010 by Plant Talk

There are many ways to get to the top: you can work long hours, ignore your family, sacrifice, lose sleep, and take classes. But few classes can guarantee as swift a path to the top as the Garden’s Recreational Tree Climbing Workshop. In this amazing class, along with the popular elective Chainsaws – Safety and Maintenance, students learn valuable skills all while getting the best view of the Garden possible.

The Tree Climbing Workshop returns to the Garden this Saturday and Sunday. The Chainsaw class will be offered Saturday, November 13. The classes will be taught by instructor David Fedczuk.

In the meantime, check out this interview with tree climbing expert and longtime instructor of the Garden’s tree climbing courses, A. Wayne Cahilly, manager of The New York Botanical Garden’s Lionel Goldfrank III Institutional Mapping Department. To see a tree climbing student in action, check out this video from Travel + Leisure where portions of this interview were originally published.



1. What’s the history of Tree Climbing at the Botanical Garden?

The New York Botanical Garden currently offers two courses a year on tree climbing: a Recreational Tree Climbing Workshop and Introductory Tree Climbing, a required Horticulture Certificate for students focusing on arboriculture (the study of trees).

The Botanical Garden has been offering a public tree-climbing course since about 1985 as part of the Garden’s Adult Education Program. I took over the course in 1987 and re-constructed it from a recreational course to one with a professional focus covering all aspects of climbing techniques and equipment used in professional tree care. It remained open to the public and I found that over time about half of my students were in or entering the field of arboriculture, and the other half were there for the fun of climbing trees. I stopped teaching the course in 2005, and it returned to the strictly recreational course it is now.

2. What are your tips for successful tree climbing?

Stay alert, stay focused, analyze the situation, apply the safety rules, and then execute the task.

In 18 years of teaching, I never lost a student, had a student injury, or had a student fall; that is a testament to what I taught each and every class.

3. What specific types of trees do you climb?

During my tenure as instructor, I used a variety of trees based on their architecture and climbing difficulty. In the beginning of the course I would select trees with many limbs but that were large and wide spreading so that I could put several students on each tree and keep close contact with them. As the techniques being taught changed each week and the students’ confidence increased, I would select trees that fit the teaching and the skill of the students. Classes in setting ropes would use trees with many crotches; trees used for foot-locking would have limbs that originated well out from the base of the tree so that the student could not use the trunk; classes in limb-walking would return to the large London Plane tree used in the first class which has enormous, wide-spreading limbs and room for seven or eight students at one time.

4. What specific things can you see in the treetops?

- Sights: From the top of the large London Plane tree on the Garden grounds, you can see the George Washington Bridge, Throgs Neck Bridge and Triboro Bridge.

- People: Typically, you see people who do not see you, since most people do not look up very often.

- Animals: Sometimes, startled squirrels; I have also encountered raccoons (which is something you do not want to do), a pair of sleeping flying squirrels (which was too cute), birds nests, and bees nests (another “don’t want to do that very often” event).

When climbing with students I would climb the trees in the morning before class and conduct an inspection, so that my students at the Garden did not encounter animals or bad situations.

6. Any interesting anecdotes to share?

I have taught an interesting array of students in the course of teaching Tree Climbing at The New York Botanical Garden from doctors to a steel worker who had no fear of heights and an amazing sense of balance. Others include:

- A New York State Tree-climbing Champion

- The members of the local fire house who thought it would be a valuable skill to have

- A journalist who had an assignment to write an article on learning to climb trees as an adult, and who after an afternoon of climbing began the process of changing careers and now runs a tree company and teaches at the Garden

- One of The Garden’s current arborists (when he was a New York City Police Officer)

- A New York City weatherman who did his report one day from the top of a tree (along with me and his climbing cameraman)

- The commissioner of the environment for the British Virgin Islands

- A guy who went on to get his masters degree in field ecology and manages a tree company in New Hampshire

I worked on cabling a tree one day for four hours while being watched the entire time by a mother raccoon and four little babies that were living in a hole in the center of the tree below me. Considering the reputation of raccoons and their dislike for tree climbers, it was a bit nerve-wracking, but the babies were cute as a button with shiny eyes and twitchy noses and made lots of “churring” noises as though discussing this strange bird that had landed in their tree.

FONTE: The New York Botanical Garden (http://www.nybg.org)

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

CURSO MANEJO DE FLORA DO CERRADO: MÉTODOS DE AMOSTRAGEM

DATA: sábado e domingo (dias 06 e 07/11/10) das 8 as 17h.
PROGRAMA: Aspectos ambientais; Biodiversidade do Cerrado: Flora e fauna; Métodos de Inventário da Biodiversidade de Espécies Arbóreas no Cerrado.

ATIVIDADES PRÁTICAS:
Interações flora×fauna; Caracterização morfológica, interações ecológicas e adaptações das plantas; Amostragem: Método da parcela de área permanente, Método da parcela simples, Método do transecto ou da linha, Método do ponto central; Coleta e herborização de material botânico. Essas técnicas são aplicadas em levantamento florístico para EIA/RIMA, para outros laudos ambientais e pesquisas
científicas.
Valor do curso R$ 130,00. Incluso: Certificado e almoço nos 2 dias (bebidas não inclusas).
Se vc ainda não está participando do sorteio estão aí as informações.
Retweet a mensagem de divulgação no Twitter e envie um email para cetbio@terra.com.br até dia 04/11 com a frase: “Quero participar do sorteio para o Curso de Manejo de Flora” e concorra! E ainda há uma segunda chance de ter gratuidade: Inscreva 5 colegas seus enviando os dados completos e os comprovantes de depósito para cetbio@terra.com.br até dia 04/11 e ganhe a sua inscrição gratuitamente. ATENÇÃO:
Apenas o primeiro que enviar os dados para inscrição e os comprovantes de depósito de 6 alunos terá gratuidade, os demais deverão fazer o depósito para pagamento. Gostaria que repassasse essas informações para seus contatos de email.
DADOS PARA INSCRIÇÃO: Nome completo (como deve ser colocado no certificado), Endereço, Telefone fixo, Celular, Email, Instituição de origem (Faculdade ou Empresa), Curso e Período.

PAGAMENTO POR DEPÓSITO
Dados para depósito:
Caixa Econômica Federal
Favorecido: Neiva Beatriz Antunes
Agência: 0161 Conta: 342923-5 (Operação: 013 conta poupança)
Se precisar reserve sua vaga no alojamento e refeições extras. Os valores estão abaixo:

ALOJAMENTO: R$ 30,00 por pernoite (sem café da manhã, trazer roupa de cama, cobertor,
toalha, travesseiro e objetos de uso pessoal).
CAMPING: R$ 15,00 por pernoite (sem café da manhã). Área gramada com energia elétrica e disponibilidade de banheiro com chuveiro de água quente. Deverá trazer barraca, roupa de cama, cobertor, travesseiro, toalha e objetos de uso pessoal.
REFEIÇÕES: R$ 12,00 cada (café da manhã simples ou jantar).

Não perca tempo!!!

MAIORES INFORMAÇÕES: http://ceterrabrazilis.blogspot.com/

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Mais de 70% do desmatamento amazônico vira lixo

BRUNO MOLINERO COLABORAÇÃO PARA FOLHA


Nada de móveis, portas ou cabos de vassoura. De cada dez árvores derrubadas na região amazônica, sete vão para a lata do lixo. De acordo com estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), a maior parte da madeira é simplesmente descartada como resíduo.

O principal problema é o processamento dessa madeira. Feito praticamente de forma artesanal e com baixa tecnologia, apenas 30% das toras é aproveitado. Essa fatia representa a parte mais nobre da árvore.

Sociedades científicas dizem que novo Código Florestal é "imediatista"
Emissões brasileiras de gases estufa aumentaram cerca de 60% entre 1990 e 2005
Na Amazônia, floresta alugada começa a dar madeira

O resto, na forma de serragem e de sobras, é descartado. Segundo Niro Higuchi, coordenador da pesquisa do INPA, é fundamental melhorar o rendimento da floresta. Não basta apenas estancar o desmatamento, por exemplo.

O pesquisador ainda aponta outro motivo para o baixo aproveitamento da madeira: ela é muito barata no mercado local. "É possível comprar um hectare de floresta por R$40", disse à Folha.

De acordo com a Associação das Indústrias Exportadoras de Madeiras do Estado do Pará (AIMEX), não é bem assim. O preço médio de uma árvore varia entre R$90 e R$360, dependendo da espécie.

"A madeira aqui na Amazônia é realmente barata. Mas não é só isso. Ela é explorada de maneira desorganizada", alerta Rosana Costa, engenheira agrônoma do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM).

A desorganização dessa exploração não é um problema exclusivo das grandes cidades, que transforma árvore em lixo urbano. Ela afeta também comunidades ribeirinhas - afinal, alguns núcleos incrustados na floresta sobrevivem do processamento de madeira.

Nessas comunidades, todo resíduo é despejado nos rios. "Na água, a serragem pode fermentar e soltar os produtos químicos que foram passados no tronco. Isso causa a morte do rio, como aconteceu no rio Trairão", alerta Rosana.

O objetivo do INPA é reverter, em cinco anos, essa porcentagem, passando a aproveitar 70% da madeira derrubada. O aumento da produtividade acontece em duas etapas.

Na primeira, aperfeiçoa-se a técnica e a tecnologia da indústria madeireira, como o modo de cortar e as lâminas utilizadas.

Em seguida, é a vez dos resíduos. A serragem gera energia em termelétricas. E as sobras, finalmente, podem virar móveis, portas ou cabos de vassoura.

Para Niro, os resultados em laboratório foram animadores. Com isso, já foi firmado convênio com uma madeireira de Itacoatiara (região metropolitana de Manaus) e a aplicação do projeto deve começar até o fim do mês.

FONTE: http://www.folha.uol.com.br/

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

EMBRAPA FLORESTAS REALIZA: “CURSO DE LEGISLAÇÃO, COLETA E MANEJO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORESTAIS”

Estão abertas as inscrições para o “Curso de legislação, coleta e manejo de sementes de espécies florestais” que acontece em Curitiba/PR de 23 a 25 de novembro/2010.
Promovido pela Embrapa Florestas (Colombo/PR) e Funpar, o evento é voltado a engenheiros agrônomos e florestais, biólogos, técnicos, produtores de sementes, viveiristas e estudantes de pós-graduação e graduação. O curso tem carga horária de 24 horas e foram disponibilizadas 40 vagas. O objetivo é capacitar os participantes em legislação, coleta e manejo de sementes de espécies florestais. Durante os três dias de curso, acontecem palestras e práticas de laboratório e campo, inclusive com escaladas em árvores para coleta de sementes. [katia@cnpf.embrapa.br]
Serviço:
- Data: 23 a 25/11/2010
- Horário: 8h30 às 17h30
- Local:
parte teórica: Victoria Villa Hotel, Av. 7 de Setembro, 2448 - Centro – Curitiba/PR
parte prática: Embrapa Florestas - Colombo/PR

INVESTIMENTO

Profissionais - R$ 700,00
Estudantes (graduação e pós-graduação) - R$ 500,00


ATENÇÃO

* os valores apresentados acima não incluem as despesas de alimentação nem hospedagem dos participantes durante o Curso.

* As inscrições serão efetivadas mediante o preenchimento da Ficha de Inscrição, o pagamento via depósito bancário, e envio ao fax / e-mail especificado.

* Informamos que organização do evento oferecerá transporte (ida e volta) no terceiro dia a partir do Hotel em Curitiba até a Embrapa Florestas conforme a programação do Curso.

* Os participantes receberão certificado desde que tenham 85% de presença.

**** O valor da inscrição não será devolvido ao participante caso o mesmo não compareça ou cancele sua participação.


- Mais informações, programação e orientações para inscrições:
www.cnpf.embrapa.br / link Eventos
Claudia Garbuio - (41) 3675-5633 / email: claudia@cnpf.embrapa.br
Rafaele Pereira – (41) 3675-5634 / e-mail: rafaele@cnpf.embrapa.br

NOTA DO BLOG: Este blog está a serviço do desenvolvimento e divulgação da escalada de árvores no Brasil independente de qual grupo de instrutores trabalha com essa atividade. O objetivo principal é divulgar quem trabalha com essa atividade e promover assim o intercâmbio e a troca de experiências que além de muito saudável poderá contribuir para o aprimoramento das diferentes técnicas. Ao mesmo tempo que faço a divulgação desse evento coloco-me a disposição para futuras parcerias com a EMBRAPA, se assim desejarem. Parabéns pela iniciativa e desejo pleno sucesso e aproveitamento do curso aos participantes, coordenadores e instrutores!! Boas escaladas! SELVA!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Professional tree climbers test their skills

Arboricultural Association
In what is an exciting first for The Rhododendron Festival, the New Zealand Arboricultural Association (NZAA) will be on show in an exhibition of competitive tree climbing. As a sneak-peek to the main event, the tree climbers will be practising their routine on the Octagon trees at 12.30pm this Wednesday October 20.
“Our tree climbers are incredibly competitive and at the top of the world game - regularly placing highly at international events and boasting two women’s world champions (as well as the women’s world record holder),” says Jerry Lynch, Otago Polytechnic Arboriculture Lecturer and NZAA Executive Member.
This is a great opportunity to witness the nimble athleticism of these competitors and get a taste for the quirky sport that is gathering popularity all over the world. The climbers make quite a spectacle, so be sure to bring your camera along for a fantastic photo opportunity.
The NZAA Tree Climbing Competition Exhibition will be held this Saturday October 23, from 8.30am-4.30pm, at the Otago Museum reserve. Free of charge, the event is perfect for the whole family, with activities also on offer for children. The event is to promote the skills, the competition, and to raise the profile of Arboriculture as a profession.
Tree Climbing Competition Background:
Tree climbing competitions began in the mid 1970s, in the USA, and simulated actual work scenarios for arborists. Initially, contestants competed as a team in four events; The Work Climb, Aerial Rescue, Rope Throw, and the13 Metre Footlock, or Body Thrust Speed Climb. The scores for each event were tallied and highest score produced a winner.

After concerns for safety and insurance issues temporarily discontinued the Footlock event from competitions, the event was redeveloped in 1989 and reintroduced. Eventually, as the variety of rope techniques grew, the competition was ‘internationalised’ during the 1990’s, which allowed climbers from all corners of the world to compete together. Climbers now compete in five events – the Work Climb, the Aerial Rescue, the Throwline, the Belayed Speed Climb, and the Secured Footlock.

FONTE: http://www.nznewsuk.co.uk

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Taking Tree-Hugging to New Heights

I am dangling 100 feet in the air. The only thing that keeps me from plummeting to the forest floor is a braided nylon rope as wide around as my finger. It is anchored to the top of a 500-year-old, 250-foot Douglas fir, a tree that travelers can scale and spend the night in swinging from a hammock.
The tree—one of the tallest in the country—is nicknamed Fuzzy for the moss and lichen that beard its branches. Each battered plate of bark is the size of a dinosaur's scale, some of them scorched from a long-ago fire. The tree has lived and twisted upward since before Columbus spied our eastern shores with his telescope. The tree rules the forest, the tallest in this river valley, and to climb its branches is to feel like a child perched on his grandfather's shoulders, at once delighted and a little fearful.
Out on a Limb: Relaxing up in the branches at this Oregon getaway

Instructor Rob Miron hangs tight.

Who climbs trees, my friends and family wonder, besides primates and 12-year-old boys? Plenty of people. These past few years, tree-climbing—which borrows its techniques and equipment from caving and rock-climbing—has become a vacation destination due to some strange combination of childish nostalgia, eco-awareness and an appreciation of the spider-like thrill of swinging from ropes.
Located an hour's drive from Eugene, Ore., deep in the Fall Creek wilderness area, the Pacific Tree Climbing Institute is the only outfitter in the country that legally climbs with Forest Service permits. The institute is run by Rob Miron and Jason Suppa, both of whom spend most of their lives up in the air, leading tree climbs and working as arborists.
We hike our way to the tree. High above, branches intersect to form a shifting ceiling that makes the forest floor busy with shadows. Ferns feather the ground. Moss clings to everything—stones, logs, branches—in varying shades of green. The air is heavy with the smell of earth. Standing at the base of our tree, among our gear, I peer upward at the dizzying height.
The helmet looks like a halved ping pong ball and I tighten my harness and step into my stirrups. I attach my ascender clips—big metal grips shaped like a smile—one at eye level, the other aligned with my knees. The first 15 feet are the most trying, as I clumsily spin, as my body readjusts and finds a new sense of balance. The ascender clips slide up and then lock in place, anchoring me to the rope as I pull and push, crunching and extending my body, inchworming through the open air, the lowest branches 150 feet above the ground.

Adventurers slide toward their hammocks.

The wind picks up and the forest seems to breathe all around me. We are quiet, lost in the rhythm of the climb. For the first 30 minutes, there are no branches, so I sprint upward in bursts, and then rest in my harness, panting and spinning in the open air. When I move into the branches, they cluster thickly around me, and I dodge through them, knocking into them, snaking an arm around them for leverage.
It takes an hour and a half to summit the tree. I loop an arm around the trunk and imagine myself as an eagle in a roost. I linger there and watch the sun set behind a distant hill, silhouetting the forest.
Six hammocks hang between branches, one for each of us, staggered around the tree at varying heights for privacy. They are anchored to the tree by ropes from each of their four corners. I descend a hundred feet, darting through the branches, to my hammock. It looks like a green pupa, made of canvas and walled in to keep me from rolling out. I throw my sleeping bag in, tap my descender clip and sink in slowly.
When I lie in the hammock, it hugs my body into the shape of a U. Before the climb we ate pasta and salad, but now we're hungry again and Jason withdraws from his pack a homemade marionberry pie and we pass it from hammock to hammock and fork sweet, red bites into our mouths.
Night falls and the bard owls and mountain chickadees and nuthatches busily call out to each other, and then go silent, their noise replaced by the distant rush of Fall Creek and our voices as we bid each other good night. I hang a Nalgene bottle from a nearby branch, in case nature calls, and then I settle back, still in my harness, as the tree sways, rocking me to peace.


FONTE: Wall Street Journal

domingo, 10 de outubro de 2010

Sucesso total no minicurso "Técnicas de escalada e rapel na pesquisa científica"

É com grande satisfação que estou postando o resultado de 2 dias (16 horas) de minicurso da XXII Semana Científica de Estudos Biológicos (SCEB). Conforme havia imaginado o instrutor do curso (Christiano Peres Coelho) utiliza uma técnica diferente de ascensão ao dossel daquelas que utilizo em meus cursos. Valeu muito a pena essa interação e troca de informações. Acredito que em breve, muito em breve, teremos novidades muito interessantes para os adeptos da escalada de árvores. Gostaria de agradecer ao pessoal da comissão de organização da XXII SCEB por oferecer a oportunidade da minha inscrição. É sabido o quanto é trabalhoso organizar uma atividade como essa, mas tudo correu de forma eficiente e o resultado foi um curso de extrema qualidade. Por isso gostaria de ressaltar o empenho dessa moçada, sem o qual o evento não teria ocorrido com o sucesso observado. Gostaria de agradecer também ao Christiano Peres Coelho que deixou de ser um amigo virtual e que provavelmente se tornará um grande parceiro de cursos. Obrigado Christiano pelos ensinamentos, especialmente nas técnicas de ancoragem e equalização para estudos de cachoeiras. Fiquei feliz porque mesmo que tenhamos sido cria de instrutores e escolas de treinamento diferentes, compartilhamos de estilos muito parecidos na condução dos cursos. Conforme havia falado no fechamento do minicurso, espero que este evento signifique uma semente para que possamos formar escaladores de árvores que possam atuar nos diferentes seguimentos que essa atividade proporciona(prestação de serviços ambientais, pesquisa, educação ambiental, etc). Por fim gostaria de testemunhar a beleza da Cachoeira do Britador e de sua flora e fauna associada. Infelizmente apesar de seus atributos naturais esta cachoeira é mais uma vítima da falta de educação de pessoas que utilizam o local para seu lazer aos finais de semana e depositam vários resíduos sólidos por todo lado (garrafas pet, garrafas de vidro, latinhas de cerveja). A turma do minicurso fez sua parte coletando alguns desses resíduos que foram descartados na cidade. Foi muito pouco em relação a grande quantidade de resíduos que ainda existe no local. Então a sugestão que damos aos freqüentadores do local é que deixem por lá apenas pegadas, tirem de lá apenas fotografias e levem de lá boas recordações, a natureza certamente irá agradecer imensamente. Para o proprietário das terras da cachoeira em questão, que cobra pela entrada do pessoal durante os finais de semana, nossa sugestão é que coloque cestos de lixo e placas de “EDUCAÇÃO AMBIENTAL”, o que fará muita diferença!!! Então é isso pessoal, fiquem com as imagens do minicurso:

Primeiro dia de curso (manhã) - parte teórica no laboratório com apresentação de slides, explicações dos diferentes equipamentos utilizados em escalada e demonstração de diferentes tipos de nós e suas aplicações.

Primeiro dia de curso (tarde) - alunos e instrutor no Parque do Sabiá em Uberlândia.

Primeiro dia de curso (tarde) - parte prática de escalada em árvore.

Primeiro dia de curso (tarde) - Aluno Bruno realizando a segurança da escalada dos outros alunos por meio de nó dinâmico em uma corda extra ancorada por fita tubular em outra árvore, próxima aquela escolhida para escalada.


Primeiro dia de curso - demonstração de ancoragem na árvore com fita tubular.

Segundo dia de curso (manhã/tarde) - parte prática de descensão em cachoeira com aluna Aline Carneiro Veloso.

Segundo dia de curso (manhã/tarde) - proteção da corda com mangueira de bombeiro e preparação da aluna Ariadne de Almeida Branco Oliveira para descida em corda dupla com sistema equalizado.


OBSERVAÇÃO: É necessário destacar a autorização para realização de parte do minicurso no Parque do Sabiá por parte da Administração do Zoológico (Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Uberlândia) e também por parte da Fundação Uberlandense de Turismo, Esporte e Lazer (FUTEL). Esperamos continuar com essa abertura e apoio em atividades futuras que só vem confirmar o empenho, o comprometimento e a responsabilidade da administração municipal no uso adequado dos espaços públicos. Isso certamente está em sintonia com o movimento "Cidades Saudáveis" proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

CURIOSIDADE 1: Não poderia deixar de mencionar um fato interessante. Convidei o Christiano para fazer a via contrária, ou seja, escalarmos o paredão da cachoeira com o uso das técnicas de escalada em árvores. Ele utilizou a sua técnica (1 bloqueador de punho com estribo simples + grigri) e eu utilizei uma das técnicas que ensino durante meus cursos (1 par de bloqueadores de punho + 1 estribo duplo). Compartilhamos da mesma dificuldade de ascensão devido ao excesso de lodo presente na rocha o que exigiu muita força e nos obrigou a parar próximo a metade da altura total da cachoeira. Infelizmente as atividades não puderam ser fotografadas na base da cachoeira, porque havia muita umidade no local provocada pelo spray que se forma durante a queda d'água na cachoeira. Independente disso, acho interessante mencionar essa possibilidade para aqueles que pretendem desenvolver atividades de coleta científica em ambientes assim.

CURIOSIDADE 2: O Córrego Lajeado é o curso d'água que forma a cachoeira do Britador. Trata-se de uma das centenas de cachoeiras presentes na região do Triângulo Mineiro. Para ter acesso a esta cachoeira é necessário seguir pela BR 365, no sentido Uberlândia-Patrocínio. Após atravessar a ponte sobre o córrego Lageado basta pegar uma pequena estrada de terra à direita e seguir sempre a direita. A proximidade desta cachoeira a um britador, justifica o nome dado a mesma.

PESSOAL FIQUEM COM DEUS, BOAS ESCALADAS, CUIDADO COM O EQUIPAMENTO E COM AS ANCORAGENS E BOAS ESCALADAS!!!! SELVA, SEMPRE!!!!!!!!!!

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Minicurso "Técnicas de escalada e rapel na pesquisa científica" na Universidade Federal de Uberlândia

A XXII Semana Científica de Estudos Biológicos está sendo realizada pela coordenação do Curso de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Uberlândia, em parceira com alunos da graduação e grupos como o Diretório Acadêmico Charles Darwin, Associação Atlética da Biologia, PET/Biologia - Programa de Educação Tutorial e Empresa Júnior (MinasBio). O evento conta com 12 minicursos dentro da sua programação. Um desses minicursos é o de "Técnicas de escalada e rapel na pesquisa científica", que será ministrado pelo doutorando Christiano Peres Coelho. A ementa do curso é composta dos seguintes tópicos:
- Noções básicas para pesquisa em locais de difícil acesso;
- Noções básicas dos equipamentos e materiais para escalada e rapel;
- técnicas de segurança e resgate;
- Técnicas de escalada e rapel na pesquisa Científica, ascensão e deslocamento em copas de árvores e descida em cachoeiras e paredões para coleta e observação de animais e vegetais.
Horário e data: 07/10 - 08h às 12h, 13h30 às 17h30; 08/10 - 08h às 12h
Locais: Parque do Sabiá (Arborismo) e Cachoeira de Indianópolis
O número de vagas oferecidas foi 9 e já não há mais oportunidade de inscrições.

COMENTÁRIO DO BLOG: Trata-se de mais uma oportunidade de contato com as técnicas de escalada de árvore na região do Triângulo Mineiro. Estarei fazendo o curso como aluno pois fiquei muito curioso em apreender a parte de rocha e também verificar a possibilidade de conhecer técnicas ou experiências diferentes de "tree climb". Além disso estarei documentando o minicurso para depois postar as fotos aqui no blog. É muito provável que surja parcerias futuras com o Christiano para intensificarmos os cursos de escalada na região. Quanto mais profissionais atuando na área melhor!! Quem ganha é a pesquisa e a atividade de "Tree Climb" em Minas Gerais e no Brasil!! Espero que a partir desse minicurso, possamos organizar grupos aqui na cidade para prática, troca de experiências e quem sabe até produção de artigos científicos na área.

Boa semana, boas escaladas


Alexandre Coletto da Silva

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Tree Climbing in Japan

By Katie Vyn, eHow Contributor
updated: September 27, 2010



Tree climbing in Japan is not only a fun activity but is used for research, recreation and rehabilitation. Created to assist physically challenged people conquer depression and pain and increase mobility, Tree Climbing Japan uses special techniques and equipment to make dreams come true.
History
1. Tree Climbing Japan was founded in 1997 by John Gathright when a severely disabled 57-year-old woman, Hikosaka Toshiko, wanted to climb the tallest tree in the world. With the help of John Gathright and many others Hikosaka climbed the Stagg Tree in California and slept that night in the tree, 262 feet above ground.
Location
2. With offices located in Saitama and Seto, Japan, Tree Climbing Japan is a nationwide organization that has inspired people all over the world to climb trees, no matter their physical limitations.
Tree Climbing Equipment
3. John Gathright's company develops tree-climbing gear to meet the needs of disabled and challenged tree climbers, collaborating with companies like Arbor Quest Limited and New Tribe who made the torso unit to help paraplegics climb trees.


Read more: Tree Climbing in Japan | eHow.co.uk http://www.ehow.co.uk/facts_7245668_tree-climbing-japan.html#ixzz10lw7m12v

FONTE: http://www.ehow.co.uk

terça-feira, 21 de setembro de 2010

MINI CURSO SOBRE ESCALADA DE ÁRVORES CANCELADO

Infelizmente o mini curso sobre escalada de árvores na PUC previsto para o período de 27 de setembro a 1º de outubro de 2010 na XXIV Jornada de Biologia na PUC Minas foi cancelado devido a um número inferior ao estabelecido de inscrições. Como anunciei aqui estava super animado para levar este tema à Belo Horizonte mas não faltará oportunidade. Minha preocupação maior é poder divulgar este assunto para o maior número possível de estudantes, técnicos e prestadores de serviços ambientais. Espero que possamos futuramente oferecer este mini curso na PUC Minas e me coloco a disposição não só da PUC (especialmente da comissão organizadora da XXIV Jornada de Biologia) como qualquer outra Instituição de ensino e/ou pesquisa que se interesse em ter acesso a este assunto. Um grande abraço a todos e uma excelente Jornada para o pessoal da PUC-Minas.


Grande abraço e boas escaladas!!!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

POMAR RIO UBERABINHA

Estamos implantando, nas margens do Rio Uberabinha, um dos maiores pomares públicos do Brasil. Uberlândia foi privilegiada por ter um enorme rio atravessando seus bairros, trazendo água, beleza e muito verde. Um santuário que muito orgulha a cidade. Um dádiva da Natureza que não pode, e nem deve, passar desapercebida da população, mormente nestes momentos de aquecimento global e desertificação do planeta Terra. A idéia começou quando, andando por ali, perto da Ponte do Praia, vimos um homem e duas crianças, pegando frutas (mangas) no chão, para comerem. Conversando com eles sobre o porque de pegar frutas alí, o homem nos disse: “Tem dois dias que eu e meus filhos não comemos nada. Aí me lembro que aqui agente pode achar manga ou caju. E venho de longe para comer, com uma fome imensa”. Estas palavras mostram todo o drama de imensa quantidade de uberlandenses, sem ter do que se alimentar. E isto foi suficiente gatilho para nos encorajar a aproveitar aquelas margens do Rio Uberabinha, entre a Ponte do Praia e a Ponte do Vau (quase 3 quilometros) e plantar árvores frutíferas. Somente árvores frutíferas. Com o propósito de embelezar, reflorestar e saciar a fome de muitas e muitas pessoas, que, com certeza, irão encontrar ali o alimento que não podem comprar nos supermercados. E ao mesmo tempo o Pomar despertará em todos a importância de se envolver/cuidando do meio ambiente. Será um ótimo marco para fazer a pessoas ampliar a consciência na busca de soluções verdes/ecológicas, de notável repercussão para a preservação/cuidado com nossas águas e árvores. Já plantamos mais de 800 mudas de árvores frutíferas, incluindo mangueiras, cajus, acerolas, ameixas, pitangas, amoras, abacates, carambolas, laranjas, limão, ameixas, jambos, siriguelas, cajamangas, alixias, etc... Tudo começou numa data bem simbólica: 22 de Abril. Comemoração do Descobrimento do Brasil. 22 de Abril de 2004. E as árvores lá estão, crescendo, sendo bem cuidadas, adubadas, etc... Ás vezes, algum vândalo derruba e/ou rouba uma ou outra árvore. Nada que não possa ser contornado. Queremos que a coisa se desenvolva com a participação de imensos contingentes da população, para que todos se sintam co-responsáveis pelo Pomar, na certeza de que união faz força, ajuda a comunidade e traz cidadania. Se você gosta do verde, do meio ambiente, de águas, de árvores, de oxigênio, de sua própria saúde, junte-se a nós. Imediatamente. Já.Venha conhecer o Pomar, trazendo sua ajuda, sua presença, seu entusiasmo e a corrente ecológica ficará imensamente fortalecida. E seus filhos, netos, bisnetos saberão, um dia, que você amou o Rio, a Árvore, a Terra.

Renzo Sansoni


COMENTARIO DO BLOG: Este blog apoia qualquer idéia que se traduza no plantio de mais árvores no Planeta. Na véspera de comemorarmos o dia da árvore nada mais justo do que divulgar uma iniciativa local, na cidade de Uberlândia, que sirva de exemplo para outros lugares nesse país e também em outras partes do planeta. Parabéns aos idealizadores dessa iniciativa acima!!! A natureza agradece!!! À todos, boas escaladas, SELVA!!!!!!!!!!

domingo, 19 de setembro de 2010

Em Uberlândia Dia da árvore será comemorado com plantio de mudas às margens do Córrego Mogi

Em comemoração ao Dia da Árvore, 21 de setembro, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente em parceria com a Secretaria Municipal de Educação fará o plantio de mais de 200 mudas de espécies típicas do Cerrado na Área de Preservação Permanente (APP) do Córrego Mogi, no bairro Jardim Karaíba. A ação será realizada das 9h às 11h30, às margens do córrego, entre as Avenidas Tomaz Antônio Gonzaga, Antônio Francisco Lisboa e as alamedas Marília de Dirceu e Cláudio Manoel da Costa (confira o mapa).



A área faz parte dos projetos desenvolvidos pela Secretaria de Meio Ambiente para a recomposição da vegetação nativa e recuperação das áreas de cursos d’água. “Vamos concluir a revitalização deste trecho. Serão plantadas mudas de ipês rosa e amarelo, ingá, jacarandá mimoso, embaúba e amora, todas produzidas no Horto Municipal. Além de garantir o reflorestamento, as espécies frutíferas vão atrair animais”, disse a coordenadora da Diretoria de Desenvolvimento Ambiental, Sandra Borges Pereira.

Um grupo de 30 alunos do sétimo ano da Escola Municipal Professor Leôncio do Carmo Chaves do bairro Planalto farão o plantio das mudas. Para a diretora da escola, Consuelo Cortes dos Santos, o convite para participar das atividades veio em boa hora. “Sempre procuramos trabalhar essa mentalidade nos alunos. Temos projetos interdisciplinares de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente. As atividades do dia da árvore vão complementar o que já desenvolvemos na sala de aula”, contou.

De acordo com a secretária de Meio Ambiente, Raquel Mendes, além de proporcionar sombra, frutos e embelezar jardins, as árvores também cumprem um papel importante na preservação de córregos e nascentes. “As raízes das árvores ajudam a aerar o solo e permitem que a água da chuva seja absorvida com mais facilidade, isto evita erosão. Além disso, a copa da árvore serve de abrigo para os animais, preservando o ecossistema”, ressaltou.

Durante o evento também serão distribuídos 500 kits com sementes de Ipê Amarelo e material educativo. “Queremos que as pessoas plantem mais árvores, que fazem parte da vida da cidade, humanizam os espaços, dão sombra e melhoram o clima”, disse Raquel Mendes.

PMU distribui mudas o ano todo

O Horto Municipal disponibiliza durante todo o ano milhares de mudas de árvores para quem deseja fazer o plantio em calçadas. Os interessados devem procurar o Horto, que fica na Rua Benjamim Magalhães, s/n no bairro Tibery e apresentar um documento pessoal para receber a planta. Para cada dez metros de calçada, a pessoa tem direito a uma muda. Para o plantio em calçadas com fiação elétrica e de telefone, são disponibilizadas árvores de pequeno porte, como flamboyant mirim, ipê mirim, ibisco e callistemon.

Segundo Luiz Carlos Carvalho, assessor do Horto Municipal, o oiti é uma das mudas mais procuradas, por causa da sombra e do crescimento rápido que ocorre no prazo médio de quatro anos. “Também é uma árvore com pouca queda de folhas”, disse o assessor.

Dia da Árvore

Data: 21 de setembro (terça-feira)
Local: Margens do Córrego Mogi entre as avenidas Tomaz Antônio Gonzaga, Antônio Francisco Lisboa e as alamedas Marília de Dirceu e Cláudio Manoel da Costa
Horário: das 9h às 11h30

FONTE: http://www3.uberlandia.mg.gov.br/

Programme to popularise coconut tree climbing

By G.Srinivasan

TIRUVARUR: A demonstrative cum interactive session on the Tamil Nadu Agriculture University Coconut Tree Climbers (TNAU Coconut Tree Climbers) for nearly 30 agriculture extension officers, was arranged at Krishi Vigyan Kendra (KVK) at Needamangalam in the district recently. The aim of the session was to popularise coconut climbing among farmers who face problems of non-availability of professional coconut climbers.

In the session, coconut tree climbing was demonstrated using the TNAU coconut tree climber, designed and produced by the Univerity. The climber has two frames one upper and lower and is connected by a belt while the climber is on the tree.

According to Dr.T.Senguttuvan, Professor and Head of KVK, Needamangalam and Dr.M.Ramasubramanian, Subject Matter Specialist, Agriculture extension of the KVK, climbing up of coconut trees is a cumbersome process that can be performed only by professionals . A climber can climb only up 40 to 50 trees per day as the task consumes a lot of their energy. . In the delta region, farmers face problems such as non-availability of professional climbers and rate for climbing up a single tree ranges from Rs. 20 to Rs. 60 . “In such a situation, popularising TNAU coconut climbers may be of much use to coconut farmers. It will help small farmers as well as people who own 15 to 20 coconut trees in the backyard of their houses”, Mr.Senguttuvan said. The TNAU coconut tree climber helps the climbers to climb up easily.

Agriculture extension officers including Joint director, Deputy directors and assistant directors, who participated in the session, assured to popularise the device among farmers. “Farm mechanisation is inevitable in view of labour shortage. Government is also giving thrust to farm mechanisation. KVK, Needamangalam, has already popularised mechanisation in paddy and sugarcane,” Mr. Senguttuvan said.


learning the ropes: A demonstrator climbing up the coconut tree at the Tamil Nadu Agriculture University's Krishi Vigyan Kendra at Needamangalam in Tiruvarur.


FONTE: The Hindu - Online edition of India's National Newspaper
Sunday, Sep 19, 2010
http://hindu.com/

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

MINI CURSO SOBRE ESCALADA DE ÁRVORES NA XXIV JORNADA DE BIOLOGIA DA PUC MINAS

Entre os dias 27 de setembro e 1º de outubro de 2010 será realizada a XXIV Jornada de Biologia na PUC Minas, campus Coração Eucarístico. O tema este ano é "Biodiversidade: Visões e Futuro". O Informativo eletrônico do Conselho de Biologia da 4a Região destacou que: "O evento é um importante fórum de discussão, atualização e divulgação dos conhecimentos, especialmente àqueles que tangem as áreas das Ciências Biológicas, dando enfoque, assim, à atuação do Profissional Biólogo nos diversos níveis de Ensino, Pesquisa e Prestação de Serviços. A Jornada contará com cursos, palestras, mesas-redondas, apresentação de trabalhos, atividades culturais, mostras de fotografia e de ilustração científica." Dentre os mini cursos oferecidos pela Jornada está o Ascensão vertical em dossel: técnica de rapel aplicada que será ministrado por mim. Será uma excelente experiência poder falar de escalada de árvores na pesquisa e prestação de serviços ambientais para os alunos da PUC. Após o curso postarei aqui fotos obtidas durante o evento. Maiores informações podem ser obtidas no link: http://24jb.weebly.com.


Grande abraço e boas escaladas!!!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Em PORTUGAL Workshop escalada de árvores - Técnicas básicas de ascensão e auto-segurança

Este blog divulga qualquer iniciativa relacionada a escalada de árvores seja no Brasil ou no exterior. Hoje é a vez de Francisco Caetano, engenheiro florestal português e escalador de árvores em Ceira - Portugal - que estará oferecendo um workshop gratuito sobre essa atividade no próximo sábado (11 de setembro). Confira o recado original postado em seu blog:

A pedido de várias famílias vou realizar dia 11 um pequeno workshop sobre os princípios básicos da escalada de árvores, para formandos, ex-formandos e quem mais aparecer.
Este encontro será informal, e não é necessária inscrição... basta aparecer.
Vamos abordar temas como o equipamento, tipos de nós e amarrações, ancoragens, auto-segurança e modalidades de ascensão.
Este workshop tem como objectivo principal ser um primeiro contacto com a actividade, e levar a que cada participante avalie ele próprio se tem ou não aptidões para a realização da mesma, quer a nível lúdico ou eventualmente profissional.
Quem estiver interessado apareça no próximo Sábado (dia 11) nos portões da Quinta do Carmo em Ceira por volta das 9.00h com roupa confortável, vontade e disposição.
Conto que a actividade dure o dia todo e podem trazer farnel ou almoçar no restaurante que existe ali perto.
Para qualquer esclarecimento: silvicultura.blog@gmail.com ou 918432582

FONTE: http://silvi-cultura.blogspot.com

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Singapore Tree Climbing Championship

Written by SAS

CUGE will be hosting the Singapore Tree Climbing Championship (STCC) 2010 in conjunction with the Green Thumbs to be held at Carpark D, Pasir Ris Park. The Singapore Arboriculture Society (SAS) is glad to be playing an active role in the 2010 STCC. Our Society will be assisting in the setting-up of the tree climbing equipment and judging.
The SAS will also be participating in the tree climbing competition.

Details for the upcoming Singapore Tree Climbing Championship 2010:
1. 5 Preliminary events:
Work Climb, Aerial Rescue, Throwline, Belayed Speed Climb and Secured Footlock.
2. A Master's event.
Venue : Pasir Ris Park (Carpark D)
Date : 31 Aug 2010 to 2 Sep 2010 (Preliminaries)
& 4 Sep 2010 (Masters)
Time : 8am to 6pm (Tentative)

So come on down guys and give us your support!!!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

XIV Congresso Brasileiro de Arborização Urbana

A Sociedade Brasileira de Arborização – SBAU realizará entre os dias 28 de novembro a 03 de dezembro de 2010, o XIV Congresso Brasileiro de Arborização Urbana que nesta edição, será realizado na cidade de Bento Gonçalves (RS), no Centro de Convenções Fundaparque. O evento conta com mini-cursos, conferências, mesas-redondas e painéis. O envio de trabalhos poderá ser feito até o dia 04 de outubro de 2010. Mais informações: www.cbau2010.com.br .


FONTE: Assessoria de Comunicação CRBio-04

terça-feira, 24 de agosto de 2010

No Brasil, banco de germoplasma reduz perdas com hidrelétricas

Banco da Eletronorte guarda espécies que ocorrem no local alagado para a implantação do lago de Tucuruí
24 de agosto de 2010 | 19h 43

Karina Ninni - Especial para O Estado de S. Paulo

Sementes de espécies florestais da Amazônia também estão sendo protegidas em bancos. Um dos focos de atuação dos cientistas é preservar espécies ameaçadas pela construção de hidrelétricas. O Cenargen tem pesquisadores como Marcelo Brilhante, que atualmente coleta amostras na área onde será erguida a Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia. “Palmeiras, como açaí, bacaba e tucumã, são muito usadas pelas comunidades locais.”
Outro grande banco de germoplasma da região é o da Eletronorte, criado para compensar a inundação de 2.800 quilômetros quadrados provocada no Pará pela Hidrelétrica de Tucuruí, em 1984. “Além das câmaras frias para conservação, temos quatro áreas de preservação na mata”, diz Rubens Ghilardi Junior, consultor ambiental da empresa.

A criação do banco foi precedida de um inventário. Pesquisadores saíram a campo para coletar espécies. Em uma das 1.600 ilhas formadas no lago da usina, a empresa instalou a Ilha de Germoplasma: um berçário de sementes e material genético. “Temos 130 espécies plantadas lá.”

Para obter as sementes florestais é preciso colhê-las, de preferência nas copas das árvores, o que garante sua qualidade. Entre os métodos usados estão o rapel e a escalada com uso de esporas.

Coordenadora do Laboratório de Sementes Florestais da Embrapa, em Belém, Noemi Vianna afirma que a preservação de sementes nativas ganhou impulso com projetos de reflorestamento. “Tem muita gente acreditando no plantio comercial de nativas, algo que há 20 anos só grandes empresas faziam.”

Sementes florestais saudáveis


Saiba como os cientistas obtêm sementes florestais com qualidade para armazenar e reproduzir:

1. O primeiro passo dos pesquisadores para a obtenção de sementes florestais saudáveis é selecionar matrizes na mata

2. Depois se faz um estudo da fenologia reprodutiva da espécie (floração, frutificação e dispersão de sementes)

3. Os coletores sobem nos galhos das árvores e os chacoalham para derrubar as sementes sem cortar a matriz

4. Um transporte de qualidade ruim pode comprometer sementes. Devem ser usados isopores e embalagens próprias

5. A seguir vem o beneficiamento, que pode incluir da secagem à lavagem e a retirada da polpa que envolve a semente

6. No laboratório é feita a avaliação de qualidade. A semente pode ainda ser germinada em viveiro e gerar mais exemplares

7. Dependendo do tipo, a semente é guardada em câmara fria, úmida ou seca. Nem todas elas podem ser congeladas


Tópicos: Germoplasma, florestal, embrapa, eletronorte, hidrelétricas, Vida, Planeta

FONTE: http://www.estadao.com.br

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

CURSO "IDENTIFICAÇÃO DE ÁRVORES NATIVAS DO CERRADO"


A Oca Brasil e a Rede de Sementes do Cerrado promovem

Identificação de Árvores Nativas do Cerrado

Carga horária: 35 horas
Data: 12 a 17 de setembro 2010.
Local: Oca Brasil, Alto Paraíso de Goiás
Inscrições pelo e-mail: altoparaíso@ocabrasil.org (Oca Brasil)
Contatos Oca Brasil: (62) 3446-1166
Contatos Rede Sementes do Cerrado: (61) 3348-0423 / redecerrado@finatec.org.br
Vagas: 20
Investimento: R$ 700,00 hospedagem em camping e R$ 880,00 hospedagem em pousada
Inclui: curso completo com aulas teóricas e de campo, hospedagem com 3 refeições diárias.
PROGRAMAÇÃO
Dia 12/09
- Chegada e acomodação
- Apresentação do curso

Dia 13/09
- Trabalho de campo para coleta e secagem de material botânico
- Terminologia dendrológica

Dia 14/09 e 15/09 - Fichas dendrológicas

Dia 16/09
- Chaves dendrológicas

Dia 17/09
- Identificação das arvores no campo


Manoel Cláudio da Silva Júnior
- Graduado em Engenharia Florestal pela Universidade de Brasília (1981) e em Biologia pela Universidade de Brasília (1981), mestrado em Ciências Florestal pela Universidade Federal de Viçosa (1984) e doutorado em Ecologia Florestal pela Universidade de Edinburgo – Escócia (1995). Atualmente é professor titular da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Conservação de Áreas Silvestres, atuando principalmente nos seguintes temas: hot spot da biodiversidade mundial, conservação da natureza, árvores e florística e fitossociologia.

SUGESTÃO DE VÍDEO NO YOUTUBE

No vídeo "Tree Climbing for Scope Tv" (link: http://il.youtube.com/watch?v=GOqhfejz34M&feature=related) é possível verificar entre outras coisas o uso de um estilingue conhecido como "big shot", por dois escaladores, para a passagem da corda na copa das árvores. Vale a pena ver o vídeo por sua interessante dinâmica e por seu caracter didático e informativo! Aqui no cerrado brasileiro como as árvores são menores utilizamos estilingues de menor porte mas para florestas tropicais como a Amazônia é necessário utilizar dispositivos como este ou mesmo algumas bestas adaptadas com molinetes ou carretilhas de pesca. Na internet é comum encontrar sites de escaladas de árvores com alguns desses equipamentos inventados e comercializados por escaladores e que acabam facilitando muito a vida de quem trabalha ou se diverte na copa das árvores!!

Abraços e boas escaladas!!!

Alexandre Coletto da Silva

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

EM UBERLÂNDIA CURSO: RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS, NASCENTES, MATAS CILIARES E DE GALERIA

ATENÇÃO

Últimos dias para se inscrever no curso de RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS, NASCENTES, MATAS CILIARES E DE GALERIA a ser realizado nos dias 14 e 15 de agosto das 8 às 17h (sábado e domingo próximos) no CETB. Maiores informações visite o blog: http://ceterrabrazilis.blogspot.com.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

TÉCNICA DE ESCALADA DE ÁRVORES USADA POR ANTIGA TRIBO AUSTRALIANA

Encontrei na internet um site que fala sobre um povo aborígene australiano antigo que utilizava técnicas de escalada em árvores. Abaixo uma descrição em inglês da técnica e uma foto retirada do próprio site. Para quem tiver interesse de saber mais sobre a história do povo Ngadjonji vale a pena visitar o site http://earthsci.org!! Confira o texto e a fotografia abaixo:

"Lumholtz, describing the method of tree climbing used by the Ngadjonji:
....if he has to climb a high tree, he first goes into the scrub to fetch a piece of the Australian calamus, which he partly bites, partly breaks off; ....at the end of it he makes a knot, the other he leaves as it is. This implement, which is usually sixteen to eighteen feet long, is called a kamin ( gamin ). After wiping his hands in the grass so as to remove all moisture .. throws the kamin around the big tree-trunk, and tries to catch the other end in his right hand.....he winds this end a few times around the right arm and thus gets a secure hold. The right foot is planted against the tree, the arms are extended directly in front of him, the body is bent back, so that it is kept as far as possible away from the tree, and then the ascent begins. He keeps throwing the kamin up the tree, and at the same time he himself ascends about as easily as a sailor uses an accommodation ladder..... he takes his tomahawk in his mouth, and when he wants to use it removes the kamin from his right arm and winds it around his right thigh, whereupon with his free hand he cuts the next niche or two in the bark of the tree....no tree is too high or too smooth for the Australian native to climb, provided it's circumference is not too great.
Lumholtz (1889) p.98"


Tommy Wright in Malanda Jungle. c.1930 (Photo: Cairns Historical Society)

domingo, 1 de agosto de 2010

MATÉRIA NO GLOBO RURAL (TV GLOBO) DESTACA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS NO XINGU COM USO DE ESCALADA DE ÁRVORES PARA COLETA DE SEMENTES

Pessoal este domingo o Globo Rural nos brindou com uma maravilhosa matéria sobre recuperação de áreas degradadas no numa aldeia do Parque do Xingu. Parabéns a equipe de pesquisadores/profissionais do Instituto Socio Ambiental pela iniciativa. Parabéns sobretudo aos índios Ikpengues coletores de sementes pelo trabalho. Vale a pena conferir o vídeo sobre a matéria. Abaixo reproduzo o conteúdo obtido pelo portal da Globo com a chamada no Jornal Nacional. Veja também o link para o vídeo da chamada da matéria em: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/07/no-parque-do-xingu-areas-devastadas-sao-totalmente-recuperadas.html e a matéria propriamente dita em: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1310510-7823-INDIOS+E+FAZENDEIROS+TRABALHAM+NO+REFLORESTAMENTO+DE+AREAS+DESMATADAS+NO+MT,00.html


No Parque do Xingu, áreas devastadas são totalmente recuperadas
O desmatamento sem controle ao longo de décadas, hoje é um problema para os fazendeiros, que são pressionados pela Justiça para recuperar suas reservas.

Você vai ver neste domingo: o Globo Rural entra numa aldeia do Parque do Xingu para mostrar como quilômetros de áreas devastadas foram totalmente recuperadas.
Pastagens e lavouras de soja chegando até a beira do parque indígena do Xingu, sem respeitar rios, nascentes e áreas de preservação.

O desmatamento sem controle ao longo de décadas, hoje é um problema para os fazendeiros, que são pressionados pela justiça para recuperar suas reservas. E eles foram buscar as sementes nativas para o replantio com os índios Ikpengues.

Os Ikpengues são índios guerreiros que viviam no norte da região amazônica disputando o território com outras tribos. E foram transferidos para o parque indígena do Xingu em 1967 pelos irmãos Villas Boas.

Para escalar as árvores da Amazônia, os índios usam a força e habilidade dos braços e pernas. Ou recorrem à técnica do rapel.

Depois, as sementes são vendidas aos agricultores, para serem usadas na recuperação das reservas legais e das margens dos rios. O Globo Rural vai mostrar como é feita a Muvuca, uma técnica para semear várias árvores de uma só vez com as mesmas máquinas do plantio da soja e do capim.

FONTE: http://globoruraltv.globo.com/

quarta-feira, 28 de julho de 2010

JORNAL GAZETA DE UBERLÂNDIA REALIZA MATÉRIA SOBRE CURSO DE ESCALADA EM ÁRVORES

POR MELINDA SOUZA

Biólogos e especialistas passam por treinamento no CETB Uberlândia

O curso Aspectos da Vegetação do Cerrado, orientações e técnicas científicas de campo, realizado pelo Centro de Estudos Terra Brazilis (CETB) foi considerado pelos participantes como importante e um sucesso.
Edivane Cardoso da Silva fez orientações específicas de como se orientar no campo, através de mapas topográficos, bússola e GPS. Além da teoria fornecida, os participantes foram a campo testar as técnicas. Todos os dados coletados durante a prática foram registrados em um software específico para GPS, o que torna a interpretação dos dados mais prática e fácil.
Alexandre Coletto realizou uma aula teórica sobre as técnicas de escaladas utilizadas no Brasil e no mundo, bem como uma parte prática, na qual cada participante "sentiu na pele" como subir em árvore de forma segura e simples. Atualmente essa técnica está sendo utilizada em diversos locais do mundo, não somente por pesquisadores para o estudo do dossel das árvores (topo das árvores), mas também para o Ecoturismo e a Educação Ambiental.
A última parte do curso foi ministrada pelo Biólogo Endrik Enner e pela mestra Neiva Beatriz Antunes, que abordaram sobre "coleta e herborização de material botânico". Os participantes tiveram contato com técnicas de campo em como coletar plantas para a confecção de um herbário, os materiais utilizados, como armazenar, além das técnicas em como identificar esse material a nível taxonômico,
através de bibliografia especializada.

O CETB fica na zona rural e oferece aos participantes alojamento e área Biólogos e especialistas passam por treinamento no CETB Uberlândia de camping, excelente alimentação, o contato com a natureza e uma simpatia cativante de todos os profissionais do local. O CETB oferece cursos em diversas áreas do conhecimento, tanto para profissionais como para estudantes como teóricos e extremamente práticos de capacitação para universitários, professores e alunos de escolas municipais e estaduais, realizam vistas técnicas a diversos locais do país, recebem alunos para estágios e monitorias dentre tantas outras atividades.

Contatos: www.ceterrabrasilis.blogspot.com ou fone 34 9672-0221 / 9162-7400




FONTE: http://www.gazetadeuberlandia.com.br

Mogno: a poucos passos da extinção

Extração clandestina é uma das principais ameaças ao mogno. Seguindo os passos do pau-Brasil, o mogno pode desaparecer.

O mogno-brasileiro (Swietenia macrophylla) é uma árvore nativa da Amazônia, mais comum no sul do Pará. Também ocorre no Acre, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins. Países como México e Peru também registram ocorrência da espécie.

A árvore pode ser encontrada em floresta clímax, de terra firme, argilosa. O crescimento da planta é rápido, sendo que pode atingir quatro metros aos dois anos de idade. A largura do tronco varia entre 50 e 80 cm de diâmetro. O mogno floresce nos meses novembro e janeiro. Seus frutos amadurecem no mês de setembro e se prolongam até meados de novembro. A árvore é ornamental quando usada na arborização de parques e jardins.

A lagarta Hypsypyla grandella, conhecida como broca-do-mogno, é uma ameaça ao mogno brasileiro. Ela ataca a árvore, impedindo seu desenvolvimento, especialmente em áreas de reflorestamento, onde a densidade é muito maior que na floresta. O plantio de outras espécies por perto pode amenizar os efeitos negativos da broca-do-mogno.

A madeira do mogno é muito usada na produção de móveis. Muitos apreciam o material pela facilidade com que é trabalhado, pela estabilidade e duração. Depois de polida, a madeira apresenta um aspecto castanho-avermelhado brilhante que chama atenção pela beleza. O mogno é usado em mobiliário de luxo, objetos de adorno, painéis, acabamentos internos, entre outros. É aproveitado também na produção de instrumentos musicais, principalmente em guitarras e violões, pelo timbre característico e ressonância sonora, que tende ao médio-grave.

Quase extinto

O mogno corre sério risco de extinção. Um dos motivos é a extração de madeira clandestina que causa também devastação da floresta amazônica. Isso acontece porque o mogno tem alto valor comercial e aceitação no mercado internacional. A espécie já desapareceu de grandes áreas da Amazônia e resiste apenas em regiões de difícil acesso e em áreas protegidas. Mas mesmo as áreas protegidas não intimidam madeireiros ilegais, que abrem estradas na mata em busca das valiosas árvores de mogno. A derrubada ilegal e arraste da madeira leva à destruição de até 30 árvores próximas, o que agrava ainda mais o desmatamento.

A exploração, o transporte e a comercialização do mogno brasileiro estão suspensos no Brasil desde outubro de 2001, por meio de Instrução Normativa, editada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
O WWF-Brasil trabalha na região amazônica, onde há maior ocorrência do mogno. Com autoridades governamentais, comunidades locais e indígenas, organizações não-governamentais, o setor privado e outros, a organização busca contribuir para a proteção de grandes porções da Amazônia e de sua singular biodiversidade e serviços ecológicos.


O mogno-brasileiro pode ser encontrado em floresta clímax, de terra firme, argilosa. A extração de madeira clandestina, que causa também devastação da floresta amazônica, é uma das ameaças à espécie.


Curiosidades

A madeira possui alta resistência ao ataque de cupins.
Os índios xicrin do catete, no sudeste do Pará, foram os primeiros a plantar mogno de forma manejada, em projeto do Instituto Socioambiental.
Em 2002 o Mogno foi incluso no anexo II da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas, realizada no Chile.

FONTE: http://www.wwf.org.br